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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Medicamento para fertilidade


Faz pouco tempo que descobri um medicamento que auxilia na fertilidade e como esse é um dos principais interesses de toda tentante, resolvi pesquisar a respeito e hoje vou contar um pouco mais sobre Inositol ou Mio-inositol (Myo-inositol), que recebe alguns nomes comerciais como INOFOLIC, PREGNITUDE, OVUSITOL e no Brasil é conhecido como FertiSop. 

Qual a função do mio-inositol?


Mio-inositol é um composto fisiológico que pertence ao complexo vitamínico B. Ele pode ser sintetizado pelo corpo humano e também esta presente numa grande variedade de alimentos como cereais com alto conteúdo de fibras, nozes, carnes, frutas e vegetais. É considerado um mensageiro secundário de regulação de muitos hormônios, tais como: TSH, FSH e insulina. O mio-inositol no organismo é responsável por regular a captação de glicose e sinalização de FSH. Estudos mostram que a presença de níveis elevados de enzimas mio-inositol no fluido folicular é considerado um marcador de boa qualidade dos óvulos.

Como esse medicamento ajuda na fertilidade?


Trata-se de uma substância que é mediadora de vários processos celulares, com efeitos positivos no metabolismo das mulheres. Como resultado, melhora as desordens metabólicas e hormonais, regula o ciclo menstrual e, por isso, também melhora a fertilidade. Este medicamento é indicado principalmente a mulheres com a síndrome dos ovários policísticos (Conheça mais sobre a Síndrome dos Ovários Policísticos).

Ação no organismo


Recentes estudos têm demonstrado que a qualidade dos óvulos e dos embriões depende não só da formação genética e cromossômica, mas também do ambiente onde os óvulos se desenvolvem (fluido folicular que envolve os oócitos antes da ovulação). Muitas vezes, esse ambiente pode ter variações importantes. O INOSITOL faz parte deste ambiente e dados da literatura médica demonstram que a presença de altos níveis de MIO-INOSITOL no fluido folicular está relacionada com boa qualidade dos óvulos e sua suplementação nos tratamentos melhoram a divisão celular e os resultados de gravidez.
Mulheres com síndrome dos ovários policísticos (SOP) costumam ter deficiência da enzima que produz o inositol no corpo. Assim, neste grupo de mulheres, a suplementação de mio-inositol apresenta os melhores resultados, tanto na regulação do ciclo menstrual (normalmente alterado nas mulheres com SOP) como na fertilidade.


Mio-inositol no organismo


O mio-inositol provoca a diminuição de hormônios como LH, androgênios, glicemia e HOMA IR (indica se o corpo apresenta algum nível de resistência à insulina), e aumenta a sensibilidade à insulina, melhora a atividade ovariana, diminui a quantidade necessária do FSH (Hormônio Folículo Estimulante) na estimulação ovariana e melhora a qualidade e a quantidade dos óvulos coletados, além de proporcionar maior taxa de gravidez e menor incidência de abortos.


Mio-inositol nos tratamentos de fertilização


Se utilizado durante o tratamento de fertilização (Conheça mais sobre FIV - Fertilização in Vitro) ajuda a restaurar a função ovariana induzindo a ovulação. Segundo alguns especialista, trata de um medicamento que é 100% seguro em caso de ocorrência de gravidez. Também ajuda a reduzir as chances de hiperestimulação ovariana. Outros benefícios são a redução da quantidade de FSH necessária para estimulação ovariana e também a reduz o número de dias de estimulação. Além de melhorar a qualidade dos óvulos e embriões.

Mio-inositol para quem tem SOP


A Síndrome de Ovário Policístico é uma desordem hormonal e metabólico que está associada à disfunção ovariana e à irregularidade menstrual, causas comuns de infertilidade. A hiperinsulinemia (excesso de hormônio insulina na corrente sanguínea), consequência da resistência insulínica, contribui para o desenvolvimento de hiperandrogenismo (excesso de andrógenos como a testosterona), típico marcador da SOP.



No ovário de mulheres portadoras da SOP, ocorre um aumento da atividade da enzima epimérase, o que leva a uma diminuição de mio-inositol. Este desequilíbrio pode ser a causa de má qualidade dos oócitos e do prejuízo na sinalização de FSH.

Os benefícios para quem tem síndrome dos ovários policísticos é a redução da resistência insulínica (grande problema de quem sobre com SOP), redução de hiperandrogenismo (excesso de hormônios masculinos), restaurando o equilíbrio hormonal e o equilíbrio metabólico. Auxilia também na redução do hirsutismo (excesso de pelos) e acne.

Onde encontrar o medicamento?



Embora este medicamento não esteja disponível nas drogarias brasileiras, ele poderá ser manipulado em farmácias de manipulação com receituário médico ou comprado pela internet proveniente de outros países. 

Nos Estados Unidos é vendido como Mio–Inositol e pode ser associado em separado com o ácido fólico.

Os nomes comerciais mais conhecidos são INOFOLIC, PREGNITUDE, OVUSITOL e no Brasil é encontrado com o nome FertiSop. Em pesquisas nas drogarias onlines encontra-se entre 77 e 200 reais, dependendo da região. 

Tratamento natural


É possível encontrar Inositol naturalmente na alimentação. Vários tipos de alimentos como fígado, lecitina (principalmente de soja), trigo integral, germe de trigo, levedura de cerveja, amendoim, batata doce, repolho, melão e laranja contém essa substância, contudo, deve-se dar preferência aos alimentos que não foram industrializados, já que o processo destrói essa substância.

Fonte de pesquisa: Site IPGO e outros artigos da internet.





segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Resistência à insulina atrapalha engravidar



Quem tem a Síndrome dos Ovários Policísticos provavelmente já ouviu falar que o aumento dos níveis de insulina causado pela SOP dificulta a ovulação e faz com que o organismo produza hormônios masculinos. Isso ocorre devido à resistência à insulina que é um sintoma da SOP. Para entender como isso interfere na vida da pré-mãe e principalmente, nas tentativas de engravidar, montamos esse post. Conheça melhor o que é e como tratar esse problema.


O que é a insulina?


A insulina é um hormônio produzido naturalmente pelo seu pâncreas. Ela ajuda a mobilizar o açúcar no sangue, ou a glicose, em suas células. Como o corpo utiliza o açúcar no sangue como combustível, fica fácil entendermos porque a insulina é um hormônio tão importante.

Sem a quantidade certa de insulina, o açúcar que está no sangue não pode entrar em suas células. Neste caso, ela permanece em sua corrente sanguínea. Quando os níveis de açúcar no sangue estão muito altos, ocorre o que chamamos de hiperglicemia.

A hiperglicemia pode levar a sinais e sintomas de diabetes, como perda de peso, sentir muita sede ou fome, ou a necessidade de ir ao banheiro com mais frequência. Se estiver sentindo estes sintomas procure um médico tão cedo quanto possível.

O que a insulina faz no nosso corpo?


A insulina tem várias e amplas ações no corpo como por exemplo:

Com aumento do açúcar no sangue, causado pela alimentação, nosso corpo começa a produzir e secretar insulina. Por sua vez o fígado responde a este excesso de açúcar no sangue convertendo em glicogênio. Glicogênio é uma fonte de energia que pode ser convertida de novo em glicose, quando necessário. O glicogênio é armazenado no fígado e nas células musculares.
A insulina também evita a utilização de gordura como fonte de energia. Na ausência de insulina ou em condições em que a insulina é baixa a glicose não é absorvida pelas células do corpo, e o corpo começa a usar a gordura como fonte de energia. É por isso que algumas pessoas treinam em jejum para emagrecer. 
A insulina controla também outros sistemas do corpo e regula a absorção de aminoácido pelas células do corpo. Tem vários efeitos anabólicos em todo o corpo também.

O que é Resistência à insulina?



A resistência insulínica é uma situação onde há um desequilíbrio entre a quantidade de insulina produzida pelo pâncreas e o funcionamento desta quantidade de insulina. Para simplificar, em uma pessoa sem resistência insulínica, é como se uma molécula de insulina tivesse a capacidade de colocar uma molécula de glicose dentro da célula, porém, na pessoa com resistência, fosse necessário duas ou mais moléculas de insulina para realizar o mesmo trabalho. No organismo, a conta não é bem esta, mas a perda de funcionamento de insulina ocorre de forma bem semelhante quando esta resistência aparece.


Quais as causas?


A principal causa da resistência insulínica é o ganho de peso. Com o ganho de peso e o aumento do tecido adiposo, há maior necessidade do pâncreas produzir insulina e, com isso, o ciclo da resistência insulínica se inicia. Quanto mais insulina é produzida, mais as células tendem a se proteger do excesso dela, e mais aumenta a resistência insulínica. Em determinado momento o pâncreas não consegue produzir mais insulina, e é neste ponto que os níveis de açúcar no sangue começam a ficar elevados e o diabetes tipo 2 surge.

Outras condições como gestação, síndrome metabólica, hipertensão arterial, colesterol elevado, síndrome do ovário policístico, esteato-hepatite não alcoólica (esteatose hepática, mais conhecida como gordura no fígado) também podem levar à resistência insulínica ou serem consequência dela.


Quais os sintomas?


Geralmente a resistência insulínica é assintomática, porém se está associada com outras causas, pode vir a ter sintomas.

Se está associada com ovário policístico, a resistência insulínica pode se apresentar como a Síndrome Hair-na, que é caracterizada por:

  • Aumento de pelos pelo corpo
  • Acne e oleosidade na pele
  • Escurecimento da pele em regiões de dobras de braço, axilas e pescoço, chamado de acantose nigricans.

A acantose nigricans não é um achado restrito da síndrome Hair-an, ela pode ser vista em casos de resistência insulínica sem associação com ovário policístico.



Outro achado bastante comum é a presença de pequenas protuberâncias de pele, chamadas de acrocórdons, vistas mais comumente em axilas e na região posterior do pescoço. Elas são frequentemente confundidas com pequenas verrugas, mas na verdade são pequeninas estruturas formadas por crescimento da pele em excesso, ocasionadas pela resistência insulínica.




Como diagnosticar?


A resistência insulínica é geralmente identificada nos exames laboratoriais de rotina, e também nos casos em que há suspeita clínica. Nos pacientes que estão com sobrepeso e obesidade, ou que apresentam alterações de colesterol, pressão alta e nos casos de gestantes com alterações de glicemia, a resistência insulínica deve ser sempre pesquisada.

Os exames de sangue são os principais aliados no diagnóstico da resistência insulínica. A dosagem de glicose de jejum, insulina de jejum e o cálculo do marcador chamado de HOMA-IR fazem com que o diagnóstico seja relativamente simples.

O HOMA-IR consiste em uma fórmula padronizada que calcula o nível de resistência insulínica de uma pessoa a partir dos valores de glicemia, insulina e uma constante.

Um outro teste bastante usado é o teste oral de tolerância à glicose, que vai nos mostrar a resposta do pâncreas em produzir insulina a partir da sobrecarga com glicose. Nele a pessoa recebe uma quantidade predeterminada de glicose e são dosados os níveis de glicemia, e se necessário de insulina em tempos predeterminados após a ingestão da glicose.

Como fazer o tratamento?


O tratamento começa com mudanças no estilo de vida. A primeira delas é a troca dos alimentos de alto índice glicêmico por alimentos de baixo índice glicêmico. Ou seja trocar alimentos que fornecem açúcar rapidamente para a corrente sanguínea, como os pães brancos, batatas e açúcar refinado, por alimentos que a fornecem mais lentamente, como o pão integral, arroz integral, vegetais como brócolis ou cenoura, entre outros.

Além da troca de alimentos, deve-se evitar o ganho de peso ou, se necessário, buscar manter o peso dentro do índice de massa corporal adequado, que é entre 18,5 e 25 kg/m2.

A prática de atividades físicas é essencial para o controle da resistência insulínica. As células musculares são grandes utilizadoras da glicose no sangue, e quando fazemos exercícios estas células absorvem a glicose muitas vezes, até sem precisar de insulina. Quando o músculo fica em repouso, ele precisa de uma quantidade menor de glicose e passa a depender da insulina para absorvê-la. Com menos atividade física, gera-se um ciclo vicioso que vai fazer com que a célula muscular precise cada vez mais de insulina.

Em alguns casos, há possibilidade do uso de medicamentos para melhorar o funcionamento da glicose no organismo e também para o controle do peso. A avaliação médica será fundamental para definir qual o tratamento mais adequado caso a caso.

Melhorando a sensibilidade à insulina:

Use e abuse da Canela



A canela é uma ótima opção para temperar muitos alimentos. A boa notícia é que a canela pode aumentar a sensibilidade à insulina e manter níveis mais baixos de glucose no sangue.

Você pode adicionar a canela nos alimentos de muitas maneiras diferentes. Você pode adicionar na sua aveia, no seu shake de proteína, no café, enfim, use a criatividade.

Torne o exercício físico parte do seu estilo de vida



Estudos apontam que o exercício físico provoca uma redução da glicose no sangue e também dos níveis de insulina após dias da prática de atividade física.


Coma carboidratos de baixo índice glicêmico



Para quem não conhece ainda o termo, o índice glicêmico é uma medida para o impacto de um determinado alimento sobre a glicemia. Alimentos com alto índice glicêmico provocam um rápido aumento da glicose no sangue fazendo com que seu corpo libere rapidamente grandes quantidades de insulina.

Se você costuma comer muitos alimentos com alto índice glicêmico, você está liberando altas cargas de insulina no corpo fazendo com que seu corpo se torne insensível aos efeitos da insulina ao longo do tempo – o que significa mais e mais insulina é necessária para alcançar um resultado similar.

Comer uma dieta de baixo índice glicêmico pode melhorar a captação de glicose e aumentar a sua sensibilidade à insulina, é o que diz um estudo publicado na Europe PubMed Central.

Garanta o ômega 3 na sua alimentação



Os ácidos graxos essenciais não podem ser fabricados pelo corpo, por isso eles precisam ser ingeridos através de sua dieta.

O ômega 3 tem efeitos na inflamação, nos hormônios, no humor, no metabolismo, no comportamento e em muitos outros fatores. Uma dieta suplementada com ácidos graxos ômega 3 melhora a sensibilidade à insulina e reduz os níveis de triglicerídeos.

Alimentos como salmão, atum, semente de linhaça, nozes e ovos são ótimas opções para incluir na alimentação. 

Beba chá verde



Chá verde é uma opção excelente para melhorar sua sensibilidade a insulina.

Semelhante ao exercício, o chá verde reduz significativamente a absorção de glicose pelo tecido adiposo, e estimula significativamente a captação de glicose no músculo.

Evite gordura trans



As gorduras trans usadas ​​para aumentar a vida útil de produtos na prateleira e também para mudar a consistência de gorduras insaturadas tornando-as mais saturadas.

As gorduras trans causam ganho de gordura abdominal – mesmo quando o alimento é baixo em calorias, e estão associados com a resistência à insulina.

Consuma vitamina E



A vitamina E é um antioxidante solúvel em gordura que elimina os radicais livres. Pessoas que têm baixas concentrações de vitamina E no sangue têm um maior risco de resistência à insulina.

A suplementação de vitamina E aumenta a disponibilidade de glicose e melhora a ação da insulina. A boa notícia é que você não tem que tomar suplementos para a obtenção de vitamina E. Você pode obtê-lo comendo alimentos integrais, como nozes e sementes.

Limite o consumo de frutose



A maioria das pessoas conhece a frutose como sendo o "açúcar da fruta". A grande verdade é que a fruta contém quantidades variáveis ​​de frutose.

No entanto, também é ingerida frutose a partir de fontes de alimentos processados ​​que contenham xarope de milho com alto teor de frutose, e também a partir do próprio açúcar. O açúcar é feito de frutose e glicose, e é uma fonte importante de consumo de frutose.

A frutose é metabolizada pelo fígado. Expondo o fígado em grandes quantidades de frutose leva a uma rápida estimulação de lipogênese (formação de gordura) e de acumulação de triglicerídeos, o que por sua vez contribui para a reduzida sensibilidade à insulina.

Não vá largar de mão as frutas da sua dieta. Pequenas quantidades de frutose são benéficas, e pode diminuir o índice glicêmico da sua refeição.

Evite alimentos processados, e você deverá estar salvo dos efeitos negativos da frutose.

Evite Fast Food




Nem precisa dizer que o consumo de fast-food é fortemente associado com o ganho de peso e resistência à insulina, ou seja, o fast-food aumenta o risco de obesidade e diabetes tipo 2.

Praticamente todo Fast food é rico em gorduras trans e carboidratos com alto índice glicêmico – ambos os quais reduzem a sensibilidade à insulina através de diferentes métodos. 

Aumente a ingestão de fibras



Segundo estudo publicado no American Diabetes Association, aumentar a ingestão de fibra alimentar insolúvel durante 3 dias já pode melhorar significativamente todo o corpo com relação a sensibilidade à insulina.

Ingestão de fibras também possui uma relação inversamente proporcional com o risco de desenvolvimento da resistência à insulina e diabetes tipo II, é o que aponta o estudo publicado no American Medical Association .

Em outras palavras, quanto maior a ingestão de fibras, melhor sensibilidade à insulina menor o risco de diabetes você terá. E para quem luta a muito tempo contra a SOP, nada melhor que aumentar as chances de conquistar o positivo! Até a próxima!

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Sua História...Priscila e a conquista do positivo após 3 perdas

Apenas quem passou pela terrível sensação de perder um bebê pode ter uma ideia da enorme dor e vazio que ficam no coração. Não gostaria de sentir isso mais de uma vez. Esse é o depoimento de uma guerreira que conseguiu não apenas continuar sua luta pelo positivo apesar de passar por tanta dor como também conseguiu vencer a SOP conquistando seu positivo. Essa é a história da Priscila:


"Então tive três gestações e dois abortos. O primeiro foi em 2009 e o segundo foi em 2012. Depois do primeiro aborto fiquei um tempo tomando remédio e em 2011 decidi parar, só que não conseguia engravidar... foi quando, depois de uns exames, fui diagnosticada com SOP [Síndrome dos Ovários Policísticos].


Depois disso fiquei um ano tomando remédio e depois engravidei, mas infelizmente perdi. Foi quando fiquei quase um ano sem menstruar e fazia vários exames e não tinha nada. Foi quando coloquei na mão de Deus e em 2015 nasceu minha princesa, sem medicamentos sem nada, só por Deus mesmo. Mas minha gestação foi meio complicada, nos primeiros meses tive hematoma e tive que fazer repouso absoluto, mas valeu a pena.

A vida de mãe no começo é muito difícil. Meus pontos inflamaram, meu peito rachou, mas agora estou tirando de letra rs. Minha bebê está com dois meses e é muito gratificante cuidar dela. Não desista, pois no tempo de Deus cada uma vai ter seu tão sonhado positivo."

Priscila Acioli


Muitas vezes nós cansamos e pensamos em desistir mas devemos continuar em frente para realizar esse sonho e são pessoas como a Priscila que nos inspiram a continuar, pois se ela conseguiu você também consegue! Até a próxima.


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SOP - Síndrome dos Ovários Policísticos

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sua História...Ana vencendo a SOP

Esse é o depoimento de uma mãe que conseguiu vencer a SOP e conseguir seu positivo. Ela descobriu a SOP depois de já ter um filho. Essa é a história da Ana:

Ana-Cipriano
Ana e seu filho Anthony Alex
à espera da Agatha
“Bom descobri a SOP a um ano e meio atrás, resolvemos que já era hora de ter outro filho, mas nunca vinha. Até que minha m [menstruação] atrasou 3 meses aí achei que tinha acontecido foi uma mistura de esperança e decepção, pois na mesma época minha irmã descobriu que estava grávida também. Então fui ao médico, ele me pediu um beta, como já estava acostumada, resultado negativo.
Então ele resolveu investigar.  Me passou exame de sangue e uma ultra. Fiz os de sangue e não deu nada. Na ultra, já na sala, o médico me alertou que eu tinha vários cistos nos ovários e que era por isso meu atraso.
Levei tudo para meu ginecologista e ele confirmou mesmo e já entrou com os medicamentos, a metformina e um outro chamado espironolactona. Aí comecei a tomar os dois. O farmacêutico me alertou que eu podia pegar pela farmácia popular a metformina. Com três dias tomando, minha m já desceu e foi o mês que mais passei mal, parecia que ia morrer de tanta dor. Eu via que esse espironolactona não tava me fazendo bem e realmente não tava porque fui procurar na Internet e esse remédio não era para quem queria engravidar, parei por conta própria e melhorei bastante.

Passaram seis meses e nada. Eu havia perdido três quilos, achei muito bom porque era isso que eu queria, emagrecer. Meu marido estava achando “o máximo” pois eu estava com o corpo de quando eu casei e eu estava radiante afinal o remédio estava fazendo efeito. Minha m vinha certinho todos os meses e nossa relação havia melhorado bastante. Agora a cobrança havia virado esperança. Mas ainda assim havia a cobrança da família porque é assim quando você não tem nenhum filho, te cobram para ter um e quando se tem um, te cobram para ter dois… Então me peguei com Deus e chorando sozinha na hora que fui dormir, rezei e falei que se fosse da vontade dEle eu ia dar um irmão ou irmã para meu filho que pedia dia sim dia não para que tivesse um irmão.

A pessoa que tem SOP é cobrada sempre e tem seus medos e tem que viver com isso… São os cabelos que caem, os pelos que crescem…

Se passaram 7 meses do uso do medicamento, aí acho que Deus estava me testando, minha m atrasou 5 dias, achei que agora sim tinha engravidado. Afinal os treinos estavam constantes… mas não… mais uma vez era a SOP me pregando uma peça.
Eu já estava desistindo e meu marido sempre comigo, havia posto na cabeça que iria trocar de médico, que não ia mais tomar o remédio, já estava sem esperança porque todo mundo engravidava e eu não.

Se passou um ano e eu estava muito magra muito mesmo , me olhava no espelho e não gostava do via. Até que em Julho minha m atrasou e pensei comigo: Deve ser a SOP! Meu marido nem ficava preocupado mais, havia atrasado dez dias e eu estava me sentindo estranha e falava para mim mesma: Hoje passo e compro o teste! Mas ficava com medo e deixava para lá, até que fui no aniversário do meu sobrinho e lá todos me olhavam e me diziam que eu estava grávida. Falei: não é possível!

Tomei coragem e comprei o teste. Esperei até o outro dia, meu filho e meu marido dormindo, fui e fiz. Meu Deussssssss!!! Eu não acreditava. Na hora que vi as duas marcas, foram tantas lágrimas. Acordei meu marido aos choros, liguei para a família inteira, postei no grupo [do facebook], afinal as meninas que sempre me ajudaram estavam esperando uma resposta minha.

É isso! Hoje já estou de 6 meses, minha Agatha está saudável e a espera por ela é tanta, a família inteira espera ansiosa a chegada da minha princesa, meu filho está contando os dias para ver a irmãzinha e eu nem consigo explicar o amor que sinto.

Não é porque você tem SOP que você não vai ser mãe, meu exemplo está aqui… Se cuide e ore para Deus, Ele vai te dar o milagre que você tanto espera.”

Ana Cipriano

Que história linda né? Não devemos desistir jamais! Espero que você também tenha se inspirado a continuar o caminho pela maternidade.

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Resistência à Insulina atrapalha engravidar

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

SOP - Síndrome dos Ovários Policísticos


A Síndrome do Ovário Policístico ou Síndrome do Ovário Micropolicístico (SOP e SOMP) atinge cerca de 10% das mulheres. Muitas pessoas acham que SOP e SOMP são coisas diferentes, mas na verdade, trata-se da mesma síndrome. Normalmente a síndrome dos ovários policísticos é diagnosticada após um tempo em que a menstruação está irregular. Muitos casos apenas quando a mulher se torna uma pré-mãe.


O que causa SOP?



A causa da SOP ainda não é totalmente conhecida, mas alguns fatores são considerados na hora de identificar a síndrome como a genética, histórico familiar, obesidade e hábitos de vida. Acredita-se que a causa dos ovários policísticos seja a incapacidade de produzirem os hormônios em proporções corretas, de maneira desordenada, impedindo que os folículos se desenvolvam sincronicamente. O motivo pelo qual isso acontece é desconhecido.


Características da SOP



Uma das caraterísticas da SOP é a desordem hormonal que impedem o desenvolvimento correto dos folículos. Normalmente no ciclo há o desenvolvimento de um folículo e após a liberação do óvulo, o corpo lúteo se desfaz. Já no caso de quem tem a síndrome, formam-se vários folículos que não liberam os óvulos, ficando nos ovários. Não é uma característica obrigatória para a determinar a síndrome, já que há ciclos em que se pode ovular normalmente.
Ultrassom com imagem de Ovário policístico


Não se deve confundir ovário policístico com ovulação multifolicular. Nesse último caso, apesar de haver o desenvolvimento de múltiplos folículos no ovário, existe a liberação do óvulo pelo folículo dominante e os demais folículos irão regredir de formar a deixar os ovários limpos. Entenda a diferença entre ovários policísticos e ovários multifoliculares.




Outra característica da SOP é a resistência à insulina, onde cerca de 50% das mulheres com SOP são afetadas. Em especial as mulheres com obesidade por causa do excesso de glicose no corpo, desenvolvendo então essa resistência. Simplificando o processo para entender, para uma pessoa sem resistência insulínica, uma molécula de insulina coloca uma molécula de glicose dentro da célula, e quando há a resistência, seriam necessárias duas ou mais moléculas de insulina para conseguir colocar uma molécula de glicose dentro da célula. A resistência insulínica pode levar ao aparecimento de diabetes ou mesmo hipertensão.


Outros sinais da SOP são com relação ao aumento de hormônios masculinos que se caracterizam pela presença de pelos (hirsutismo) em áreas tipicamente masculinas como queixo e buço, além de pela oleosa e acne. Alterações dos lipídios como colesterol elevado, maior risco cardiovascular, assim como desajustes hormonais que podem afetar o útero e acarretar em infertilidade também podem estar presentes.


Importante observar que, como toda doença de fundo hormonal, as conseqüências são múltiplas, já que todos os processos metabólicos do organismo humano são interligados. Assim, a SOP pode, além da infertilidade, levar a complicações futuras mais sérias, como diabetes e câncer de endométrio, com risco aumentado em pacientes obesas.


Como diagnosticar a síndrome



Além dos exames laboratoriais comuns, exame hormonal, exame de resistência insulínica e ultrassom, o histórico da paciente como menstruação irregular, obesidade, infertilidade, hirsutismo, alopécia, seborreia e Acantose nigricans também indicam a presença da síndrome. O que avaliar dentro de cada sintoma?



Menstruação irregular: é uma das principais características. As menstruações vêm esporadicamente, podendo demorar até 90 dias entre uma e outra. Muitas vezes elas só aparecem quando as pacientes recebem medicamentos para estimular. Esse sintoma é comum em grande parte das mulheres com essa síndrome. Saiba mais sobre a menstruação irregular neste post.






Obesidade: pelo menos metade dessas mulheres está acima do peso, isto é, o Índice de Massa Corpórea (IMC)está entre 25 ou 30 (lembrete: IMC = Peso/Altura ao quadrado). Esse é um fator fundamental para futuras complicações desta doença. A circunferência abdominal não deve ser superior a 88 cm (alguns já consideram o valor máximo de 80 cm).




Infertilidade: devido às alterações hormonais, essas mulheres passam a ovular menos ou de maneira inadequada e, por isso, podem ter dificuldade em engravidar. Das causas de infertilidade, o fator ovulatório ocupa um lugar de destaque, e 75% dele é devido a esta síndrome. Além disso, essas mulheres têm um alto índice de aborto.






Hirsutismo: é o aparecimento de pelos em locais onde normalmente não deveriam existir na mulher
(face, tórax, glúteos, ao redor dos mamilos, região inferior do abdômen e parte superior do dorso).






Acne: 30% das mulheres com SOP têm este sinal, que consiste num processo inflamatório da pele do rosto caracterizado por erupções superficiais causadas pela obstrução dos poros.




Alopécia: é a queda em excesso de cabelos na região do couro cabeludo, levando à rarefação de pelos, comum aos homens e raro nas mulheres.



Seborreia: é a oleosidade da pele e do couro cabeludo.




Acantose nigricans: é o aumento da pigmentação da pele (manchas escuras) em áreas de dobras, como pescoço e axilas.



É necessário excluir outras doenças que têm apresentação clínica semelhante, como tumores virilizantes, hiperplasia congênita da supra-renal e a Síndrome de Cushing.


Tratando a SOP



O tratamento será de acordo com os sintomas apresentados pela mulher. Assim sendo será discutido com o seu médico a melhor forma de tratar. Para quem não tem pressa na chegada do bebê pode optar pelo tratamento com anticoncepcionais.


Uma das formas mais comuns para quem quer engravidar seria com o uso da metformina, que é um medicamento que diminui a insulina e isso ajuda a diminuir os hormônios masculinos produzidos pelo ovário, que ajudam a impedir uma ovulação adequada. Muitas vezes os efeitos positivos são observados após 6 a 8 meses depois do início da ingestão do medicamento.




As mulheres que menstruam a cada 2 ou 3 meses, ou mais tempo, têm chance maior de, a longo prazo, desenvolver câncer de endométrio (tecido que reveste o útero internamente). Isso acontece porque nesses casos o hormônio estradiol, que age continuadamente sobre esse tecido sem a ação oposta da progesterona por períodos longos, favorece o surgimento dessa doença. Ao se receitar o hormônio progesterona ou uma pílula anticoncepcional, esse efeito nocivo pode ser resolvido.


Passar a cuidar da alimentação é uma forma de tratar também a SOP já que estará tratando a obesidade através de reeducação alimentar, para que o peso atinja níveis satisfatórios compatíveis com sua estatura e constituição física. Muitas mulheres voltam a menstruar normalmente só pelo fato do seu peso estar próximo ao ideal.


Existe também o tratamento cirúrgico, no entanto, é uma exceção. Neste caso é feito através de Videolaparoscopia, procedimento em que realiza-se uma série de furos nos ovários com cauterização. Geralmente, começa-se a ovular após o procedimento, contudo, o resultado não é duradouro, cerca de alguns meses (de 4 a 6 meses) os policistos voltam.


Como engravidar com SOP



Apesar de que a SOP não é impeditivo para que o ocorra a gravidez naturalmente, pode-se optar pela indução da ovulação com controle ultrassonográfico (clomifeno ou gonadotrofinas), quando há a irregularidade ou a presença de ciclos anovulatórios.


Uso de metformina ou outro medicamento que baixe a quantidade de glicose, além de aumentar a atividade hepática a fim de metabolizar a insulina no corpo.

Cauterização dos cistos através de 3 pequenas incisões no abdome. Com esse procedimento o ciclo menstrual e ovulação são regularizados e a mulher pode engravidar naturalmente.


Pode-se dizer que com esses incentivos à Dona Cegonha as chances de engravidar aumentam em 70% até o terceiro ciclo, porém idade da mulher e outros problemas de infertilidade do casal podem diminuir essa estatística.


SOP e Riscos de Aborto



Nada mais assustador para uma pré-mãe do que pensar que após uma longa jornada pelo positivo pode-se perder seu precioso milagre. Infelizmente, isso é um risco ainda maior para quem tem SOP. Existe uma relação entre a resistência insulínica e o aborto pois esse hormônio em excesso pode agir sobre células que envolvem o folículo.


De acordo com pesquisas há dados que demonstram que mulheres com a síndrome do ovário policístico possuem maior probabilidade de aborto espontâneo nos primeiros 3 meses de gestação devido ao desarranjo hormonal causando pela SOP. O desarranjo é causado pelo hiperandrogenismo, ou seja, aumento da presença do hormônio masculino.


Então devemos estar atenta à essas informações e tratar da melhor forma possível em caso da chegada do positivo. E que venha o positivo!!! Até a próxima.

Leia também:

Massagem da Fertilidade

Metformina para tratar SOP

Resistência à Insulina atrapalha engravidar

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Às vezes o caminho é longo


Depois de uns meses começamos a ficar preocupadas caso ainda não tenhamos realizado o grande sonho de engravidar. Os médicos recomendam esperar um ano antes de investigar possíveis dificuldades. Pois esse é o tempo em que um casal pode levar para conseguir engravida. Mas ansiedade é o segundo nome de toda tentante rsrs. Então se você tem o perfil de pré-mãe irá correr atrás do que há de errado no segundo mês que não veio o positivo.

Muitos casais enfrentam essa dificuldade, mas só temos noção do quanto é comum, quando passamos por isso. Comigo não foi diferente, abaixo vou listar alguns problemas e possíveis tratamentos, são eles:

Endometriose


O tecido do endométrio (camada interna do útero que "descama" mensalmente, a cada menstruação) cresce fora do útero; é uma das principais causas de infertilidade feminina.


Alguns sintomas que podem levar a pré-mãe a desconfiar de endometriose é quando a mostra vem acompanhada de  muita cólica, ou costuma ser irregular ou com forte sangramento; em muitos casos, há abortos espontâneos de repetição.
Para tratar a endometriose normalmente opta-se pela laparoscopia para a retirada dos tecidos anormais ou aderências, também pode utilizar-se de tratamentos de reprodução assistida como indução de ovulação, inseminação intra-uterina, fertilização in vitro (FIV) ou ICSI.

Em estágios leves da doença, a utilização da inseminação intrauterina aumenta a possibilidade de resultados mais favoráveis. Quando isso não ocorre, o tratamento laparoscópico da infertilidade por endometriose, resulta na melhora das taxas de gravidez.

A fertilização in vitro e a injeção intra-citoplasmática de espermatozoides (ICSI) seriam as últimas medidas terapêuticas indicadas, essenciais para as mulheres com endometriose em estágios avançados quando o tratamento cirúrgico não resulta em gestações espontâneas ou eventualmente em mulheres que apesar de terem endometriose avançada só tem infertilidade e não tem dor.

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Problemas de ovulação


Os problemas de ovulação, geralmente de origem hormonal, causam dificuldades ou mesmo impedem que o óvulo fique maduro e seja liberado para a fecundação.

Nós pré-mães devemos desconfiar de problemas caso a monstra esteja irregular, com fluxo fraco demais ou muito forte.

A opção de tratamento seria com indutores de ovulação, hormônios para estimular os folículos, hCG e quando não houverem resultados satisfatórios partir para a fertilização in vitro (FIV).

Outra questão envolvendo a ovulação é a qualidade do óvulo. Infelizmente, não se pode saber a respeito sem investigar. Geralmente, quando partimos para a fertilização in vitro (FIV), que é o método em que há o exame mais minucioso das condições do óvulo. Nesse caso, apenas a doação de óvulos pode resolver. A idade é um fator que altera a qualidade dos óvulos, geralmente, a partir de 35 anos, essa qualidade é comprometida (to quase lá... mas não desanimo não!). As anomalias cromossômicas podem também comprometer a qualidade dos óvulos.

Síndrome dos ovários policísticos


Eis aqui um assunto bem familiar para mim. A danada da SOP! Se caracteriza por um quadro de anovulação crônica e hiperandrogenismo, normalmente acompanhado por ovários de aspecto multifoliculares. Mas o que significa isso? Simplificado, a pré-mãe que como eu tem SOP, não irá ovular todo o mês, terá problemas com o nível de testosterona, fazendo com que precise fazer a barba (ou quase) e seus ovários estão cheios de cistos (folículos que não amadureceram e não liberaram os óvulos).

A pré-mãe com SOP poderá apresentar a monstra irregular, excesso de pelos e acne, além do excesso de peso.

Para tratar a SOP devemos mudar os hábitos alimentares e diminuir o peso (como se fosse fácil), tratar a resistência à insulina com medicação, a mais conhecida é a metformina. Pode-se fazer uso de indutores de ovulação, mas com acompanhamento médico. Mas muitos médicos preferem tratar com anticoncepcionais, o que significa adiar o sonho de engravidar.


Trompas Obstruídas


A trompa é o caminho que o óvulo percorre até chegar ao útero. Algumas vezes esse caminho é obstruído parcial ou totalmente. Nesse caso, não há como óvulo chegar ao útero e nem os peixinhos chegarem ao óvulo.



As principais causas são doenças inflamatórias na região pélvica, doenças sexualmente transmissíveis, com clamídia, e laqueadura anterior.


Para descobrir se existe alguma obstrução nas trompas é feita a  histerossalpingografia que é um exame de radiografia usando-se contraste, para verificar as condições anatômicas do útero e das trompas.

O tratamento é feito através de Laparoscopia para abrir as trompas, se possível (quando a área obstruída é pequena); se a operação não der certo, a fertilização in vitro (FIV) é uma opção.

Problemas no homem


Nem sempre somos as culpadas na demora da chegada do rebento, embora muitas vezes achamos que sim. As vezes o problema pode estar com o maridão.

Qualquer obstrução nos vasos deferentes, (que transportam os peixinhos). Varicoceles (varizes) nos testículos são a causa mais comum. DSTs como clamídia ou gonorreia também estão entre as causas. Esses casos podem ser tratados com cirurgia para as varicoceles ou outro tipo de obstrução. Avaliação cromossômica e genética para detectar a chance de transmitir doenças ao bebê.
Outro problema que pode interferir no tempo de espera do bebê é a contagem baixa ou inexistente de espermatozoides, assim como pouca mobilidade ou formato anormal, podem causar infertilidade. (Saiba mais a respeito nesse post!) O tratamento é feito com medicamentos que podem aumentar a produção de espermatozoides; outras opção são inseminação artificial com espermatozoides de um doador ou FIV com injeção dos espermatozoides diretamente no óvulo (ICSI).

Contrariando o que os médicos recomendam, eu como pré-mãe louca para aumentar a família, digo que o quanto antes insistir com seu médico para analisar tudo o que possa atrapalhar ou atrasar seu sonho de ser mãe. O quanto antes descobrir melhor. Até a próxima.