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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Animais sentem que uma mulher está grávida?


Quem tem um animal de estimação sabe que o vínculo com eles é muito especial. Muitas mulheres relatam um comportamento diferente dos pets antes mesmo de descobrirem que estavam grávidas. Mas será que os animais conseguem mesmo detectar a gravidez de uma mulher? Existe uma explicação científica para o comportamento deles? 

Mudanças de comportamento


Quando se convive com um bichinho de estimação é normal que tenhamos um determinado comportamento e é claro que um dono atento vai perceber qualquer ação diferente de seu pet. Segundo relatos, alguns cães passam a ficar mais protetores com as gestantes. Outros dizem que houve um afastamento do animal. Conheci mulheres em que o bichinho passou a ficar muito tempo deitado sobre a barriga ou com a cabeça sobre a barriga. Essa seria a indicação que eles sentem mesmo a gravidez antes dos humanos.

O que a ciência diz?


Já foi comprovado pela ciência que os cães podem farejar muitas coisas como pessoas desaparecidas, bombas, drogas e até conseguem detectar câncer nos humanos! Contudo, a ciência ainda não comprovou se os bichos de estimação pressentem, antes mesmo do que nós, quando a sua "mãe humana" está grávida. 

A verdade é que há muitos indícios que podem explicar as mudanças de comportamentos dos animais perto de mulheres gestantes. Vejamos a seguir:


Odor hormonal 


Os animais são mais sensíveis aos odores, especialmente os cães que são capazes de identificar cheiros que os humanos nem sequer percebem. Isso ocorre porque eles possuem cerca de 200 milhões de receptores para odores, enquanto que os humanos possuem apenas 5 milhões. Além disso, possuem uma área cerebral dedicada ao olfado cerca de 40 vezes maior do que a dos humanos. Então, para alguns especialista, uma alteração hormonal na mulher, o que ocorre na gravidez, altera sensivelmente o cheiro do seu corpo e essa mudança seria bem acentuada para os animais. 

Audição mais apurada


Outro fator que pode explicar essa présciência sobre o estado gravídico tem relação com a audição dos bichinhos. Os cães, por exemplo, tem um espectro auditivo muito desenvolvido, podendo ouvir tempestades ou terremotos muito antes dos seus donos. Enquanto o espectro auditivo do cão é de 20 a 65.000 hertz, o nosso fica entre 20 a 20.000 hertz. Sua capacidade de ouvir um som fraco a distância é cerca de 4 ou 5 vezes maior do que o nosso. Assim, ele seria capaz de ouvir o coraçãozinho do bebê bem antes da futura mamãe. Passando a adotar uma postura instintivamente mais protetora com o "novo filhote".

Comportamentos da gestantes


Mesmo que para nós as mudanças de comportamentos sejam insignificantes, para os animais, qualquer mínima mudança de humor ou na linguagem corporal será notada pelo seu bichinho. A mulher pode ficar mais vagarosa ou mais protetora com a barriga (ainda que nem ela se dê conta disso!). Os animais passariam então a notar esse novo comportamento e passariam a relacionar com a gestação. 

Os hábitos diários também são notados pelos pets. Então a alteração da rotina (sono maior ou cochilos extras) são facilmente percebidos pelos animais.

Chamando a atenção



A mudança de comportamento do seu pet pode não ser apenas por causa da gravidez em si mas também é uma forma de chamar a atenção dos donos. Ele pode começar a se comportar mal para receber a atenção que antes era toda dedicada a ele. O animal pode sentir que não é mais o "queridinho" da família, pode ficar com ciúmes e demonstrar sinais de carência. Nesse caso, é sempre bom buscar ajuda profissional, principalmente para tentar preparar o animal para a chegada do bebê. Os exemplos de comportamentos relatados por pessoas que viveram essa experiência, são:

  • Alguns animais que preferiam o homem da casa, de imediato o deixam de lado para se dedicarem a grávida.
  • Tornam-se mais protetores e ficam muito próximos da mulher. É comum ouvirmos casos como o cão ficar aguardando atrás da porta quando a dona vai ao banheiro,  dormem perto da cama dos donos e  outras demonstrações de aproximação.
  • Latem e emitem gemidos a todas as pessoas que querem se aproximar da "protegida". E alguns chegam até a avançar nas pessoas que querem se aproximar da futura mãe.
  • Finalmente, sinalizam o começo do trabalho de parto da dona, inclusive antes que ela o faça.
  • Passam a lamber ou cheirar o ventre que está crescendo. Essa é uma demonstração de carinho e é absolutamente normal!


Dicas para a chegada do bebê


Há muitos especialistas em comportamento animal que podem ajudar os donos a preparem o seu bichinho de estimação para a chegada do bebê. Contudo, daremos algumas dicas para que a chegada do bebê ocorra da melhor forma para toda a família:

Prepare o ambiente


Qualquer mudança na rotina do pet pode fazer com que ele fique sensível, carente ou estressado. Dessa forma, o melhor é alterar a rotina antes do nascimento do bebê para que não haja uma associação entre a mudança de rotina e a chegada do bebê. Pode-se proibir o acesso ao quarto do bebê, ou ainda mudar o horário de passeio, além de usar um boneco de treino (usando as roupas do bebê) para que o bicho se acostume com a atenção dividida. 

Tutores de gatos devem ter cuidado adicional de incluir uma proteção no berço do bebê para evitar que o gato fique dentro (se assim desejarem!)

Conhecendo o bebê


Apresentar o novo membro da família para o seu pet é uma etapa importante. Deixe que o animal sinta o cheiro do bebê através de uma roupinha usada. Para que associe a um momento agradável, os donos podem incluir um pestico durante o processo ou uma sessão de carinhos extras. Isso pode ser feito ainda quando a mãe e o bebê estão na maternidade.

Quando o bebê chegar, deixe que o pet cheire o pezinho do bebê enquanto os donos fazem afagos nele. As primeiras interações entre o bichinho e o bebê devem ser feitas sempre com supervisão dos pais, de preferência com o dono que o pet mais gosta. 

Vale salientar que a convivência com animais é super positiva para toda a família, inclusive o bebê que irá criar uma imunidade maior durante o convívio. Muitas pessoas acham que devem abandonar o animal por causa do bebê e na verdade, há estudos que mostram que o convívio com animais melhora o humor, reduz depressão, melhora pressão arterial e ainda pode prolongar a vida. Então, essa é uma ótima oportunidade de ter uma vida muito mais saudável em companhia do seu bichinho. E você? Já viveu uma experiência parecida? Conte para gente! Até a próxima!



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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Por que grávidas sentem tanto calor?


Quem nunca sofreu com a chegada do verão? É verdade que para quem gosta de praia essa é a melhor estação do ano. Contudo, se você estiver grávida é bem provável que o calor seja sentido de maneira muito mais intensa. Mas afinal, grávida sente mais o calor? Sim! isso é a mais pura verdade e vamos listar aqui o que faz com que as futuras mamães sofram mais com as temperaturas elevadas.

Por que as grávidas sentem mais calor?


A culpa dessa sensibilidade toda é nada mais nada menos do que dos hormônios da gravidez. As variações nos níveis hormonais, especialmente as quedas do estrogênio, são responsáveis pelas ondas de calor que fazem muitas grávidas prefiram o ar condicionado gelando tudo mesmo que seja inverno.

O estrogênio é encarregado de favorecer dilatação dos vasos sanguíneos para fazer chegar mais sangue necessário para o bebê.

Com a dilatação das veias e artérias, a temperatura corporal durante a gravidez pode aumentar cerca de meio grau. Isso faz com que a gestante sinta mais calor, transpire mais e tenha alguma dificuldade em suportar os dias mais quentes de verão.

Essas ondas de calor ocorrem durante toda a gravidez?


As ondas de calor na gravidez costumam ocorrer com mais frequência no segundo e terceiro trimestres de gestação. Sendo agravadas no verão, quando a temperatura do ambiente está naturalmente mais acentuada.

Além disso, alterações de glicemia também podem causar os famosos calores, por isso a gestante deve evitar ficar muitas horas sem comer ou comer quantidades muito grandes de doce de uma só vez.


Quais cuidados ter durante o verão?


Para ajudar a passar pelo verão a mamãe pode adotar algumas medidas como:

Vestir roupas leves e fáceis de tirar – Essa é a dica mais fácil para que as gestantes consigam lidar com as altas temperaturas do verão. As roupas leves garantem frescor e, como o calor pode surgir em ondas que vão e voltam, o ideal é apostar nas peças que não sejam muito difíceis para tirar.

Beber muito líquido – Tomar água durante a gestação é essencial para as futuras mamães e até para o desenvolvimento do bebê. Porém, também é possível apostar em bebidas isotônicas e água de coco, para repor eletrólitos perdidos com o suor e evitar a queda de pressão.

Alimentação saudável, leve e equilibrada – Consumir alimentos leves e mais saudável é importante não apenas para o feto, mas também ajudará com a digestão evitando que o metabolismo acelerado possa provocar ainda mais calor.

Eleve os pés – Grávidas sofrem com pernas mais inchadas e pesadas e isso pode se agravar nos dias mais quentes. Seguindo algumas dicas para diminuir o inchaço na gravidez, é possível reverter esse problema. Além de usar roupas confortáveis e meias de compressão, o repouso com a elevação das pernas estimula a circulação sanguínea.

Cuidado com os cremes para refrescar – Há mulheres que usam hidratantes para refrescar a pele e sentir menos calor. Porém, é preciso ficar atenta ao produto. Esses cremes que dão sensação de frescor podem contém substâncias proibidas para grávidas. Consulte um médico e procure por cremes próprios para gestantes.

Riscos do calor excessivo


O calor excessivo pode provocar queda de pressão, aumento da frequência cardíaca e até mesmo quadros de rinite.

É importante também ficar atenta para diferenciar um calor desses que vai e vem de uma febre, que eleva de fato a temperatura do seu corpo. As febres são sinal de uma infecção e quando estão altas podem ser perigosas para a gestação. Se a gestante tiver febre acima de 37,7 graus, o melhor a fazer é contatar seu médico para maiores orientações.

Lembre-se de manter-se hidratada e em ambientes ventilados, aumentando a ingestão de líquidos e alimentos leves. Assim, a mamãe garantirá um verão mais tranquilo (dentro do possível) para ela e o bebê! Até a próxima!

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Nidificação na gravidez


A preparação para a chegada do bebê acontece desde a descoberta da gravidez. Com o passar dos meses essa preparação se intensifica. Embora muitas mulheres não saibam, elas passam a sentir mais fortemente o fenômeno de Nesting ou a chamada Nidificação. Trata-se de um sintoma da gravidez mas poucas conhecem pelo nome, mesmo os sintomas sendo muito comuns. Se você está grávida, cedo ou tarde poderá experimentar esses sintomas!

O que é a Nidificação?


A Nidificação ou fenômeno de Nesting nada mais é do que o impulso de arrumar a casa e deixar tudo preparado para receber o bebê. O instinto de nidificação é um sentimento comum e natural, pode atingir a maioria das gestantes mas não é uma regra, já que cada mulher tem a sua forma de sentir a gravidez.

A Nidificação também é conhecida como: Assentamento da gravidez, Instinto Nesting (em inglês Nesting Instinct), Síndrome ou Fenômeno de Nesting, ou ainda síndrome do ninho arrumado.

Quais os sintomas?


O sintoma da nidificação é o desejo de arrumar a casa. Se antes a limpeza de casa costumava ser uma tarefa árdua, agora, a futura mamãe pode querer classificar meias, organizar latas no armário e criar um berçário elaborado para o seu recém-nascido. 

A mãe pode ficar mais resguardada de certas pessoas ou situações, se afastando de situações que considera negativas e até mesmo de pessoas negativas e que em nada contribuem para o seu bem estar.

Em alguns casos pode surgir uma preocupação imensa com a limpeza e organização, levando ao exagero.

Atividades mais comuns realizadas pelas futuras mamães:


  • Limpeza da casa em geral
  • Desinfecção de chão, objetos e afins
  • Reorganização de mobílias
  • Reorganização de guarda-roupas (jogar fora o que não é desejado ou utilizado)
  • Abastecer a cozinha com alimentos
  • Cozinhar algumas refeições
  • Preparar o quarto do bebê
  • Lavar, passar e organizar toda a roupa do bebê.


Alguns futuros papais também podem sentir a vontade de limpar e organizar! Eles podem começar a procurar um novo emprego, eles podem limpar o jardim, carro e garagem. Conheça aqui algumas Dicas para nidificação.


Quando o sintoma costuma aparecer?


O desejo de nidificação costuma aparecer para maioria das mulheres grávidas perto do terceiro trimestre, de acordo com pesquisadores da Universidade McMaster. Toda mãe, no entanto, é diferente, e o relógio biológico para a nidificação pode ocorrer no início da gravidez a alguns dias antes do parto. 


Preocupação lógica


O processo de nidificação envolve uma parte lógica. Diz respeito as atividades necessárias para chegada do bebê. Vão desde a compra de roupas e mobílias até a preparação do quarto do bebê. Dessa forma, para diminuir a ansiedade é bom utilizar-se de uma lista com as tarefas que faltam concluir até a chegada do bebê. E quanto mais cedo essa lista for completada menos ansiosa a gestante ficará. 


Processo emocional


O lado emocional de se preparar para a chegada do bebê envolve medos e dúvidas com a saúde da mãe e do bebê, principalmente se há risco de um parto difícil. Essas preocupações podem ser mascaradas pela mãe com a preparação da casa. É uma forma da mãe se adaptar a esse nova fase de sua vida, ajustando tudo para proteger seu filho. 


Risco da nidificação


Nesta fase da sua vida é importante ter as coisas limpas e organizadas, mas acima de tudo a grávida não  pode se colocar em risco. O perigo da nidificação está em priorizar a organização e a limpeza da casa quando a saúde da mãe não permite isso. Assim é importante que a mãe peça ajuda ou contrate se puder uma ajuda extra para esta fase.

Atividades potencialmente arriscadas para a saúde a mãe e do bebê, como pinturas e limpezas de áreas altas, devem ser deixadas para outras pessoas. Envolver o companheiro nas atividades ajuda no desenvolvimento do sentimento de paternidade. Contudo é preciso ter atenção aos esforços físicos. A gestante deve pensar no seu bem estar e no bem estar do seu bebê mais que tudo.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Sangramento vaginal em recém-nascidas


Com chegada do bebê em casa, tudo é novo e a família tenta se adaptar a toda nova rotina. Nesses primeiros momentos é normal ser surpreendido por situações que assustam, como é o caso de papais e mamães de menina, que podem se deparar com sangue na fralda da bebê. Mas calma! Antes de entrar em pânico, vamos juntos entender o causa isso e se é motivo de preocupação.

Por que a recém-nascida está tendo sangramento?


Meninas recém-nascidas podem ter um sangramento vaginal, uma espécie de "mini menstruação"! Os hormônios estão presentes em todas as fases de nossas vidas e estão sempre muito ativos no corpo feminino. Devido à alta exposição e variação brusca de hormônios nos quais os bebês estão expostos no útero da mamãe (o que é natural e necessário para o desenvolvimento saudável do bebê e prosseguimento da gestação).

Durante a gravidez, a mãe passa para a bebê uma grande quantidade de estrogênio, e após o parto, esse fluxo é interrompido e então há uma queda brusca no nível desse hormônio, podendo haver o processo natural de descamação uterina. Esse sangramento é bastante comum nas menininhas e freqüentemente confundido com sangramento anal ou cocô com fezes. No entanto, vale relembrar que é um acontecimento extremamente natural que desaparecerá em um ou dois dias.

Quais cuidados que se deve ter?


Um pouco de sangramento vaginal é natural, mas devemos ter atenção às características do sangue: observe se a quantidade é muito grande ou se está muito claro ou muito escuro, se a menina apresenta sinais de dor. 
Lembre-se: em um bebê, o que importa são os detalhes!

Caso você perceba que isso é muito recorrente, passou de um ou dois dias e não desapareceu, o ideal é você procurar o pediatra de seu bebê e se informar!

A higiene deve ser feita normalmente com água e sabão mas não se deve utilizar nada na parte interna da vagina, como cotonete ou nada do tipo. 

O que esperar nos primeiros dias da bebê? 


Inchaço na região dos grandes lábios - nos primeiros dias após o nascimento a região dos grandes lábios podem ficar inchadas e até mesmo estar desproporcional ao corpinho da menina. Isso acontece tanto pela retenção de líquidos (já que a bebezinha vivia em ambiente líquido dentro da barrida da mãe) e também pela ação dos hormônios maternos durante a gestação. Eles vão progressivamente desinchando com o passar dos dias. 

Secreção Vaginal - É normal notar a saída de secreção esbranquiçada e espessa da região genital, por até dois meses depois do nascimento. A causa é a mesma: ação dos hormônios maternos durante a gestação. A única recomendação é limpeza local a cada troca de fraldas. Não é necessário fazer uso de cotonetes para limpezas dentro da vagina! A secreção vai ficando progressivamente menos espessa até desaparecer!

Outras causas de sangramentos 


Existem muitos outros motivos que podem causar o sangramento em bebês recém-nascidos, independente do sexo, como:

Ingestão de pequena quantia de sangue através da amamentação: Pode acontecer com os bebês de ambos os sexos. Algumas a mamãe não percebe, mas podem surgir pequenas fissuras em seus seios, que liberam pequenas quantias de sangue que serão ingeridos pelo bebê juntamente com o leite. O sangue poderá ser eliminado no cocô e provavelmente terá um cor mais escura.

Assaduras ou fissuras anais: Bebês recém-nascidos passam por uma fase de adaptação intestinal, que pode causar as famosas cólicas. Algumas vezes junto com essa fase de cólicas fortes surgem as assaduras e as fissuras anais, que são pequenos cortes na região do ânus do bebê provocados pela saída do cocô (principalmente se o cocô estiver mais duro do que pastoso).

Alergias: Alguns bebês têm alergia a leite de vaca, de caixinha ou leite em pó próprios para crianças. Mesmo os bebês que mamam no peito, podem apresentar alergia ao leite de vaca ou derivado, que são ingeridos pelas mães.

Conheça melhor o bebê recém-nascido neste post!






segunda-feira, 24 de abril de 2017

Crianças que parecem clones de famosos

Nada mais comum e natural do que encontrar crianças que se assemelham a seus pais. Mas algumas vezes podemos nos surpreender com algumas crianças que são verdadeiros mini-sócias de celebridades que vemos nas capas de revistas.

Esta menininha de dois anos é a cara do Ed Sheeran


©Tom Davies ©Wikipédia Creative Commons

Seria o Gandalf em miniatura!?

©reddit.com ©New Line Cinema 

Assim cresceria a babá mais que perfeita Sra. Doubtfire

©reddit.com ©20th Century Fox 

Quando se assiste muitos filmes com Danny DeVito

©Shannon Bihamta ©REX 

Poderia ser uma foto antiga Jay Z! Não!?

BORED PANDA

Será um chef como Jamie Oliver?

©facebook ©facebook


Este é idêntico ao Kevin, da série de televisão The Office

©tumblr.com  ©NBC

Difícil dizer que não tem o DNA de Gordon Ramsey por aqui

©Twitter ©REM 

Esse baby é a cara do cantor John Legend

©Twitter  ©REX

Tão linda quanto a Jennifer Garner

BORED PANDA

Ele já é tão sério quanto Vladimir Putin

BORED PANDA


Trata-se do mini-Usher

BORED PANDA


O mesmo sorriso de ladinho de Seymour Hoffman

BORED PANDA

A felicidade de quem acredita que  pertence à família real ...

©reddit.com 

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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Engravidar grávida é possível?


Uma notícia que tem deixado muitas grávidas preocupadas afirma que uma mulher, mesmo grávida, pode desenvolver uma nova gestação. Será possível engravidar já estando grávida? Sim é possível! Entenda como uma outra gravidez pode ocorrer mesmo com uma gestação em curso.

Como ocorre a gravidez dupla?


Sabemos como ocorre a fecundação (se não souber, clica aqui para conhecer...) e após a implantação do embrião, ou seja, quando a mulher engravida, o corpo inibe que ocorra nova ovulação. Dessa forma, o corpo garante que apenas uma gestação se desenvolva. Contudo, algumas mulheres podem passar pelo fenômeno conhecido como superfetação. Nesse caso, a mulher pode ovular mais de uma vez por mês, e caso haja uma nova fecundação, pode haver nova implantação, onde a mulher passa a ter duas bolsas, com dois fetos em idades gestacionais diferentes. 

O que é superfetação?


A superfetação, que segundo a Scientific American, é o aparecimento de uma gravidez subsequente durante uma gestação em curso. A superfetação já foi reportada em várias espécies de animais. Texugos, martas, panteras, búfalos, lebres europeias e alguns cangurus apresentam casos de superfetação e é provável que existam muitas outras espécies que, pelo menos ocasionalmente, tenham proles com filhotes com idades gestacionais diferentes. 

Mas antes de ficar paranoica e proibir o marido de chegar perto até o fim da gravidez, saiba que para que isso ocorra é necessário que uma série de eventos improváveis aconteçam:

Liberação de mais de um óvulo - os ovários devem liberar mais de um óvulo, o que normalmente não ocorre numa gravidez normal. 
Rompimento dos bloqueios - sabe-se que o caminho até o óvulo é um caminho árduo para os espermatozoides. E com uma gravidez, esse bloqueio é mais intenso, já que o corpo age de forma a proteger a gravidez em curso. A progesterona atua sobre o muco localizado na abertura do útero (cérvix), que se torna viscoso, impedindo assim a penetração de outros micróbios e de espermatozoides no interior uterino.
Implantação do embrião - e depois de toda essa batalha, há ainda a necessidade de implantação do embrião, afinal, já existe um bebê crescendo e ocupando uma parte da parede do útero.

Assim, a superfetação depende da ocorrência de algo que o ciclo reprodutivo feminino está intrinsecamente programado para evitar.

Os casos de dupla gestação, com idades gestacionais diferentes, foram comprovados com base em métodos científicos apenas 11 vezes em toda a literatura. Contudo, uma pequena pesquisa pela internet, há alguns relatos de mulheres que afirmam terem descoberto um segundo feto após terem feito novos exames de ultrassom

Superestímulo ovulatório


Alguns dos casos de superfetação já descrito ocorreram em mulheres que se submeteram a procedimentos de estimulação ovulatória. Como o tratamento para a fertilidade altera o delicado equilíbrio hormonal associado à reprodução é natural que isso ocorra. 

Normalmente os casos de múltiplas ovulações se dá com dias de diferença e estão associadas ao uso de medicamentos que induzem esse processo para fins reprodutivos em pacientes que tenham problemas reprodutivos. Já os episódios com diferença de vários dias ou mesmo de semanas são episódios raríssimos. Talvez o mais famoso desses eventos seja a gravidez da estadunidense Julia Grovenburg, que concebeu em 2009 duas crianças com duas semanas e meia de diferença.

Casos de dupla gestação


Pete e Kate Mills tiveram duas meninas geradas com 10 dias de diferença. O caso aconteceu na Austrália em 2015. 
Gêmeas geradas com dias de diferença

A americana Julia Grovenburg, de 31 anos, ao fazer um ultrassom de rotina na 11a. semana de gestação, descobriu que havia um outro bebê concebido alguns dias depois do primeiro, o feto seria duas semanas e meia mais novo.

Ultrassom constatando a gravidez com idade gestacional diferente

Riscos da superfetação


Além da dificuldade de fixação do novo embrião ao engravidar, a falta de espaço é um complicador para essa nova gravidez.

Diferentemente da gestação de gêmeos, onde o óvulo se divide em dois ou dois deles são fecundados ao mesmo tempo, no caso de uma gravidez em gestante há uma diferença de idade entre os bebês, podendo gerar problemas, a depender da diferença. 

Há um risco maior de o novo ovócito fecundado não se implantar no local correto, já ocupado pelo primeiro embrião. Desse modo, há um risco de uma gravidez ectópica, na tuba uterina ou em outro local incorreto, gerando aborto espontâneo e risco de morte para a mãe. 

Normalmente são realizados dois partos cesarianos, em datas diferentes, expondo um pouco cada bebê, mas com grandes chances de ambos sobreviverem.

Até a próxima!








sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Como sentir o colo do útero


Conhecer o colo do útero permite que a mulher identifique as alterações que irão definir os prováveis dias férteis. 
Toda mulher deve ter intimidade com seu corpo para conseguir distinguir as sutis mudanças que ele apresenta de forma única. O toque vaginal é uma ferramenta para entender os sinais que o corpo mostra, indicando onde a mulher está no ciclo menstrual e quais seriam os dias com mais chances de conseguir engravidar.

Criando intimidade com seu corpo


Antes de tudo, para conseguir perceber as modificações do corpo durante o ciclo menstrual, é importante criar intimidade com ele. Isso só é possível com o passar do tempo. É importante entender cada pedacinho do seu corpo. Com relação ao ciclo menstrual, é necessário entender as alterações que o corpo passa durante todo o ciclo e observar como o corpo sinaliza essas mudanças.


Localizando o colo do útero



O colo uterino é a parte mais inferior do útero, fica cerca de 3 a 6 cm dentro da vagina e possui a forma de uma rosquinha com um pequeno buraco no centro. O canal interior do colo do útero, contém glândulas que produzem secreções que variam em consistência e qualidade em todo o ciclo, é o conhecido muco cervical. A posição e textura do colo do útero mudam ao longo do ciclo de ovulação.


Preparação para o toque vaginal


É importante higienizar muito bem as mãos com sabão e água (que pode ser morna). Deve-se evitar o uso de produtos que podem causar alergias, como loções ou cremes hidratantes. As unhas devem estar bem aparadas para evitar arranhar ou machucar o colo do útero durante o toque. Pode-se também optar pelo uso de luvas descartáveis.

Encontre uma posição confortável que torne o acesso ao colo do útero mais fácil. Pode ser de pé apoiado num banquinho, deitada ou sentada na cama, ou ainda sentada no vaso. 
Lembre-se apenas de higienizá-lo antes de fazer o toque. Algumas mulheres preferem ficar na posição de cócoras. Fazer uma flexão do tronco, curvando-se para frente também diminui a distância entre sua mão e sua vagina. Utilize qualquer posição que esteja mais a vontade.

Como fazer o toque vaginal



Delicadamente insira o seu dedo mais longo (indicador ou médio) em sua vagina, em direção ao fundo, até sentir o colo do útero. Pode-se sentir como um cilindro em direção a parte de trás das paredes macias de sua vagina. Se o dedo é longo o suficiente, ou dependendo do dia do ciclo menstrual, você deve ser capaz de circular o dedo a toda a volta do colo do útero e se sentir um pouco dentro no meio dele (chamada de orifício, a abertura para o útero).

Se preferir, pode lubrificar o dedo com um lubrificante à base de água para ajudá-la a deslizar mais facilmente. Não utilize vaselina, loção ou qualquer outro produto não marcado especificamente para uso na região.


O que observar no colo do útero


Para determinar qual o período do ciclo a mulher está, deve-se observar a textura do colo e do muco cervical, posição do colo uterino e se há abertura do colo. 


Textura do colo uterino


Colo Firme                                Colo Macio

O colo uterino pode ser suave e macio, como lábios fazendo biquinho, ou firme, como a ponta de seu nariz, dependendo se você está ou não ovulando.

Colo firme: ao tocar o colo do útero, a sensação é de estar tocando a ponta do nariz. 

Colo médio: textura intermediaria entre firme e macio/esponjoso. 

Colo macio ou esponjoso: ao tocar o colo, a sensação é de estar tocando o lábio. 

Muco cervical


Quanto mais perto da ovulação, mais  úmido o colo do útero fica. O muco passa a ter aspecto de clara do ovo, indicando que o período mais fértil está ocorrendo. Conheça mais sobre o Muco Cervical e o Muco Clara de Ovo.

Posição do colo uterino



Nas primeiras vezes que o sentir o colo do útero, poderá ser muito difícil determinar a altura do colo. Continue sentindo-o a cada dia ao longo de um mês ou dois, notando as diferenças na posição a cada semana. Eventualmente, você será capaz de dizer se ele está baixo ou alto.


Colo Alto                                                 Colo Médio                                                       Colo Baixo

Colo alto: nesta posição, o colo é mais difícil de tocar, pois está no topo da vagina. Muitas vezes só se consegue tocar a pontinha. outras vezes o colo está tão alto que nem se consegue tocá-lo. 

Colo médio: posição intermediária entre colo baixo e alto. 

Colo baixo: não é necessário inserir muito o dedo na vagina para encontrar o colo. Quando o colo está baixo, é possível sentir os lados do colo. 

Abertura do colo uterino


Colo Fechado                            Colo Aberto


Assim como a posição e textura, a abertura do colo do útero vária de acordo com o período do ciclo menstrual. 

Colo fechado: A sensação é de tocar a parede lisa do colo do útero. 

Colo médio: Abertura intermediaria entre aberto e fechado. 

Colo aberto: A sensação é de estar tocando uma covinha, muitas veze bem pequena. 

Interpretado as informações


Durante a menstruação: o colo normalmente está baixo e firme, e um pouco aberto, para permitir que o fluxo passe. Com textura mais firme, deixa a sensação de estar tocando a ponta do nariz. Apesar de não ser necessário observar a posição do colo durante a menstruação, pode-se fazer para fins de conhecimento. 

Após a menstruação: o colo se mantém baixo e firme, e a abertura do útero se mantém fechada. 

Perto da ovulação: quando a ovulação está se aproximando, os níveis de estrogênio vão aumentando, o colo vai ficando mais alto, perto do topo da vagina, e vai ficando cada vez mais macio, como a sensação de tocar o lábio. Fica mais difícil de alcançá-lo perto da ovulação mas a abertura fica ligeiramente aberta (permitindo a passagem dos espermatozoides), indicando que a mulher está entrando no período fértil. 

A posição mais alta indica o período mais fértil, com a textura mais suave. A posição pode variar um pouco no período fértil, o colo pode subir ou descer um pouco antes de atingir a posição ideal. Pode-se observar o colo alto, macio e aberto durante vários dias, mas é importante analisar o conjunto dos sinais de fertilidade. 

Após a ovulação: os níveis de estrogênio caem e o colo volta a descer, ficando mais firme e fechado. Esta mudança após a ovulação pode acontecer imediatamente, ou depois de algumas horas, ou mesmo de alguns dias. Cada mulher é diferente. 

É importante lembrar que a abertura das mulheres que já deram a luz é sempre maior. Nesse caso a mulher pode sentir que a abertura não fique tão fechada. 

Quando ocorre a gravidez: o colo às vezes sobe, ficando alto, macio e fechado. Mas isto pode acontecer em épocas diferentes em mulheres diferentes. Observar a posição do colo pra identificar a gravidez não é uma coisa muito certa ou confiável. Apenas o teste de gravidez positivo ou o ultrassom podem confirmar a gravidez.


Cada mulher é única


Vale salientar que nem todas as mulheres seguem o padrão descrito. Dessa forma, é importante não se preocupar caso o colo fique diferente do descrito durante determinado momento do seu ciclo menstrual. Há casos, por exemplo, de mulheres com úteros retrovertidos (virados para trás) que irão encontrar o colo mais facilmente perto da ovulação e as mulheres que deram a luz por via vaginal, poderão sentir o cérvix mais suave ao longo do ciclo. 

Cada mulher deve fazer a observação do seu ciclo de forma individual. O que é normal para uma mulher não necessariamente é normal para outra. É importante observar as alterações cervicais e suas variações em cada ciclo, anotando os padrões e sintomas que serão consistentes para você. 


Dica importante


A mulher deve ser consistente também na forma como faz o toque vaginal. A verificação deve ser feita sempre na mesma posição e no mesmo horário do dia, ou seja, em um agachamento antes de tomar banho pela manhã. Essa consistência é necessária pois uma mudança de posição ou de horário pode mudar a percepção do colo uterino, podendo confundir os resultados. 

Lembre-se que o toque é feito num local muito sensível, de forma que não deve ser feito com pressa ou bruscamente. Cada pessoa é responsável por sua saúde e não se pode fazer de qualquer forma, de maneira que cada pessoa deve ter cuidado para evitar problemas causados pelo mesmo. Até a próxima.

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