Mostrando postagens com marcador fecundação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fecundação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Os sintomas nas primeiras 12 semanas de gravidez


Procurar por sintomas de gravidez é o que toda mulher que deseja engravidar faz todos os meses. É difícil controlar a ansiedade na busca por indícios de que finalmente chegou sua vez na conquista do positivo. Dividimos os primeiros 3 meses de gestação e vamos explorar cada semana e tentar mencionar cada sintoma que possa indicar que há um bebê à caminho.

A 1ª Semana de Gravidez



A chamada 1ª semana é marcada por nem imaginar que esse será o ciclo em que conquistará o positivo! Isso mesmo! Não se tem ideia de nada pois na verdade a gravidez propriamente dita ainda não ocorreu. O motivo disso é que, na verdade, determinar o dia em que a mulher ovulou e o momento em que houve a fecundação é muito, muito difícil. Dessa forma, se fossemos contar a gravidez a partir desse momento seria difícil determinar com exatidão para quando seria o parto. Assim, convencionou-se a contar o tempo de gestação a partir do primeiro dia da menstruação. Portanto, é impossível ter sintomas de gravidez quando ainda não se está grávida. Provavelmente a mulher ainda sofre com os sintomas da menstruação, mas nunca sintomas de gravidez.

Conheça mais sobre como se conta o Tempo de Gestação.

A 2ª Semana de Gravidez



A segunda semana é aquela em que passou a menstruação mas a mulher ainda não ovulou, assim, também não há nenhum sintoma além daqueles que indicam que a ovulação está preste a acontecer. A menos que se tenha um ciclo menstrual mais curto (26 dias ou menos), não haverá ovulação antes do fim dessa semana. Ainda assim, não haverá sintomas, já que apenas a fecundação irá apresentar os primeiros sintomas perceptíveis.


Os sintomas mais comuns são da ovulação e variam de mulher para mulher como cólicas, sensibilidade mamária, alterações do olfato e paladar, pequenos sangramentos de ovulação e do muco vaginal. (Saiba mais em Como sei se estou ovulando?)

A 3ª Semana de Gravidez



Embora na terceira semana a mulher já possa estar grávida, ainda não haverá grandes indícios disso. Isso ocorre pois do momento da fecundação até sua chegada no útero leva de 6 a 12 dias. Durante esse processo, pode ser que a mulher sinta alguma cólica, resultante do movimento do óvulo até o útero. O mais comum é que a fecundação ocorra na 3ª semana e a implantação propriamente será completada por volta da 4ª semana, na maioria das vezes. Entenda detalhes de Como ocorre a fecundação.

O momento da implantação é o que pode apresenta algum sintoma. Além de uma leve cólica, algumas mulheres costumam apresentar um sangramento de Nidação

Saiba que embora o processo gestacional já tenha iniciado com a fecundação, a medicina só considera que há gravidez quando a implantação ocorreu sem problemas. Se por qualquer motivo não houver a fixação na parede uterina, o organismo cuida de parar o processo e eliminar o embrião. 

Muitas mulheres podem passar por esse momento sem se quer suspeitar que houve um início de implantação, já que isso costuma ocorrer no mesmo período em que a menstruação deveria vir. Esse problema é conhecido por algumas mulheres e é chamado de Gravidez Química

A 4ª Semana de Gravidez



Enfim é chegada a semana em que a mulher está realmente grávida. O processo de nidação do embrião foi concretizado com sucesso e os primeiros sintomas podem aparecer. 

Na 4ª semana de gestação calculada pela DUM corresponde mais ou menos a 2ª semana após a relação sexual que deu origem à fecundação do óvulo e a 1ª semana de gravidez de fato. Nesse momento, o embrião tem cerca de 0,2 mm de diâmetro, é composto por cerca de 200 células e acabou de se implantar na parede do útero. Nesta fase, o embrião é tão pequeno que ainda não é possível ser visto pelo ultrassom.
Com a implantação do embrião, iniciou-se a produção de hCG, que é o hormônio responsável pela manutenção da gestação nos primeiros meses. Junto com a progesterona, hormônio que aumenta bastante durante a gestação, surgem os primeiros sintomas. Eventualmente, sintomas como náuseas e vômitos, sensação de barriga distendida, vontade frequente de urinar, cansaço e alterações do humor podem surgir no final da 4ª semana de gestação, mas eles são mais comuns a partir da 5ª e 6ª semanas.

A 5ª Semana de Gravidez



Apesar de ser a 5ª semana de gravidez, isso utilizando a data convencionada pela DUM, a gravidez de fato está em sua 2ª semana, mais ou menos.

Neste momento, a produção de hCG acelera e a concentração sanguínea desse hormônio dobra a cada 48h. Os níveis de estrogênio e progesterona também estão elevados, o que favorece o surgimento de sintomas e alterações no corpo da futura mãe. Descubra como funciona o Beta hCG.

Além da sensibilidade, as mamas crescem e o mamilo começa a escurecer. Os lábios vaginais também tonam-se mais escuros. Um cansaço leve, aumento da vontade de urinar, alterações de humor, aumento da salivação e aumento dos gases intestinais são sintomas que costumam surgir ao longo desta semana.

A 6ª Semana de Gravidez



Seguindo o cálculo base da DUM, a gravidez na 6ª semana seria a 3ª de gravidez efetiva.

Algumas mulheres poderão chegar a está semana sem sintomas relevantes, são as chamadas sortudas. Contudo, dificilmente poderão seguir a diante adentrando a 7ª semana sem sintoma algum. Durante a 6ª semana há um acentuamento dos sintomas iniciais. Para aquelas que começaram a sentir algum desconforto já na 4ª semana, pode sentir um aumento no cansaço, nas idas ao banheiro, piorando a noite, além é claro do conhecido enjoo matinal (Como aliviar com os enjoos na gravidez). 

Costuma ser a semana em que o parceiro começa a perceber as alterações no paladar e olfato da companheira. É quando os desejos ou aversões por alimentos específicos podem aparecer. Alterações no humor, medos e aumento das mamas passam a ser marcantes nesta fase.

O embrião ainda é muito pequeno (não tem nem 1 cm de comprimento) e o útero praticamente não mudou de tamanho. Porém, a gestante sente-se com a barriga inchada e pode notar que as suas calças já não lhe cabem mais tão bem.

A 7ª Semana de Gravidez



Até o final da 7ª semana, cerca de 90% das mulheres podem notar sintomas claros da gravidez. É bastante comum apresentar enjoos, excesso de salivação, muito muito xixi, aumento do cansaço e do sono, seios maiores e mais sensíveis, sobe e desce emocional, barriga inchada e um pouco mais dura e algumas vezes pode sentir refluxo gastrointestinal. E para algumas há ainda o inconveniente sintoma de prisão de ventre.

Para aquelas mulheres que são muito ativas, pode-se perceber que não há animação nas atividades antes cobiçadas. Tudo que pode passar pela cabeça da nova mamãe é a vontade de aproveitar muito bem a sua cama ou outro lugar qualquer que se possa dar um cochilo. Tonturas também podem ser sintomas comuns. 

Embora os enjoos e a aversão a alguns alimentos, a mulher pode notar um ganho maior de peso. 

Da 8ª a 12ª Semana de Gravidez



O início do terceiro mês, marcado pela 8ª semana traz muita novidades. E até o final do 1º trimestre ao final da 12ª semana, muito estará mudando dentro e fora da gestante.

Muitas mulheres poderão sentir-se plenamente grávidas, enquanto outras, possam levar um pouco mais de tempo para se adaptar a tantas mudanças. Os sintomas que tinham que surgir já surgiram, e a tendência é que eles se tornem mais intensos até a 11ª-12ª semana, quando a pior fase começa a passar. O enjoo e o cansaço intenso tendem a desaparecer após a 12ª semana. Porém, boa parte dos sintomas permanecem, principalmente a vontade frequente de urinar  e o refluxo.

Aquele comercial de margarina com a mulher linda nos primeiros meses da gravidez pode parecer uma tremenda enganação. Não são todas as mulheres que percebem a pele mais brilhante e macia, muitas na verdade percebem um aumento na acne, oleosidade, pigmentação, podendo mesmo aparecer pequenos vasos, engrossar os pelos e alterar as unhas. Pode ser que a mulher note que os cabelos e unhas crescem mais rapidamente. Tudo isso por causa da intensa exposição aos hormônios progesterona e estrogênio. Algumas mulheres poderão também sentir que as gengivas estão mais frágeis, e a ocorrência de gengivite também é comum. 

Embora muitos médicos digam ser improvável, ao final de 12 semanas, algumas mulheres podem sentir o bebê mexer, sensação descrita como borboletas no estomago. Tudo depende de quão bem a mulher conhece seu corpo ou mesmo se não se trata da primeira gestação. A verdade é que esse sintoma pode ser confundido com os movimentos de gases dentro dos intestinos, pois o feto tem cerca de 5 a 6 cm a essa altura. 



Apesar de tantas mudanças, o melhor é não tentar comparar o que uma pessoa sentiu com o que você sente. Isso serve apenas para deixar a gestante mais ansiosa. Cada gravidez é única e portanto, não se deve comparar. O importante é tentar aproveitar o momento da melhor forma possível, superando os incômodos comuns, e guardando boas lembranças dessa linda fase. Até a próxima!

Leia também:






sexta-feira, 29 de julho de 2016

Sangramento de Ovulação


Para quem está tentando engravidar, saber quando a mulher está prestes a ovular pode ser muito útil no planejamento de quando ter relações sexuais.O corpo muitas vezes manda sinais que ajudam a identificar o melhor período para engravidar. A primeira coisa a saber, em caso de demora da chegada do positivo, é saber se a mulher está ovulando normalmente. 

A maioria das mulheres durante o período fértil apresentam uma boa quantidade de muco fértil, conhecido como muco clara de ovo. Contudo, uma pequena parte apresenta outro sinal, que embora menos conhecido, também indica que é o período certo para a concepção que é um pequeno sangramento de ovulação.


Lembra o que é ovulação?


A ovulação é a liberação de um óvulo do ovário e é essencial para engravidar. A ovulação é desencadeada espontaneamente cerca de 36-40 horas após os níveis sanguíneos de um hormônio chamado hormônio luteinizante (LH) subir. Isso é chamado de pico de LH. Uma vez liberado do ovário, o óvulo é captado e viaja pelas trompas de Falópio onde ele pode encontrar o esperma (sêmen) para ser fecundado. (Como sei se estou ovulando?)


O que é o sangramento de ovulação?



O sangramento de ovulação (que ocorre cerca de 14 dias antes da sua menstruação) é uma pequena perda de sangue, que não costuma ser frequente, mas pode acontecer mais de uma vez. Esse sangramento pode ou não ser percebido pela mulher, seja por uma pequena mancha na calcinha ou mesmo durante uma ida ao banheiro. Algumas mulheres nunca tiveram ou terão o sangramento proveniente da ovulação, mas isso também não indica qualquer problema. Cada corpo é único e tem sua própria maneira de reagir a certos fatos.


Porque acontece o sangramento de ovulação?


O sangramento de ovulação ocorre devido ao rompimento da parede do ovário. Ocorre que o ovário não tem uma abertura por onde o folículo ovariano possa ser liberado. Dessa forma, com o auxílio do LH, a parede do ovário fica mais fina, possibilitando uma ruptura natural no momento da ovulação, e é por causa dessa ruptura que pode haver uma pequena quantidade de sangue percebida durante esse período. Através dessa abertura, o óvulo é liberado para que seja fecundado (ou não), sendo capturado pelas trompas de Falópio, indo em direção ao útero. Muitos especialistas consideram que os pequenos sangramentos de ovulação são um sinal de fertilidade. 




O sangramento de ovulação normalmente se apresenta semelhante a borra de café, podendo ser acastanhado, caramelo ou ainda como um sangue ralo e aguado, sempre em pequenas quantidades, não sendo motivo de preocupação. Não há um padrão para determinar quando ou quantas vezes a mulher pode ter o sangramento de ovulação, nem ao menos pode-se dizer se uma vez percebido o mesmo se repita por outros ciclos. 


Qual dia do ciclo pode ocorrer?


O sangramento de ovulação ocorre durante a ovulação, normalmente cerca de 14 dias antes da data prevista para a próxima menstruação. Mulheres com ciclos mais longos pode ter uma fase lútea maior, fazendo com que essa estimativa seja diferente. Pode ser percebido no dia da ovulação, e por até dois dias após a liberação do óvulo. (Insuficiência da fase lútea e Gravidez)

Qual o melhor dia para concepção?


Normalmente, o dia em que se percebe o sangramento é justamente o dia que o óvulo está sendo liberado, então deve aproveitar esse momento para intensificar os namoros. Ele pode durar de 2 a 3 dias, de forma que se você for esperar o sangramento cessar, perderá dias importantes e diminuirá as suas chances. O ato sexual durante o sangramento de ovulação é liberado, necessário e não traz qualquer complicação para a mulher e sua fertilidade.


Como identificar se é sangramento de ovulação?


Existe algumas formas de identificar se o sangramento percebido é por causa da ovulação por meio de testes de ovulação, medição da temperatura basal, ultrassom e observação do Muco cervical ( que é elástico no período fértil) para saber se a ovulação está próxima ou se já aconteceu.



Com o auxílio de algum desses métodos, é possível ter certeza se de fato é um sangramento de ovulação. Se o ciclo for regulado e o sangramento acontecer exatamente no dia previsto para ovulação, também é um indicativo forte de sangramento de ovulação.

Muitas mulheres confundem o sangramento de ovulação com o sangramento de implantação. O sangramento de implantação ou nidação é o momento em que o embrião se implanta no útero. Normalmente isso ocorre mais próximo do dia previsto para a chegada da menstruação. Uma forma de diferenciar os tipos de sangramentos, já que são muito parecidos, é a data em eles ocorrem. O sangramento de ovulação acontece cerca de 14 dias antes da menstruação, enquanto que o sangramento de implantação será alguns dias após a ovulação.
Qualquer sangramento que ocorra fora do dia previsto para a menstruação é um sinal que o corpo envia, pode ser apenas uma resposta fisiológica ao ciclo menstrual ou pode representar alguma outra coisa, portanto o ideal é que um médico seja consultado,  para que seja feito um exame clínico e ultrassom e saber a causa do sangramento. Até a próxima!






quarta-feira, 15 de junho de 2016

Como ocorre a fecundação



Sabemos que para engravidar (gravidez natural) é necessário ovular, ter o óvulo fecundado, esperar que o embrião se implante no útero e voilà: ocorre a gravidez! Embora a ideia é simples, cada etapa dessa linda jornada tem suas particularidades e conhecer como funciona o passo-a-passo depois que ovularmos, ajudará a não ficar tão ansiosa quando alguém disser que ainda é cedo para fazer o teste de gravidez. 


Antes da fecundação há a ovulação



Tudo começa no ovário, que é uma massa em ebulição lenta e constante. Dentro dele formam-se os folículos dentro das quais amadurecem os chamados oócitos (oo = ovo; cito = célula), que ao se desenvolverem transformam-se em óvulos. Folículo e oócito crescem lentamente, o primeiro um pouco mais depressa. Quando alcança o dobro de seu volume primitivo, o oócito começa a apresentar uma membrana espessa e elástica, chamada zona pelúcida. O folículo que circunda o oócito cresce também e se aproxima da superfície do ovário, já então com o nome de folículo de Graaf. E o oócito dentro dele passa a chamar-se óvulo. Finalmente, como uma bolha pastosa, o folículo se rompe na superfície do ovário (mas não estoura) e libera o óvulo na cavidade abdominal (ovulação). O óvulo vagueia livre, circundado por material folicular que o acompanha e envolve como um chumaço: a coroa radiada, formada por uma aglomeração de pequeninas células).



Captação do óvulo pela trompa



Antes da liberação do óvulo, ocorre uma lenta aproximação mútua da trompa e do ovário. Ocorre uma tentativa de encurtar a distância entre os dois órgãos, deixando o trajeto ovário-trompa mais fácil de ser percorrido.

A trompa começa fazer movimentos, como ondas rítmicas que a percorrem toda, no sentido do útero. Mas o fator mais importante na captação e movimentação do óvulo provém dos movimentos ondulatórios dos cílios que forram o interior da trompa. Daí resulta a movimentação dos líquidos abdominais, numa corrente dirigida para a cavidade uterina. A trompa atua como um exaustor e tenta aspirar o óvulo, que não é dotado de movimento próprio. 

Apesar desse mecanismo, o óvulo de vez em quando se perde e fica vagueando pela cavidade abdominal, onde, em casos raros, pode ser fecundado. Além disso, sabe-se que se uma mulher for dotada apenas do ovário esquerdo e trompa da direita, ou vice-versa, o óvulo contornará misteriosamente o útero, para penetrar na trompa do lado oposto. Os ovários em geral produzem óvulos alternadamente, mas nem sempre. E se um dos ovários for extirpado, a mulher continuará a menstruar todo mês, porque o ovário remanescente assumirá as funções do outro.


Tempo em que pode ocorrer a fecundação



Para que haja uma possibilidade de gravidez o óvulo deve ser fecundado nas primeiras 24 horas após a ovulação. Se não for fecundado, entrará, rapidamente em deterioração e perderá as suas capacidades reprodutivas. Isso não quer dizer que só possamos engravidar durante 24 horas. Isto apenas significa que a fecundação só pode ocorrer durante esse período de tempo. 
Ocorre que, embora o óvulo tem uma "vida" curta no que toca a capacidade de gerar uma vida os espermatozoides tem um tempo de vida maior, permitindo que, caso a mulher tenha tido relação no período fértil, possa haver espermatozoides prontos para a fecundação no momento em que o óvulo for liberado. Em média, um espermatozoide sobrevive de 3 a 5 dias dentro do corpo da mulher, mas a taxa de sobrevivência de alguns espécimes poderá ir até 7 dias! (Descubra mais sobre o tempo de vida do espermatozoide!)

De acordo com evidências científicas, toda esta jornada de 12 cm requer aproximadamente de 30 a 40 minutos. De forma simples: se a ovulação ocorrer nas 24 horas anteriores ao final da jornada dos espermatozoides, o óvulo estará na trompa a aguardar e ainda poderá ser fertilizado. Se a ovulação ocorrer mais de 24 horas antes da ejaculação, o óvulo já terá começado a deteriorar-se e fragmentar-se, tornando impossível a fertilização. E por fim, se a ovulação ainda não ocorreu (até 2 ou 3 dias) após a relação sexual, o espermatozoide estará vivo, esperando encontrar com o óvulo e realizar a fertilização. 




Na corrida pela fecundação



Quando o homem ejacula, ele  libera no corpo da mulher, de 2 a 5 centímetros cúbicos de esperma. Cada centímetro cúbico contém aproximadamente de 100 a 200 milhões de espermatozoides, às vezes mais, e cada espermatozoide mede em torno de 2,7 milésimos de milímetro. Ejaculados na vagina, lago seminal e alguns diretamente no canal do colo do útero, dezenas ou centenas de milhões de espermatozoides procuram sair do inóspito meio ácido da vagina, em rápidos movimentos ondulatórios de sua longa cauda. 



É a maior competição de natação do mundo. À velocidade média de 2 a 3 milímetros por minuto, os espermatozoides nadam até o colo do útero, transpõem o canal cervical, penetram no útero, nadam pelos líquidos da parede uterina até a entrada da trompa e atravessam-na quase toda para interceptar o óvulo no terço externo do conduto, ou seja a região ampular, próxima do pavilhão da trompa. Todo o trajeto é feito em pouco mais de uma hora. Isso equivaleria ao esforço de um nadador que percorresse 1800 metros por minuto, numa extensão comparável à da travessia do Canal da Mancha. E de mergulho, porque os espermatozoides carregam consigo o próprio oxigênio. E mais: contra a corrente, na maior parte do trajeto.


Por que os espermatozoides correm para o óvulo?


Alguma vez já parou para pensar no motivo dos espermatozoides façam o caminho certinho da entrada do útero até o óvulo? Ocorre que o óvulo contém substâncias químicas que funcionam como um imã para os espermatozoides. Quando ovulamos, essas substâncias causam uma atração irresistível para os peixinhos, fazendo-os percorrerem todo o caminho nada fácil para chegar ao óvulo. Além disso, substâncias do sêmen estimulam as contrações da musculatura do útero, que juntamente com os movimentos dos flagelos, levam os espermatozoides até a tuba uterina.



Existirá apenas um campeão!



Milhares de espermatozoides morrem no caminho, uma vez que o ambiente vaginal é ácido e há células de defesa prontas para eliminar os "invasores", já que o sistema imunológico da mãe tem a função de destruir qualquer corpo estranho existente em seu organismo. No entanto, outros milhares de "sobreviventes" continuam juntos a lutar contra as barreiras para entrarem no óvulo.

Ao encostar nas camadas mais externas do óvulo, acontece uma reação no acrossomo dos espermatozoides liberando enzimas digestivas que ajudam a dispersar as células foliculares.

Após um árduo trabalho, apenas um espermatozoide penetra o óvulo (o processo de penetração leva cerca de 20 minutos) e neste exato momento, uma contra-ordem elétrica se produz na membrana situada por baixo da zona pelúcida, que se fecha, impedindo a entrada de qualquer outro. Quando o primeiro espermatozoide atingir a membrana vitelínica, mais interna, impedirá a entrada de outros.


Momento da fecundação



No momento da penetração, a cabeça do espermatozoide mergulha no óvulo. Mas a cauda, aquele precioso instrumento de locomoção, fica de fora. Já dentro do óvulo, a cabeça aumenta em quatro vezes seu tamanho original, abre-se e libera o núcleo que traz toda a bagagem genética do pai. Uma vez liberado, ele vai de encontro ao núcleo do óvulo, que possui a bagagem genética da mãe. No momento do encontro, os dois núcleos fundem-se e é produzido o amálgama cromossômico. A união dos conteúdos dos pronúcleos masculino e feminino é um processo chamado cariogamia. É nesse momento que é originado o zigoto, a primeira célula do novo ser.


Fertilização do óvulo


O óvulo deixa de ser o que era e passa a se chamar "ovo" ou "célula-ovo" e o núcleo do espermatozoide deixa de existir. 



Uma das coisas mais importantes que acontece durante a fusão dos núcleos é a definição do sexo deste novo ser. Tanto o núcleo do óvulo como o núcleo do espermatozoide carregam no seu interior 23 cromossomos, bastões microscópicos com todas as características biológicas. Da fusão dos dois núcleos resultam 46 cromossomos, dispostos em pares. Mas o último par é que irá definir o sexo do embrião: se for XX será uma menina; se for XY, um menino. O núcleo do óvulo é sempre portador de cromossomos X. Portanto, quem determina o sexo é o núcleo do espermatozoide: 50% dos espermatozoides carrega, em seu núcleo, um cromossomo X, os outros 50%, um Y. Assim, as chances de conceber uma menina ou um menino, são absolutamente iguais.

Devemos lembrar que os espermatozoides com carga XX (menina) são mais resistentes, enquanto os de carga XY (menino) são mais rápidos. Então, caso a relação tenha ocorrido dias antes da ovulação, é mais fácil que tenha espermatozoides que irão fecundar uma menina, já que são mais resistentes, enquanto que em relações mais próximas a ovulação, provavelmente será fecundado por um espermatozoide com carga masculina, que chegarão mais rápido ao óvulo.


Formação do embrião



A partir da formação do zigoto começa um processo de divisões celulares que originará muitas células. Essas segmentações ou clivagens do zigoto marcam o início do desenvolvimento embrionário. Quando chega a um estágio chamado blastocisto, o embrião poderá se implantar na parede uterina.
A primeira clivagem ocorrer cerca de 24 horas após a fertilização, portanto no 2º dia após as relações sexuais a partir daí, a cada doze ou quinze horas, ocorre uma nova divisão,  e o blastocisto é formado entre o 4º e o 7ºdia.


Formação de gêmeos



Eventualmente se a mulher liberar dois ovócitos ou mais durante a ovulação, e ambos forem fecundados, serão formados dois zigotos que originarão dois embriões com características diferentes. Se os embriões fizerem a nidação e se desenvolverem, nascerão gêmeos dizigóticos, também chamados fraternos ou bivitelinos.



Se um único zigoto durante as clivagens se separar e formar dois embriões, eles terão as mesmas características, sendo chamados gêmeos monozigóticos ou univitelinos. Dependendo do estágio em que ocorre a divisão do zigoto em dois embriões, eles poderão ter a própria placenta e bolsa amniótica ou compartilhá-la. Na maioria dos casos, esse processo ocorre entre o 4º e o 10º dias do desenvolvimento embrionário, de tal forma, que cada embrião tem seu cordão umbilical mas compartilham a mesma placenta e bolsa amniótica.


Fertilização in vitro


Quando existe qualquer dificuldade do casal em conceber, existe a possibilidade de fazer a fertilização artificialmente em laboratório, através de um processo chamado fertilização in vitro.

Na fertilização in vitro os óvulos são fertilizados fora do corpo da mulher e depois introduzidos dentro do útero para que ele possa se desenvolver. Entretanto, muitas vezes o óvulo fecundado não consegue se fixar na parede do endométrio e se desenvolver, por isso é comum que tenha que se repetir o processo. Conheça melhor o processo de fertilização in vitro nesse post!


Percurso até o útero


Enquanto ocorre essa divisão, o ovo caminha em direção ao útero guiado pelos cílios da trompa. Este tempo de percurso dentro da trompa é muito crítico, pois o novo ser, também está exposto aos ataques do sistema imunológico da mãe. Pesquisas revelam que um em cada três óvulos fecundados não evoluem para uma gravidez, isto é, ela não pega e o ovo é espontaneamente expulso durante as duas primeiras semanas, antes mesmo do atraso das regras. Inúmeras vezes isso passa despercebido para a mulher. A menstruação ocorre, podendo atrasar alguns dias e costuma ser mais abundante que o normal. Este abortamento natural poderia ser um mecanismo natural de defesa da nossa espécie, para impedir nascimentos de crianças prejudicadas por irregularidades na divisão celular, como por outros problemas com o ovo, também é conhecido como gravidez química. (Saiba mais a respeito de gravidez química!)


Nidação e Início da Gravidez


Se houver implantação ou nidação do blastocisto na parede do endométrio uterino, iniciará a gravidez, caso contrário ele será eliminado junto com a menstruação. A nidação pode ocorrer cerca de 1 semana após fecundação. Conheça mais detalhes da nidação!

Como podemos notar, a fecundação é um processo que não ocorre de um dia para o outro. Algumas mulheres ficam extremamente ansiosas quanto ao tempo para fazer o teste de gravidez. A verdade é que por não se saber exatamente o dia da ovulação (mesmo os testes de ovulação indicam que a mesma pode ocorrer de 24 a 48h após o positivo), a menos que se faça ultrassom, não se pode calcular com exatidão os dias que levarão para que todo o processo tenha fim e que consigamos ter o positivo. Assim, o melhor é mesmo esperar que se passe ao menos o dia esperado da menstruação para que não se tenha a tristeza de um falso negativo. Paciência é a primeira regra que toda pré-mãe deve aprender, ainda que seja muito mais difícil fazer do que falar. Até a próxima!

Leia também:

Calcular o período fértil

Nidação: entendendo um pouco mais.

Gravidez Química - O que é?

Primeiros Sintomas de gravidez

Beta HCG - Qualitativo e Quantitativo

Teste de gravidez

Fertilização in vitro - FIV

Sangramento de Ovulação

Como engravidar de gêmeos?

Como engravidar de menina

Como engravidar de menino

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nidação: entendendo um pouco mais

ovulo-utero
Nidação do embrião

Quando estamos a espera da chegada da menstruação, costumamos ficar pensando no que acontece com nosso corpo e quais sintomas podem indicar que enfim o positivo está a caminho. Muitas pré-mães tem dúvidas a respeito de como ocorre e o que é a nidação. Já li muitos depoimentos contando que nunca tiveram essa tal de nidação, mesmo algumas grávidas costumam fazer essa afirmação.

Na verdade, toda mulher grávida ou que já tenha tido uma gravidez teve a nidação. O que muitas não tiveram é um sintoma característico, mas nem sempre observável, do sangramento de nidação.

A palavra nidação tem origem no latim nidus, que significa "ninho”. Então o processo de nidação nada mais é que o embrião fazendo seu ninho no útero. Lugar onde ele ficará fixado e protegido (desejo de toda mãe) até o fim da gestação.

Entendendo o processo


Após a fecundação do óvulo nas trompas de Falópio ocorre uma movimentação do mesmo até o útero. Durante esse processo é que vão ocorrendo as divisões celulares que serão futuramente tecidos e órgãos do bebê. Trata-se de um período onde o ovo fica mais vulnerável, pois o corpo da mãe pode considerar o mesmo um agente nocivo, dessa forma tentará eliminá-lo.

nidacao
Caminho do óvulo da fecundação até o útero

Geralmente, a cada 3 óvulos fecundados que percorrem este caminho, somente 1 consegue chegar ao útero para a nidação. Vencida essa etapa ao chegar lá, o embrião "se afunda" no endométrio (parede que reveste o útero) fixando-se no mesmo.

O sistema da mãe faz uma verificação natural a fim de preservar apenas o embrião mais viável. Dessa forma, durante o processo que o embrião encaminha-se até o útero, o organismo confere se existe alguma má formação celular, e em caso positivo, interrompe o processo para que haja expulsão natural do ovo, é o caso da gravidez anembrionária.

O endométrio necessita estar apto a receber o embrião de forma segura. Se a parede do útero estiver fina demais, o embrião não conseguirá se fixar e poderá ocorrer o abortamento do mesmo. Assim sendo, um endométrio viável terá cerca de 7mm a 15mm e será constituído de 3 camadas.

slide_6
Nidação detalhada

Processo de Nidação


Dias após a fecundação, o ovo, com as células ainda em multiplicação, faz sua descida ao útero e começa a procurar um lugar para se fixar. Nessa altura, um hormônio ovariano, a progesterona, já terá preparado o endométrio para alimentar o ovo, mediante suprimento adicional de glicogênio e outras substâncias nutritivas. Sem isso, dificilmente o embrião "vinga". Acontece às vezes de o óvulo fecundado acomodar-se na mucosa da trompa, e não na do útero. Ou mesmo, em casos raríssimos, em alças intestinais e outras mucosas. São casos patológicos (gravidez ectópica), em geral muito graves, por ameaçarem a vida da mãe. 

Normalmente, dentro do útero, o ovo se transforma numa bolha sólida cheia de liquido. Por dentro desse globo, num dos pólos, aglomera-se um tipo especial de células, numa protuberância interna do tamanho de uma cabeça de fósforo. O ovo agora se chama blastocisto (blasto = que vai gerar algo; cisto = cavidade). Mais tarde, a parede do blastocisto, chamada trofoblasto, irá dar origem à placenta. 

A massa polar de células dará origem ao embrião. Quando o blastocisto finalmente faz contato com o endométrio, as células do trofoblasto atacam vigorosamente as células endometriais e as vão destruindo. Os elementos constituintes das células do endométrio servem para alimentar o blastocisto nesse estágio, que ataca tudo vorazmente, inclusive microscópicos vasos capilares da região. E o sangue da mãe começa a alimentar o filho. O rompimento dos vasos, devido ao processo de nidação, forma lagunas de sangue que alimentam o blastocisto. O endométrio começa a transformar-se, num processo que se irradia circularmente do ponto em que o trofoblasto ataca, em geral a região mais alta do útero, mas nem sempre.
Em torno do sétimo ao décimo dia após a fecundação o blastocisto fixa-se ao endométrio (momento culminante da nidação) e, finalmente, entra em contato com a mãe. Após a fixação do blastocisto, começa a formar-se o embrião, que toma esse nome três semanas depois.

O endométrio na nidação


O endométrio recobre o blastocisto e forma em torno dele uma cápsula de tecido modificado. A modificação do endométrio chama-se reação decidual, porque o tecido endometrial se transforma em decídua ("que desce", ou cai), a ser expulsa no parto. A cápsula vai crescendo, dentro do útero, com o embrião dentro dela. É importante notar, portanto, que o embrião não se desenvolve dentro da cavidade normal do útero, mas dentro de uma cápsula hermética que, ao crescer, acaba por ocupar toda a cavidade uterina e dilatá-la. A razão disso é a necessidade de proteger o embrião ou feto contra qualquer contato direto com o exterior. Isso não aconteceria se o processo decorresse dentro da cavidade normal, que se comunica com a vagina através do canal do colo do útero.
O endométrio transforma-se em três tipos de decídua: a parietal que é a que continua a revestir internamente o útero nas partes ainda não atingidas pela cápsula onde se aloja o embrião; a decídua capsular, que envolve a cápsula; e a decídua basal (de base), que fica por baixo dela. O trofoblasto primitivo regride na decídua capsular e forma uma camada lisa por baixo dela, o cório careca. Junto à decídua basal, o trofoblasto se transforma em cório frondoso, de onde se originará a parte fetal da placenta. A decídua basal, par baixo do cório frondoso, dará origem à parte materna da placenta.
O âmnio é uma cavidade que existe primitivamente junto ao dorso do embrião, por baixo do trofoblasto. Ao crescer, acaba por envolver totalmente o embrião e, quando adere ao cório careca, que o reveste, forma a parede do saco córioamniótico, conhecido popularmente como bolsa d'água, que em geral se rompe na iminência do parto. A cápsula recoberta pela decídua parietal vai crescendo e ocupando uma porção cada vez maior da cavidade uterina, mas levará muitas semanas até ocupá-la totalmente.
Um aspecto importante de todo o processo de nidação é que o embrião está a salvo de contrações uterinas que poderiam resultar do ataque ao endométrio. O que o protege contra os movimentos, que poderiam expulsá-lo, é a ação da progesterona, secretada pelo corpo lúteo, a principio, e pela placenta depois. A progesterona inibe a contração das fibras musculares uterinas e contribui assim para maior segurança da gravidez.

Quanto tempo leva para ocorrer a nidação?


Não se pode determinar uma data certa para que haja a nidação. É um processo que irá varia de mulher para mulher, bem como o tempo em que houve a ovulação e a fecundação. Da fecundação até a nidação, leva-se cerca de 5 a 12 dias. Ou seja, essa viagem das trompas até o útero não é imediata. Algumas mulheres imaginam, equivocadamente, que ovulou num dia e no outro dia o embrião já estaria se fixando no útero, em média, o prazo para isso ocorrer é cerca de 7 dias. A implantação completa do embrião pode levar em torno de 13 dias. De modo geral, o processo todo levaria de 4 a 15 dias.

Somente após a nidação é que o corpo passa a produzir  HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana), que é o hormônio que os exames de farmácia e de sangue (beta hCG) detectam para confirmar a gravidez. O nível de hCG no corpo da mãe aumenta diariamente, sendo que dobra de valor a cada 48h. Isso facilita para determinar o tempo de gestação com base na concentração do mesmo. Geralmente, seu valor passa a ser detectável no mesmo período em que haveria o ciclo menstrual.

Sintomas de nidação


Nem sempre é possível de observar que houve a nidação. Em algumas mulheres, esse processo passa despercebido. Contudo, em se tratando de pré-mãe, costumamos estar mais atentas às mudanças do nosso corpo, isso pode ajudar a identificar que há um bebê no forninho.

Sangramento: durante o processo de fixação do embrião ao útero, uma veia pode ser atingida, dessa forma, um pouco de sangue pode se apresentar, nos fazendo confundir com o período menstrual, já que ocorre em média no mesmo período em que deveria vir a menstruação. Algumas vezes, pode ocorrer esse pequeno sangramento uns dias antes do que seria normalmente o ciclo. Nem todas as mães verão esse sangramento, já que o processo pode ser silencioso, sem que haja qualquer indicação que esteja ocorrendo.

Algumas pessoas descrevem esse sangramento como sendo em quantidade pequena, outras de pequena a moderada, mas sempre menor fluxo que o normal. Pode ter coloração marrom clara ou café, mas há casos, em que se apresentou rosado ou mesmo uma gota vermelha, podendo ser aguado ou em meio ao muco cervical. Costuma ser rápido e durar até 3 dias.

alivio-da-colica-1Cólicas: esse é outro sintoma que nos faz duvidar de que o positivo tenha chegado. Nem sempre elas indicarão que houve ou está havendo nidação, principalmente por ser uma característica muito comum às vésperas do aparecimento da menstruação.  Ocorre devido a preparação do útero para o crescimento uterino, os músculos do útero se esticam para acomodar melhor o embrião.


remc3a9dio-caseiro-para-cc3b3licas-de-fc3adgadoPontadas e dor no baixo ventre: é uma leve dor na parte baixa do ventre, que podem ou não serem acompanhadas de pontadas ou fisgadas no útero. Costuma ser leve, mas pode se apresentar de forma mais forte. No geral, é uma dor suportável.




Quando posso fazer o teste de gravidez?


dificuldade-em-engravidarComo não há datas específicas para determinar a nidação, não há um período certo antes do atraso menstrual. Caso haja a suspeita de que houve nidação, deve-se esperar pelo menos uns 13 dias após o evento para que a presença de hCG seja detectável na urina ou no sangue.

Lembre-se que cada mulher tem suas particularidades, ainda que uma mulher tenha conseguido seu teste positivo mesmo antes do atraso, não significa que seu corpo reagirá igual. Da mesma forma, caso tenha suspeitado de nidação mas o teste não positivou e ainda continua com sintomas, aguarde uns dias para que, caso esteja grávida, o nível de hCG aumente no corpo.

O importante é não desanimar, mesmo que você ainda não tenha conseguido seu positivo. Lembre-se que muitas mulheres também estão aguardando a chegada da cegonha e que talvez a bendita esteja apenas procurando seu endereço. Não perca a fé... O seu bebê vai chegar. Até a próxima.