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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Sua História... Erica venceu os anos e conquistou o positivo

Entre os altos de baixos da vida de tentante está lidar com várias aflições. São muitas vezes meses e até anos lutando contra os obstáculos físicos e psicológicos. 

Embora muitos achem que podem entender esses sentimentos, apenas quem passa por isso sabe como as batalhas são diárias e por mais que se tenha o apoio da família e de amigos, nos sentimos sozinhas em nossas angústias. A história de hoje mostra como é importante jamais desistir, pois a felicidade vem como grande recompensa. Erica tentou por 12 anos e passou por 2 perdas antes da sua felicidade chegar. Conheça sua história do positivo e a vitória contra a SOP:


"Fui 12 anos tentante, com 10 anos de tentante, depois de um tratamento, engravidei. Isso foi em 2015 mas infelizmente perdi e em 2016 novamente engravidei, mais uma tristeza pois perdi as 2 gestações com 1 mês. Antes de tentar a 3 gestação o médico fez toda uma investigação para saber o porquê dos abortos e não deu nada. E com 1 ano depois da última perda o médico me liberou para tentar. Foi quando me deu uma alergia muito forte, fiquei muito ruim e foi aí que nem percebi que a M [menstruação] tinha atrasado, quando eu estava melhorando dessa alergia foi que percebi que a M não apareceu. Comprei o teste no qual era pra fazer pela manhã mas como estava tão ansiosa e não estava conseguindo dormir, fiz às 2:30 da madrugada. E para minha alegria positivo! Fiquei muito feliz e o maridão também pois é nosso grande sonho se realizando e para a honra e glória do Senhor já estou no 3º mês. Deus é fiel e sou muito grata a Ele. 


Erica Santos


Seguir com um sonho depois de tantos anos de tentativas é uma escolha que apenas um grande amor pode explicar. É importante considerar o que a fará mais feliz, se é esquecer o sonho ou esperar por ele o quanto for preciso. Jamais desista se for para ficar triste, enquanto não houver tranquilidade com a ideia de desistir da maternidade então ainda não é hora de esquecer. Confie em si e saiba, que toda luta tem sua recompensa. Até a próxima!

Leia outros depoimentos aqui!


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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Sua História... Bruna não desistiu de seu sonho

Paciência e fé são os principais conselhos que damos para as mulheres que desejam engravidar. O caminho até a conquista do positivo nem sempre é fácil, mas permitir-se ter fé e continuar a luta na esperança de conquistar seu sonho é fundamental. Nada pode valer mais a pena do que conseguir seu tão sonhado milagre. Conheça a história da Bruna:

Desde a infância eu tive problemas hormonais, meus hormônios eram muito altos e os médicos consideraram como hormônio masculino.
Tive 2 hemorragias devido ao meu grande fluxo menstrual. Comecei a me tratar com ginecologista.
Aos 12 anos comecei a tomar anticoncepcional por conta desses problemas.
Comecei a namorar com que é hoje meu marido, desde os meus 15 anos, hoje tenho 21.
Sempre pensei que eu não poderia ou teria grande dificuldades para engravidar (o que sempre foi meu maior sonho)!
Com 19 anos meu marido e eu decidimos que era hora de tentarmos...
Parei com o anticoncepcional e de me proteger... passaram 2 longos anos. Em que cada mês era uma emoção a cada atraso menstrual e uma decepção quando ela [menstruação] descia!
Todos esses meses ficávamos na expectativa e nada. Depois de tantos choros e decepções resolvi pegar o contato de um médico particular especializado para enfim saber o porquê de tanta demora, então guardei o telefone dele no porta luvas do carro. (Ali o contato foi esquecido).

Passou 1 mês mais ou menos eis que a menstruação atrasou 10 dias e meu coração estava aflito novamente, e eu pensava faço ou não o teste, com muito medo do NEGATIVO.
No 11° comprei o teste de farmácia só para tirar da minha cabeça e com a certeza do negativo... Eis que vejo 2 listras vermelhas no teste, comprei o segundo porque ainda estava na dúvida e não me contentando fiz o terceiro, agora o exame de sangue e vem a confirmação..
Sim, era o meu Positivo kkkk
Já estávamos de 4 semanas, e foi inacreditável e ao mesmo tempo lindo!
Fiz surpresa pro papai e prós avós.
E começaram após o POSITIVO as dores nas costas, os enjoos matinais enfim coisas de gravida..
Com 14 semanas, assim como meu instinto materno me dizia foi confirmado era o meu menino.
Com 18 semanas senti a primeira mexida (foi maravilhoso).
Do 3° para o 4° mês tive uma dor muito muito forte e com sangramento, fomos pra maternidade. Pensei o pior, já achei que estava tendo um aborto. Mas graças a Deus ele estava bem e os médicos não sabiam o que tinha acontecido!
Com 36 semanas o apressadinho resolveu que era hora de sair da barriga da mamãe fomos novamente pra maternidade com contrações, 3 centímetros de dilatação e já tinha perdido o tampão. 
Os médicos disseram que ainda era cedo pra ele sair dali e me colocaram pra tomar remédio para então segura-lo por mais um tempo.
Foi ai que pararam as contrações, parou de dilatar e voltamos para casa.
Passou mais 1 mês.
Eu já não aguentando mais esperar muito agoniada e então DEUS tocou meu coração e senti uma vontade enorme de entrar na sua presença, então fui ao culto e foi lá onde tudo foi me revelado!
A missionária, serva do senhor usada lindamente por ele Claudineia Brustolin pediu pra orar pelo meu bebê que ainda estava em meu ventre.
Após a oração ela disse tudo o que Deus estava mostrando a ela. Ela me disse: lembra lá no começo da gravidez que você foi pro hospital com muita dor?! Então você quase teve um aborto! Pois Deus escondeu esse bebê desde a concepção, Deus não permitiu que nada de mal acontecesse a você e seu filho.
O seu filho não foi gerado por acaso, ele foi escolhido por Deus pra estar aí na sua barriga.
Eu chorando e ela continuou dizendo: Seu bebê já era pra ter nascido, mais você sabe o porquê Deus não permitiu ainda?
Porque o seu bebê estava com o cordão umbilical enrolado nos braços e nas perninhas dele o que impossibilitava ele de fazer força pra sair e que se os médicos tentassem o meu parto seria sofrido demais. Então até ali Deus me poupou do pior sofrimento! (Deus maravilhoso).
E o senhor mandou me dizer que depois deste dia ele já tinha preparado o hospital e os médicos e que meu filho já poderia nascer porque eu já estava preparada para o parto.
Isso foi em uma Quinta-feira.
Na Terça-feira as 18:05 da tarde veio o meu milagre, ele veio conhecer o mundo.
Bernardo nasceu acabou o sofrimento e foi só alegria!

Moral da história: O choro pode durar uma noite mais a alegria vem pela manhã.
Quando tudo diz que não, Sua voz me encoraja a prosseguir! Deus do impossível o Deus de milagres é o meu Deus.
Não desista dos seus sonhos, tudo acontece no tempo do senhor!

Aqui está a minha maior benção, o meu Bernardo!
Eternamente grata a esse Deus maravilhoso 

Bruna Borges


A longa jornada até conseguir engravidar pode ser ainda mais difícil se não houver uma mínima esperança. Cada uma tem sua história de lutas, algumas mais longas e difíceis do que as outras mas poder compartilhar a vitória de alguém nos fortalece em nossa fé e as nossas esperanças. Não importa em que segmento elas se baseiam, o importante é saber que ao final, o caminho mais difícil pode ser aquele que trará a maior felicidade!

sábado, 12 de dezembro de 2015

Um sonho interrompido


A gravidez é o momento de maior esplendor da mulher que sempre sonhou em ser mãe. Desde a infância nos habituamos a sonhar como é cuidar de um ser tão pequeno que depende totalmente de nós. Contudo, não aprendemos a lidar com o rompimento abrupto da conquista do positivo.

Gostaria de não saber como é difícil esse momento para a família como um todo mas principalmente para a mãe. Muitas questão passam pela cabeça da mãe, culpa, raiva, tristeza, revolta, medo são apenas algumas dessas questões. E precisamos lidar com tudo da melhor forma. Não se esquece um momento assim, mas podemos sobreviver à ele.

Não é um assunto fácil, mas deve ser colocado para que a mulher que passou por isso possa lidar melhor com a situação. Acredito que tudo ocorre por um motivo e que cada lição que a vida nos dá serve para que aprendamos com ela e a usemos para o bem.

Lidando com a família


A família é essencial para ajudar nesse momento de tristeza. Mas não conseguirá fazer com que a mãe supere a dor. Digo isso pois a mãe ouve de tudo nessa hora: "Não chore pois Deus quis assim...", "Você precisa se animar e sair para espairecer", "Logo você engravida de novo"...


Não se preocupe nesse momento em lidar com tudo isso. Não há resposta certa ou errada diante da perda. Não existe tempo, prazos ou obrigações. Lide com tudo a seu tempo. Ninguém é igual a gente, cada um tem seu tempo para vivenciar tudo e seguir adiante. Siga seu coração e no momento certo saberá como agir.

O importante nessa hora é aceitar os sentimentos confusos que afloram dentro da gente. Conversar com o marido pode ajudar também. Não se pode fugir do que aconteceu pois é uma verdade que infelizmente temos que aceitar.

Passei um tempo sem querer sair de casa, no máximo me esforçava para conversar com as pessoas que vieram me visitar. Muitas vezes fui questionada por isso, mas como eu falei... cada uma de nós tem seu tempo e o meu demorou um pouco mais.

Aceitando o coração confuso


Muitos são os sentimentos que invadem nossa cabeça nessa hora. O primeiro que eu senti foi culpa. Uma sensação de que podia ter feito algo para evitar me bateu já no hospital. Mas a verdade é que não somos super-mulheres. Nem tudo estará suscetível ao nosso controle. Algumas vezes está nas mãos de algo maior, seja nas mãos do destino, da vida, da vontade de Deus ou simplesmente por ser assim. Independente do que você acredite, não se pode controlar tudo.

Para as mães que passaram por mais de uma perda é ainda mais difícil pois pode haver o sentimento de que não consegue gerar uma vida. Na verdade, temos que aceitar que muitos são os fatores que interferem na gravidez e não nos podemos deixar levar pelo sentimento de que não conseguiremos levar uma gravidez até o fim pois se conseguimos conceber nas minhas chances mensais, com certeza conseguiremos passar por essa etapa. Devemos apenas nos informar e fazer tudo o que tiver ao nosso alcance para seguir adiante.

A raiva e a mágoa pode aparecer para tentar aceitar o fim da gestação. Mas lembre-se que se nós não podemos controlar tudo, os amigos e familiares também não podem controlar.

A melhor maneira de lidar com esses sentimentos tão duros contra os outros e/ou contra si mesma é  dialogar claramente com seu marido ou com as pessoas próximas a respeito de como se sente. Conhecer os motivos médicos que envolveram a perda ajudam algumas mulheres a compreender melhor a causa como algo externo a sua vontade e conversar com o médico ajuda.

Ficar triste é permitido



Não há prazos para ficar triste. Alguns momentos serão mais fáceis que outros. Principalmente em datas especiais ou na data em que estava prevista o nascimento. Com o tempo cada um aprende a conviver com a tristeza da sua forma. Ainda que algumas pessoas queiram ajudar, na verdade, apenas você saberá lidar com sua dor. Vão fazer dois anos que perdi minha princesa, e ainda hoje há dias que choro por não tê-la comigo.


É importante também respeita os sentimentos do parceiro. Nem sempre eles irão falar como se sentem e isso não significa que não sofrem pela perda. Alguns preferirão sair e conversar e a incentivarão que vocês façam o mesmo, mas vale aqui lembrar que cada um lida com a tristeza da sua forma e que o respeito mútuo é indispensável nesse momento. Muitos parceiros acham que deve "ser mais fortes" para ajudar a mulher e isso não tem haver com os sentimentos que tem pela mesma ou pelo bebê.

Afaste-se do trabalho



Enquanto algumas pessoas preferem enfiar a cabeça no trabalho, outras não tem ânimo para isso no momento. A mulher tem direito ao afastamento do trabalho pelo INSS por 15 dias em caso de perda antes de 20ª semana de gravidez e licença maternidade (4 meses ou 6 dependendo da empresa) após a 20ª semana. Aproveite esse tempo para fazer o que lhe faz bem.

Talvez agora possa ser a hora de ter um novo hobby ou ainda possa retomar um antigo. Para as mulheres que preferem ocupar a mente com outros assuntos, essa é uma boa opção.


 Lidando com a volta dos namoros



Essa é uma etapa muito complicada para os parceiros. Tanto o homem como a mulher não sabe quando ao certo devem retomar a vida sexual. Aqui vale a questão do respeito ao sentimento de cada parceiro. Se o mesmo ainda não está animado, deve-se conversar a respeito e esperar pelo melhor momento. Com o tempo e amor aos poucos a tensão diante dos namoros desaparece e a cumplicidade volta a acontecer de forma natural.

A questão de voltar ou não a tentar também depende de concordância do casal. Ainda que um dos dois se sinta pronto, cada um tem seu tempo para sentir-se confortável com a ideia de retomar as tentativas. Mesmo porque significa voltar a conviver com as inseguranças e medos das tentativas, além de agora lidar com o medo de nova perda.

Conheça outras histórias




Uma forma de lidar com a perda é conhecer como outras famílias que passaram por isso. Existem alguns grupos de apoio seja em igrejas ou comunidades, como também na internet em blogs, páginas ou redes sociais como Facebook. Compartilhar os sentimentos ajuda a lidar com eles, e também ajudará a ver as diferentes atitudes tomadas por cada uma e como isso ajudou a superar a dor.

Com o passar dos meses os sentimentos vão se aquietando dentro da gente. E se passado alguns meses e a tristeza não diminuiu, talvez seja a hora de busca auxílio especializado de um psicólogo. Nem sempre conseguimos lidar com tudo sozinhas ou apenas com a ajuda do parceiro ou da família e isso não é vergonha. Viver triste não é o intuito de ninguém e você não precisa passar por isso.

Se quiser contar sua história ou ainda conversar lembre-se que estarei sempre aqui para ajudar. Até a próxima!






terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sua História...Ana vencendo a SOP

Esse é o depoimento de uma mãe que conseguiu vencer a SOP e conseguir seu positivo. Ela descobriu a SOP depois de já ter um filho. Essa é a história da Ana:

Ana-Cipriano
Ana e seu filho Anthony Alex
à espera da Agatha
“Bom descobri a SOP a um ano e meio atrás, resolvemos que já era hora de ter outro filho, mas nunca vinha. Até que minha m [menstruação] atrasou 3 meses aí achei que tinha acontecido foi uma mistura de esperança e decepção, pois na mesma época minha irmã descobriu que estava grávida também. Então fui ao médico, ele me pediu um beta, como já estava acostumada, resultado negativo.
Então ele resolveu investigar.  Me passou exame de sangue e uma ultra. Fiz os de sangue e não deu nada. Na ultra, já na sala, o médico me alertou que eu tinha vários cistos nos ovários e que era por isso meu atraso.
Levei tudo para meu ginecologista e ele confirmou mesmo e já entrou com os medicamentos, a metformina e um outro chamado espironolactona. Aí comecei a tomar os dois. O farmacêutico me alertou que eu podia pegar pela farmácia popular a metformina. Com três dias tomando, minha m já desceu e foi o mês que mais passei mal, parecia que ia morrer de tanta dor. Eu via que esse espironolactona não tava me fazendo bem e realmente não tava porque fui procurar na Internet e esse remédio não era para quem queria engravidar, parei por conta própria e melhorei bastante.

Passaram seis meses e nada. Eu havia perdido três quilos, achei muito bom porque era isso que eu queria, emagrecer. Meu marido estava achando “o máximo” pois eu estava com o corpo de quando eu casei e eu estava radiante afinal o remédio estava fazendo efeito. Minha m vinha certinho todos os meses e nossa relação havia melhorado bastante. Agora a cobrança havia virado esperança. Mas ainda assim havia a cobrança da família porque é assim quando você não tem nenhum filho, te cobram para ter um e quando se tem um, te cobram para ter dois… Então me peguei com Deus e chorando sozinha na hora que fui dormir, rezei e falei que se fosse da vontade dEle eu ia dar um irmão ou irmã para meu filho que pedia dia sim dia não para que tivesse um irmão.

A pessoa que tem SOP é cobrada sempre e tem seus medos e tem que viver com isso… São os cabelos que caem, os pelos que crescem…

Se passaram 7 meses do uso do medicamento, aí acho que Deus estava me testando, minha m atrasou 5 dias, achei que agora sim tinha engravidado. Afinal os treinos estavam constantes… mas não… mais uma vez era a SOP me pregando uma peça.
Eu já estava desistindo e meu marido sempre comigo, havia posto na cabeça que iria trocar de médico, que não ia mais tomar o remédio, já estava sem esperança porque todo mundo engravidava e eu não.

Se passou um ano e eu estava muito magra muito mesmo , me olhava no espelho e não gostava do via. Até que em Julho minha m atrasou e pensei comigo: Deve ser a SOP! Meu marido nem ficava preocupado mais, havia atrasado dez dias e eu estava me sentindo estranha e falava para mim mesma: Hoje passo e compro o teste! Mas ficava com medo e deixava para lá, até que fui no aniversário do meu sobrinho e lá todos me olhavam e me diziam que eu estava grávida. Falei: não é possível!

Tomei coragem e comprei o teste. Esperei até o outro dia, meu filho e meu marido dormindo, fui e fiz. Meu Deussssssss!!! Eu não acreditava. Na hora que vi as duas marcas, foram tantas lágrimas. Acordei meu marido aos choros, liguei para a família inteira, postei no grupo [do facebook], afinal as meninas que sempre me ajudaram estavam esperando uma resposta minha.

É isso! Hoje já estou de 6 meses, minha Agatha está saudável e a espera por ela é tanta, a família inteira espera ansiosa a chegada da minha princesa, meu filho está contando os dias para ver a irmãzinha e eu nem consigo explicar o amor que sinto.

Não é porque você tem SOP que você não vai ser mãe, meu exemplo está aqui… Se cuide e ore para Deus, Ele vai te dar o milagre que você tanto espera.”

Ana Cipriano

Que história linda né? Não devemos desistir jamais! Espero que você também tenha se inspirado a continuar o caminho pela maternidade.

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