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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Dicas para a nidificação de gestantes


Como explicamos no post sobre a Nidificação, a mãe pode assumir atividades que às vezes podem prejudicar sua saúde ou do bebê. Por exemplo, ao empurrar o piano pesado no canto da sala, você pode pedir a alguém para ajudá-la. As mulheres geralmente são incapazes de conter a onda de energia. Aqui estão algumas dicas que podem orientá-la sobre como fazer uso dessa "onda de energia" durante a gravidez:
  • Evite pintar o quarto do bebê. Prefira realizar os exercícios sugeridos pelo médico regularmente.
  • Verificar a segurança dos produtos químicos e de limpeza da casa. Não respirar os vapores fortes.
  • Usar luvas de borracha quando limpar a caixa de areia para gatos (para evitar a infecção) ou deixe alguém fazer isso.
  • Evitar o contato com fezes de gato ou cães. Mantenha-os vacinados e evite o contato com outros animais cuja a vacina não possa ser verificada. 


  • Mantenha a geladeira abastecida com comida fresca. Seguir uma dieta saudável na gravidez.
  • Mantenha as suas roupas, lençóis e toalhas prontas. Apronte a mala da maternidade a partir da 30ª semana.
  • Confira e faça suas malas de acordo com a lista fornecida pelo hospital.
  • Faça uma lista de quem deverá se chamado para comunicar o nascimento. Deixe tudo pronto bem antes.
  • Cumprir as formalidades de registro no hospital com antecedência. O pré-registro irá poupar seu tempo quando você chegar para a entrega.
  • Manter um mapa da maternidade pronto, com as informações de rotas mais curtas e mais rápidas. Você não será capaz de dizer o caminho, indo para o hospital.
  • Disponha antecipadamente de alguém que possa cuidar das crianças, se você tem filhos mais velhos em casa. Combine antes com alguém que possa chamar a qualquer momento. Deixe o contato em local visível e de fácil acesso, na geladeira, por exemplo.
  • Comprar e instalar a cadeirinha do bebê no carro.
  • Faça uma lista de números de contato de emergência e verificar se você tem seu cartão de seguro, uma identificação com foto, cartão de crédito em sua carteira.
  • Organizar a roupa do bebê, fraldas, pomada assaduras, etc. de uma forma limpa e arrumada. 
  • Reabastecer sua despensa com alimentos saudáveis, como sopas, frutas, grãos de biscoitos e cereais, feijões enlatados, frutas e legumes, massas, arroz integral, molhos, etc..
  • Durante os últimos dois ou três semanas, cozinhe em grande quantidade e armazene os alimentos no frigorífico. Depois de voltar do hospital, você pode apenas aquecer no microondas e comer alimentos saudáveis ​​caseiros.


Se as dicas acima estão sendo seguidos pela mãe a nidificação é bastante segura para a mãe e o bebê.



terça-feira, 24 de outubro de 2017

Nidificação na gravidez


A preparação para a chegada do bebê acontece desde a descoberta da gravidez. Com o passar dos meses essa preparação se intensifica. Embora muitas mulheres não saibam, elas passam a sentir mais fortemente o fenômeno de Nesting ou a chamada Nidificação. Trata-se de um sintoma da gravidez mas poucas conhecem pelo nome, mesmo os sintomas sendo muito comuns. Se você está grávida, cedo ou tarde poderá experimentar esses sintomas!

O que é a Nidificação?


A Nidificação ou fenômeno de Nesting nada mais é do que o impulso de arrumar a casa e deixar tudo preparado para receber o bebê. O instinto de nidificação é um sentimento comum e natural, pode atingir a maioria das gestantes mas não é uma regra, já que cada mulher tem a sua forma de sentir a gravidez.

A Nidificação também é conhecida como: Assentamento da gravidez, Instinto Nesting (em inglês Nesting Instinct), Síndrome ou Fenômeno de Nesting, ou ainda síndrome do ninho arrumado.

Quais os sintomas?


O sintoma da nidificação é o desejo de arrumar a casa. Se antes a limpeza de casa costumava ser uma tarefa árdua, agora, a futura mamãe pode querer classificar meias, organizar latas no armário e criar um berçário elaborado para o seu recém-nascido. 

A mãe pode ficar mais resguardada de certas pessoas ou situações, se afastando de situações que considera negativas e até mesmo de pessoas negativas e que em nada contribuem para o seu bem estar.

Em alguns casos pode surgir uma preocupação imensa com a limpeza e organização, levando ao exagero.

Atividades mais comuns realizadas pelas futuras mamães:


  • Limpeza da casa em geral
  • Desinfecção de chão, objetos e afins
  • Reorganização de mobílias
  • Reorganização de guarda-roupas (jogar fora o que não é desejado ou utilizado)
  • Abastecer a cozinha com alimentos
  • Cozinhar algumas refeições
  • Preparar o quarto do bebê
  • Lavar, passar e organizar toda a roupa do bebê.


Alguns futuros papais também podem sentir a vontade de limpar e organizar! Eles podem começar a procurar um novo emprego, eles podem limpar o jardim, carro e garagem. Conheça aqui algumas Dicas para nidificação.


Quando o sintoma costuma aparecer?


O desejo de nidificação costuma aparecer para maioria das mulheres grávidas perto do terceiro trimestre, de acordo com pesquisadores da Universidade McMaster. Toda mãe, no entanto, é diferente, e o relógio biológico para a nidificação pode ocorrer no início da gravidez a alguns dias antes do parto. 


Preocupação lógica


O processo de nidificação envolve uma parte lógica. Diz respeito as atividades necessárias para chegada do bebê. Vão desde a compra de roupas e mobílias até a preparação do quarto do bebê. Dessa forma, para diminuir a ansiedade é bom utilizar-se de uma lista com as tarefas que faltam concluir até a chegada do bebê. E quanto mais cedo essa lista for completada menos ansiosa a gestante ficará. 


Processo emocional


O lado emocional de se preparar para a chegada do bebê envolve medos e dúvidas com a saúde da mãe e do bebê, principalmente se há risco de um parto difícil. Essas preocupações podem ser mascaradas pela mãe com a preparação da casa. É uma forma da mãe se adaptar a esse nova fase de sua vida, ajustando tudo para proteger seu filho. 


Risco da nidificação


Nesta fase da sua vida é importante ter as coisas limpas e organizadas, mas acima de tudo a grávida não  pode se colocar em risco. O perigo da nidificação está em priorizar a organização e a limpeza da casa quando a saúde da mãe não permite isso. Assim é importante que a mãe peça ajuda ou contrate se puder uma ajuda extra para esta fase.

Atividades potencialmente arriscadas para a saúde a mãe e do bebê, como pinturas e limpezas de áreas altas, devem ser deixadas para outras pessoas. Envolver o companheiro nas atividades ajuda no desenvolvimento do sentimento de paternidade. Contudo é preciso ter atenção aos esforços físicos. A gestante deve pensar no seu bem estar e no bem estar do seu bebê mais que tudo.

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Bebê pode dormir junto com os pais?


Preparar o quarto do bebê com todos os detalhes e até com a poltrona de amamentação é o sonho de muitas mães. Outras preferem que o bebê compartilhe com elas a cama do casal. Aqui temos um ponto de grande discussão. Será que dormir com os pais atrapalha o desenvolvimento do bebê? Deixá-lo no próprio berço será mais adequado? É melhor dormir com o bebê junto (ajudando no cuidado e amamentação) ou deixar que ele fique no seu quarto separado? Vejamos algumas considerações:


Dormir junto sempre é perigoso?


Cuidado com esse tipo de questão. Depende muito do significado desse dormir junto... Dormir junto com o bebê no sofá, por exemplo, é perigoso pois ele pode sufocar nas almofadas, cair no chão ou mesmo o responsável pode sufocá-lo sem perceber. Então quando alguém diz que o bebê faleceu por dormir junto de alguém, tenha cuidado de saber que forma era esse "junto"! Um relato que não esclare esses fatos podem conduzir a uma conclusão equivocada. 


O sono e o risco de morte súbita


Entidades dedicadas ao estudo da morte súbita do lactente desaconselham a cama compartilhada, assim como a Academia Norte-Americana de Pediatria (AAP), citando riscos como o de sufocamento. 

A síndrome da morte súbita pode ser compreendida como o óbito de crianças entre 1 a 12 meses de vida sem causas esclarecidas após a autópsia completa. A incidência maior acontece com bebês entre 2 e 4 meses. Por esse motivo a recomendação é de a criança não durma junto com os pais. Novamente, aqui devemos ter cuidado com o termo JUNTO utilizado, já que dormir no mesmo quarto dos pais mas no berço separado também pode ser denominado de dormir junto com os pais, mas que não representa o mesmo risco para o bebê.


Criança deve crescer independente


Para aqueles que defendem que a criança deve ter seu próprio quarto, além da questão relacionada com a saúde do bebê, prevenindo a morte súbita, está a construção da independência e autonomia da criança além de manter a própria privacidade do casal, que, segundo eles, é afetada com a presença do filho no quarto. Outro argumento utilizado é que a criança precisa aprender a ficar sozinha construindo intimidade com seus brinquedos e com seu próprio ambiente. 

Esses argumentos são bem intecionados mas até que ponto esse tipo de argumento não está tentando apressar o desenvolvimento do bebê? Afinal, um bebê deve ter o direito de ser um bebê e não um mini adulto que já sabe o que quer da vida! 


Dormir sozinho cria independência?


Na realidade, crianças que dormem sozinhas tendem a ter dificuldades de ser independentes pois não se sentem seguras para explorar e conhecer o mundo. Como isso é possível? Para entender isso, basta pensar em um dia estressante. Quando se teve um dia difícil, você prefere tomar um vinho e desestressar sem a menor interação possível a fim de que o dia acabe ou prefere ir falar com pessoas que nunca viu na vida para compartilhar sua vida? A grande maioria prefere o isolamento ao convívio com novas pessoas em momentos de estresse. Da mesma forma, a criança passa por um momento de estresse na hora de dormir. A criança foi gerada em um ambiente barulhento (pelos sons do coração e dos órgãos da mãe) e esse é o ambiente em que ela se sentia segura. Num quarto separado, o ambiente é novo, em geral tranquilo e isso traz muita insegurança para o bebê. Esse estresse faz com que a criança produza mais cortisol (hormônio que dificulta o relaxamento) o que irá impedir um sono tranquilo. Um bebê estressado irá sentir-se mais retraído e com menos ânimo para explorar o mundo a sua volta. 


O outro lado da moeda


Bebês que dormem com os pais passam a sentir-se mais seguros pois sabem que terão apoio a qualquer momento. O contato com os pais promove mais ocitocina, hormônio relacionado ao bem estar. Assim a criança terá mais segurança fazendo com que seja mais fácil explorar melhor o ambiente em que vive. Como isso é possível? Devido ao conforto de ser socorrido em momentos estressantes como em caso do reflexo de Moro

Todos os recém-nascidos possuem o reflexo de moro, que o faz se assustarem e costuma ocorrer enquanto dormem. (Para aqueles que não têm mais um recém nascido, até os 3 meses de idade, enquanto dorme, os braços e pernas do seu bebê tremem como se ele estivesse caindo. Esse é o reflexo de moro). Se a sua criança estiver no colo de um adulto ou estiver por perto (como em um berço grudado à sua cama, com a grade lateral abaixada), é muito mais fácil controlar o reflexo e acalmá-lo antes que acorde e entre em pânico. Contudo, se você não estiver segurando o bebê, o reflexo de moro vai acordar seu bebê em pânico. O cortisol estará então circulando pela sua corrente sanguínea e vai demorar bem mais tempo até você conseguir acalmá-lo. Muitos pais passam por isso quando são acordados por um bebê que está gritando. Quando isso acontece, o que o bebê aprende a partir dessa experiência? Que o mundo não é um lugar seguro e que deve estar sempre alerta. Quando seus níveis de estresse estão constantemente altos, você aprende a estar mais vigilante para conseguir manter-se longe de perigos em potencial. Ao contrário dos bebês que são acalmados imediatamente pelos pais (já que estão por perto) que aprendem que o mundo é um lugar seguro!


Como dormir junto de forma segura?


Algumas medidas devem ser tomadas por quem deseja compartilhar as noites de sono com o bebê:

Berço separado - Para evitar a preocupação de sufocar a criança, o melhor é dá preferência ao berço separado da cama. Existe a opção de berço acoplado à cama ou ainda com a grade abaixada encostado à cama. Tome cuidado para que não fique um vão onde o bebê possa cair ou ficar preso. Além de permitir que o bebê fique bem perto, ainda traz mais tranquilidade aos pais por ter risco reduzido de sufocamento ocasionado pelos pais. 



Berço livre de bichinhos e decorações - Apesar de lindinhas, as decorações e protetores de berço na verdade trazem mais riscos ao bebê. Além de juntar poeira, eles trazem mais riscos de atrapalhar a respiração da criança. O mesmo acontece com excesso de roupinhas (Aprenda aqui: Como agasalhar o bebê?) e bichinhos de pelúcia. Não embrulhe o bebê com nenhuma manta. Os bracinhos dele precisam ficar livres para se movimentar, assim a mãe vai conseguir notá-lo melhor. Mesmo lençóis devem ser bem ajustados para que não se soltem em caso de puxados.

Barriga para cima - É a posição mais segura para o bebê. A criança respira melhor e tem menos risco de engasgo – caso vomite, ela vai girar a cabeça para o lado. De barriga para baixo, só quando ele estiver acordado para ajudar o desenvolvimento motor e muscular e a minimizar o risco de plagiocefalia – quando o crânio do bebê tem alguma deformidade pela pressão que sofre em apenas um dos lados. Mas sempre, sempre, sempre com um responsável ao lado dele!

Posição da cama - Em casos de cama compartilhada, ela deve ser posicionada contra a parede ou outro móvel para garantir maior segurança. Lembre de verificar também se não há nenhum vão por onde a criança possa cair ou ficar presa. Uma maneira barata de evitar que o bebê fique preso entre a cama e a parede é enfiar um travesseiro comprido nesse espaço, de modo que a superfície fique firme ao toque.


Considerações para cama compartilhada:


O bebê deve ficar entre a parede ou móvel e a mãe. Esta tem um instinto natural que garante que acorde mais rapidamente em casos de eventualidades onde o bebê precise de socorro. Caso a mãe não tenha essa sensibilidade ao dormir, o melhor é que a criança fique no berço separado.  

Embora o berço separado seja uma opção mais segura em comparação com a cama compartilhada, alguns pais podem preferir essa opção ao invés de adquirir um berço (seja por razões financeiras ou não!). Nesse caso, deve-se considerar alguns cuidados:

Sua cama deve ser absolutamente segura para seu bebê. Se possível prefira o colchão no chão, com a certeza de não existir nenhum vão onde seu bebê possa ficar preso. O colchão deve ser plano, firme (superfícies macias podem facilitar o sufocamento) e liso. 

Cama grande e confortável - Utilize um colchão bem grande para fornecer amplitude de espaço e conforto para todos.

Não durma com seu bebê se você tiver bebido álcool, se tiver usado qualquer droga ou medicação, se você em especial costuma dormir profundamente ou se está sofrendo privação de seu sono e acha difícil acordar-se.

Não durma com seu bebê se você for uma pessoa grande, uma vez que um pai acima do peso constitui-se em risco provado para o bebê, na situação da cama compartilhada. Ele pode rolar na direção da inclinação.

Nunca deixe seu bebê sozinho em uma cama de adulto a não ser que esta cama seja perfeitamente segura para ele, tal como um colchão firme no chão de um quarto à prova de criança, e somente quando você estiver por perto ou atenta, escutando o bebê através de um monitor (babá-eletrônica) confiável. 

Proteja ao redor da cama - Eventualidades podem acontecer e para isso o melhor é assegurar que há uma proteção ao redor da cama. Se o quarto tiver um piso muito rígido, coloque tapetes perto da cama para amortecer possíveis quedas.

Não fume! -  Algumas pesquisas comprovam que o risco de morte súbita aumenta em recém-nascidos que dormem junto com mães fumantes. Se você se encaixa na categoria, NÃO é recomendado dividir a cama com o seu filho.


Relacionamento do casal


Para alguns casais, a presença do bebê na cama torna mais difícil encontrar tempo para momentos de intimidade e sexo. Outros, porém, acreditam que isso os força a ser mais criativos na busca de soluções para ficarem sós. 

Se o seu filho dormir na sua cama, é bem provável que você precise planejar a hora de estar a sós com seu parceiro, em vez de esperar que ela aconteça espontaneamente. Dependendo da forma como você esteja se sentindo, isso pode ser um peso ou uma diversão. 

De qualquer maneira, a decisão de levar o bebê para dormir na cama ou no quarto dos pais precisa ser conjunta do casal, para que não haja risco de afetar a relação dos dois. Toda decisão feita com base no amor, respeito e entendimento mútuo só trará benefícios para toda a família! Até a próxima!

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Perfume pode causar alergia em bebês


Existe coisa mais gostosa que cheirinho de bebê? Hoje em dia, há uma grande variedade de produtos para o bebê como xampus, sabonetes, perfumes, loções, cremes e hidrantes... Um mais cheiroso que o outro... Embora muitas marcas ofereçam produtos feitos especialmente para o seu bebê, deve-se ter muito cuidado, inclusive com os produtos que a mamãe e o papai usam, pois ainda assim a criança pode sofrer com alergias aos perfumes e maquiagens! 

Qual o problema de usar perfume?


O bebê é ainda sensível, mesmo o cheiro do perfume da mãe pode desencadear processos alérgicos. O uso de perfumes deve ser evitado enquanto estiver amamentando, já que o cheiro do produto pode atrapalhar a mamada. Caso não esteja amamentando, o uso do perfume pode ser feito desde que em pequenas quantidades e cuidando para não passar em áreas que entrem em contato com o bebê. O uso de desodorante e cosméticos devem ser feitos distante da criança, pelo menos até ela completar 3 meses, sendo 6 meses um período mais seguro. 

Os cuidados também se estendem para os produtos de limpeza, já que os aromas artificiais podem causar intoxicação. Da mesma forma, amaciantes com cheiro também podem causar reação respiratória ou na pele.

O que pode acontecer?


A reação de um bebê pequenininho ao contato com perfumes fortes e maquiagem por parte da pessoa que o segura no colo depende muito de cada criança. Pode simplesmente não acontecer nada ao bebê, na maioria dos casos. Em alguns casos ele pode apresentar alguma manifestação alérgica ao perfume ou maquiagem (tosse, chiado no peito, espirros, coriza ou manchas vermelhas na pele).

Há casos em que o bebê não apresenta nenhuma manifestação alérgica em um primeiro contato (ou vários contatos), mas ficar sensibilizado à alguma substância da maquiagem ou do perfume, podendo manifestar alguma reação alérgica em qualquer contato futuro do bebê com a mesma substância.

Cabe ressaltar que bebês com antecedentes alérgicos na família têm mais chances de desenvolver manifestações alérgicas. 

Além da questão da alergia, há que se considerar que o olfato do recém-nacido é muito sensível, e ele pode estranhar cheiros fortes a que não esteja acostumado.

Sinais de possível reação alérgica



Entre os principais sintomas de alergia estão congestão nasal, irritação na garganta, tosse, chiado no peito, dificuldade respiratória por fechamento da glote, diarreia (algumas vezes com sangue nas fezes, principalmente se for alergia à proteína do leite de vaca), coceira no nariz e nos olhos e lesões de pele (urticária).

Mesmo os produtos específicos para crianças podem irritar a pele e causar alergias, por isso devem ser usados sempre com cautela. E a maioria deles só tem a indicação para crianças a partir de seis meses, não para recém-nascidos.

Conselhos para perfumar o bebê


Evite contato direto com a pele do bebê - Tenha cuidado na hora de aplicar o produto. Caso a mãe deseje usar colônia, perfume ou fragrância, não use diretamente sobre a pele ou cabelo do bebê, aplique uma  pequena quantidade sobre a roupa que o bebê vai vestir. Não é recomendado o uso por longos períodos nem durante a noite.

Escolha com cuidado - É fundamental que a colônia não tenha álcool e que seja hipoalergênica. Conserve o produto em local seco e arejado. Existe uma lista de 26 aromas naturais e sintéticos considerados alergênicos pelo Comitê Científico da Comunidade Européia, são eles: Cinamal amílico - Álcool bencílico - Álcool cinamílico - Citral - Eugeno - Hidroxicitronelal - Isoeugenol - Álcool amilcinamílico - Salicilato bencílico - Cinamal - Cumarina - Geraniol - Hidroximetil-pentil¬ciclohex-enocarbal¬dehído - Álcool 4-metoxibencílico - Cinamato bencílico - Farnesol - 2-(4-terc-butilbencil) propionaldehído - Linalol - Benzoato de bencilo - Citronelol - a-hexilcinamaldehído - d-limoneno - Heptino carbonato de metil - 3-metil-4-(2,6,6-trimetil-2-ciclohexen-1-il)-3-buten-2-ona - Evernia prunastri, extrato - Evernia furfuracea, extrato.

Cuidados no banho - O ideal é usar xampus e sabonetes neutros, pois os que contém perfumes e corantes aumentam os riscos de irritação da pele. 

Uso de hidrantes - Os hidratantes específicos para bebês (a partir dos 6 meses) estão liberados, independente de prescrição médica. Especialmente no inverno, quando os banhos mais quentes acabam deixando a pele mais ressecada, a hidratação precisa ser reforçada. Lembre-se apenas de usar de acordo com a faixa etária descrita na embalagem. Alguns bebês nascem com a pele um pouco ressecada parecendo estar descamando nos pés e nas mãos e isto é absolutamente normal, acontece principalmente quando o bebê nasceu um pouquinho depois do tempo e não há necessidade de passar creme hidratante a pele vai trocando sozinha e em pouco tempo o bebê já estará com a pele lisinha.

Filtro solar - O filtro solar é recomendado a partir dos seis meses. Ainda assim, o sol nessa faixa etária deve ser restrito – antes das 10h e após às 16h – e nunca deve ser uma exposição prolongada, pois bebês apresentam desidratação mais facilmente. 

Outro cuidado importante é evitar produtos com aditivos que simulem cores e aromas de fruta e doces, pois podem estimular a criança a ingerir os cosméticos.

Alternativas para perfumar o bebê


É preciso ter muito cuidado ao usar talco, quando a mãe vai passar no bebê o talco produz uma névoa que quando aspirada pela criança pode causar ou piorar problemas alérgicos e respiratórios, além disso o talco resseca a pele, por isso deve ser usado apenas em locais específicos. O amido de milho pode ser usado no lugar do talco, pois é mais natural e não tem aroma. Para hidratar, a dica é o óleo de girassol.

Posso usar gotas de lavanda na banheira? 


Deve-se evitar qualquer tipo de perfume para o bebê. Se desejar um cheirinho gostoso, faça um chá forte de camomila e misture na água do banho. Além de perfumar, acalma. Mas, sempre converse com o pediatra do seu bebê.


O cheiro aumenta o vínculo mãe e bebê


O vínculo entre mãe e bebê também se cria pelo cheiro. Isso mesmo! O bebê aprende a reconhecer a mãe pelo toque, pelo tom da sua voz, pelo jeito de pegar no colo e de embalar, pelo cheiro que o corpo da mãe tem, por isso é importante que a mamãe evite perfumes, cremes e desodorantes com cheiros fortes.

Se a mamãe desejar muito usar uma colônia ou perfume no bebê espere ele completar seis meses e mesmo assim não passe o produto direto na pele do bebê, procure passar na roupinha e de preferência na peça que não está em contato com a pele do bebê. Além disso, os bebês têm um cheirinho naturalmente gostoso, diferente de qualquer outro no mundo, um cheirinho natural, curta esse momento! Até a próxima!







sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Ovulação Dolorosa


Os incômodos do ciclo menstrual são diferentes para cada mulher. Algumas terão a felicidade de passar pelo período sem qualquer sintoma significativo, outras poderão sentir apenas os incômodos pré-menstruais. Algumas vezes mesmo o período ovulatório é acompanhado de dor. Entenda a causa e quais os tratamentos que podem ser feitos para aliviar a dor durante a ovulação. 

O que é ovulação dolorosa?


A ovulação é liberação do óvulo pelos ovários para possibilitar a fecundação e assim acontecer a gravidez. Depois de liberado, o óvulo tem uma sobrevida de 12 a 24 horas, após esse tempo começa a desintegrar-se se não for fertilizado por um espermatozoide. Normalmente a mulher ovula cerca de 2 semanas depois da chegada da menstruação. Na maioria das vezes as mulheres não sentem nada durante a ovulação e, portanto tem que confiar em outras maneiras de determinar o seu dia da ovulação. No entanto, existem muitas mulheres que experimentam a dor em seu abdômen inferior bem como na região pélvica quando ovulam. Esta é uma ocorrência muito comum e isto é quase 20% das mulheres que sofrem esse problema. 


O que causa a ovulação dolorosa?


O termo médico para este problema é Mittelschmerz que é uma palavra alemã que significa "dor do meio" ou "dor de ciclo médio". Durante a ovulação, juntamente com o óvulo, algum  fluido folicular, bem como uma pequena quantidade de sangue é liberado do ovário. Embora este sangue seja absorvido pelo corpo, por vezes pode irritar a parede abdominal causando a dor no estômago. A dor de ovulação pode ser um sintoma secundário de outras causas, as mais comuns são:

Cistos nos ovários - os cistos podem se formar ou se romper durante o período ovulatório. Mulheres com SOP (Síndrome de Ovários Policísticos) podem ter dor devido aos múltiplos cistos. 

Endometriose - trata-se de uma doença inflamatória que afeta os ovários e as trompas de Falópio. Ela também pode causar dor durante a ovulação. Conheça mais sobre Endometriose aqui

Aderências de cirurgia prévia - algumas cirurgias, como a apendicite, podem deixar aderências e tecidos com cicatrizes que causam dor, limitação dos ovários e estruturas adjacentes. 


Infecção ou inflamação - infecções e inflamações na região pélvica podem causar dor durante a ovulação. Um exemplo é a clamídia, que pode provocar inflamação dos tubos, cicatrizes e doença inflamatória pélvica. Ela também pode causar uma condição conhecida como hidrossalpinge, em que as trompas de Falópio são obstruídas. 

Medicamentos para indução de ovulação - os medicamentos indutores de ovulação poderão causar dor por causa do estímulo maior dos folículos ovulatórios. 


Quais os sintomas da ovulação dolorosa?


A dor durante a ovulação pode se apresentar semelhante às cólicas menstruais e pode ocorrer tanto do lado direito como do lado esquerdo, na direção dos ovários. Dependerá de qual ovário liberou o óvulo. Além disso, a dor pode mudar de um lado para o outro em cada ciclo. A dor pode ser sentida também como pontadas finas na região pélvica, algumas vezes se apresenta com um leve sangramento de ovulação

Uma forma de identificar se a dor é realmente decorrente da ovulação é observar se ela se repete na maioria dos ciclos, desaparecendo dentro de um dia e não se repetindo até a próxima ovulação. 


Ovulação dolorosa é normal?


Contanto que os sintomas não sejam graves, uma ovulação dolorosa é inofensiva. Isso significa que ela deve ser considerada apenas um incômodo e não algo que atrapalhe as atividades diárias. Qualquer intensificação da dor ou o prolongamento do tempo (mais que um dia) deverá ser informada ao médico para que seja avaliada outras possíveis causas.

Procure imediatamente um médico caso a dor venha acompanhada dos seguintes sintomas:

  • Febre
  • Dor ao urinar
  • Vermelhidão ou inflamação da pele no abdômen ou da pélvis
  • Náusea ou vômito grave
  • Sangramento vaginal intenso
  • Corrimento vaginal anormal
  • Inchaço abdominal


Quando tratar e quais os tratamentos?


Caso os sintomas sejam pequenos ou durem apenas alguns minutos, não há necessidade de nenhum tratamento. Caso os incômodos sejam mais fortes, algumas medidas ajudarão no alívio das dores:

Analgésicos - alguns analgésicos podem ajudar aliviar os sintomas, claro que apenas aqueles que não necessitam de receita devem ser utilizados. Pode-se optar pelos mesmos utilizados para alívio das cólicas menstruais.

Compressas quentes - assim como ajuda com as cólicas menstruais, as compressas quentes ajudam na circulação sanguínea do abdômen, aliviando as dores da ovulação.

Banhos quentes - um banho morno ou quente pode funcionar como a compressa quente, ajudando a relaxar e aliviar os sintomas.

A ovulação dolorosa é uma ocorrência normal (quando a dor não for intensa e prolongada!) e mesmo as mulheres que nunca tiveram sintomas antes podem perceber os sintomas da ovulação dolorosa a partir dos trinta anos. Se os sintomas forem suaves e não acompanhados de nenhum dos sinais listados acima, isso não é um motivo para preocupação. Até a próxima!

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Shantala - Uma massagem de amor


Nada mais gratificante para uma mãe do que passar alguns momentos curtindo o seu filho e nada melhor que aproveitar os benefícios que uma massagem pode proporcionar. A massagem Shantala é uma técnica que permite estimular e acalmar o bebê, melhorando a sua tonicidade muscular ao mesmo tempo que proporciona momentos únicos entre os pais e o seu bebê.

Como surgiu a Shantala?


O médico francês Frederick Leboyer foi o responsável pela popularização da massagem Shantala no Ocidente. Após observar uma mulher chamada SHANTALA massageando seu filho, Gopal, no meio da rua de Calcutá, ficou encantado com a troca entre mãe e filho e com os benefícios da massagem, assim, ele documentou o momento e homenageou a indiana com o nome da massagem e fundiu a arte através do livro "Shantala" da Ed. Ground (Em inglês "Lovings Hands").


Assista o vídeo original da Shantala:



Quais o benefícios da Shantala?


O primeiro benefício proporcionado pela massagem Shantala é o aumento do vínculo entre a mãe (ou quem aplica a massagem) com o bebê. O toque suave traz conforto ao bebê e dá segurança, deixando mais relaxado e ajudando com o sono profundo e contínuo. A massagem alonga e também estimula o desenvolvimento do sistema psicomotor do bebê, além de proporcionar consciência corporal do bebê. Outro ótimo benefício da massagem é que ela ajuda na diminuição das cólicas e alívio dos gases. (Saiba mais sobre como aliviar as cólicas do bebê aqui)


Posso fazer massagem Shantala enquanto o bebê estiver dormindo?


O sono é um momento em que o bebê está relaxando e a massagem irá atrapalhar seu sono. Também é importante não acordar o bebê apenas para realizar a massagem. Escolha um momento um pouco antes da soneca para que a massagem ajude no relaxamento do bebê. Agora se começar a massagem e a criança adormecer enquanto a faz, não há problema e pode continuar até o final. Neste caso, quando terminar a Shantala, ao invés de acorda-lo ao tentar colocar a roupa, apenas embrulhe-o em algum cobertor bem quentinho e o deixe descansar.


Qual o melhor momento para fazer a massagem Shantala?


Não há regras quanto ao horário específico para se executar a massagem. Algumas pessoas preferem ao final do dia, para ajudar no sono da noite e outras preferem pela manhã. Cada família deve encontrar o melhor momento do dia para a massagem. Uma dica é não começar muito próximo do horário da mamada, pelo menos uns 30 minutos antes e antes do sono chegar ou como o pediatra recomendar.


Bebês prematuros podem receber a massagem Shantala?


Geralmente é indicado iniciar a Shantala em bebês que já tenham completado o primeiro mês de vida. Em alguns casos o melhor é conversar com o pediatra a respeito para confirmar que não há problema. 

No caso dos bebês prematuros, é recomendado esperar um pouquinho mais do que um mês. Para saber quando é o momento ideal de começar, faça o seguinte cálculo: Quando meu bebê completaria um mês se estivesse nascido à termo? A partir desta data, se o desenvolvimento dele estiver normal e não houver contra indicação por parte do pediatra, já pode fazer a massagem no seu bebê tranquilamente.

Mas lembre-se sempre, apesar de ser importante esperar um pouquinho para fazer a Shantala, o TOQUE é fundamental e muito importante para qualquer recém nascido. Portanto, faça muito carinho no seu bebê, passe óleo e creme hidratante no corpinho dele, mesmo sem saber uma sequência exata, independente de quantos dias ele tenha!


Existe idade limite para receber a massagem?


Apesar da Shantala ser uma massagem muito conhecida pelo seu benefício para os bebês, ela pode ser feita também em pessoas de qualquer idade. Entretanto é necessário que ela seja adaptada para o desenvolvimento de quem irá recebê-la.

Por exemplo, os bebês ficam paradinhos durante 30/45 minutos recebendo a massagem, mas, quando aprendem a andar (por volta de 1 ano), querem explorar o mundo e podem se mostrar menos pacientes durante o momento Shantala.

O que fazer então? Fragmente a massagem! Faça um pouco por vez. Vai trocar uma fralda? Faça na barriguinha. Vai dar banho? Faça no bracinho e assim por diante.

A única restrição de idade para aplicar Shantala é em relação à idade mínima de quem receberá a massagem: não pode ter menos do que um mês de vida.

Preparando o ambiente


O ambiente onde se faz a Shantala deve ser tranquilo, contribuindo assim para o relaxamento do bebê. Pode-se colocar uma música tranquila ao fundo e diminuir um pouco a luz de acordo com a preferência. Lembre-se de priorizar o contato visual durante a massagem, bem como falar ou cantar para o bebê. A técnica não é recomendada em dias frios (apenas se tiver como manter o ambiente bem aquecido) ou se a criança estiver com fome, de barriga cheia, gripada ou apresentar quadro febril, com diarreia e cólica. Também o bebê não deve ser acordado para receber os exercícios. A posição original dos pais é sentada sem encosto, com o filho sobre as pernas esticadas. Uma opção é encostar-se em almofadas e dobrar as pernas com a criança entre elas.
O "material de apoio" para a aplicação da shantala é muito simples: uma toalha, óleo antialérgico (no Brasil utiliza-se o de amêndoas com camomila) e amor, profundo amor…

Como fazer a massagem Shantala?


1- Sente-se com as pernas esticadas para frente e deite o bebê sobre elas. Comece fazendo uma limpeza energética, esfregando uma mão na outra, para que as palmas fiquem aquecidas. Faça essa fricção com as mãos no alto da sua cabeça, para que a energia flua. Inspire e mentalize energia positiva para o seu bebê. 

2- Faça um triângulo com as mãos e leve até a altura do peito do bebê (sem tocá-lo com a distância de um palmo). Separe as mãos e vá contornando todo o corpinho da criança, sem tocá-la, e expire. A cada contorno terminado, chacoalhe as mãos (como se elas estivessem molhadas e você quisesse eliminar o excesso de água). Repita o procedimento por três vezes, mantendo a respiração. 

3- Passe o óleo em suas mãos e esfregue-as. Lembre-se de passar o óleo novamente, sempre que começar a massagear uma nova região (exceto o rosto do bebê). 

4- Com as mãos bem relaxadas e os dedos unidos, posicione-as no centro do peito do bebê. Deslize, horizontalmente, a mão esquerda até a axila de mesmo lado. Simultaneamente, faça o mesmo movimento à direita. 

5- Novamente, comece o movimento no centro do peito do bebê e, dessa vez, termine em cada um dos ombros dele. 

6- Começando o movimento pelo centro do peito da criança, suba uma mão de cada vez (formando um X), até o final do ombro. Deixe seus dedos chegarem embaixo da orelha dele. Sempre que a massagem for feita em movimentos alternados, inicie pelo lado esquerdo do bebê, que é o lado mais receptivo. 

7- Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o pulso do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o pulso, partindo do ombro. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade o movimento funciona como se o bracinho do bebê fosse uma corda, que você puxa para escalar uma parede. 

8- Faça um movimento de rosca (uma torsão suave) com as duas mãos, iniciando pelo ombro e descendo até o pulso do bebê.

9- Apoie a mão do bebê, com a palma virada para cima, em uma das suas mãos. Use o seu polegar da outra para massagear a mãozinha dele, partindo do pulso e chegando até a ponta dos dedinhos. 

10- Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por toda a mãozinha do bebê. 

11- Aperte delicadamente os dedinhos do bebê, um a um, começando pelo polegar. 

12- Faça um movimento com as suas mãos em concha, da base das costelas até o começo dos genitais dele. Essa técnica é ótima para aliviar as dores da cólica. Se as dores forem muito fortes, intensifique o movimento. 

13- Segure as perninhas para o alto e, com o ante-braço, continue massageando a região abdominal. Repita o mesmo movimento com as mãos. 

14- Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o tornozelo do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o tornozelo, partindo da virilha. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade ao movimento, como no passo 7. 

15- Apoie o pé do bebê em uma das suas mãos. Com a outra, deslize o polegar, massageando a sola do pezinho. 

16- Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por todo o pé do bebê, tanto a sola como o peito. 

17- Aperte delicadamente os dedinhos do pé do bebê, um a um, começando pelo polegar. 


Veja como fazer a Shantala:





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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Sangramento vaginal em recém-nascidas


Com chegada do bebê em casa, tudo é novo e a família tenta se adaptar a toda nova rotina. Nesses primeiros momentos é normal ser surpreendido por situações que assustam, como é o caso de papais e mamães de menina, que podem se deparar com sangue na fralda da bebê. Mas calma! Antes de entrar em pânico, vamos juntos entender o causa isso e se é motivo de preocupação.

Por que a recém-nascida está tendo sangramento?


Meninas recém-nascidas podem ter um sangramento vaginal, uma espécie de "mini menstruação"! Os hormônios estão presentes em todas as fases de nossas vidas e estão sempre muito ativos no corpo feminino. Devido à alta exposição e variação brusca de hormônios nos quais os bebês estão expostos no útero da mamãe (o que é natural e necessário para o desenvolvimento saudável do bebê e prosseguimento da gestação).

Durante a gravidez, a mãe passa para a bebê uma grande quantidade de estrogênio, e após o parto, esse fluxo é interrompido e então há uma queda brusca no nível desse hormônio, podendo haver o processo natural de descamação uterina. Esse sangramento é bastante comum nas menininhas e freqüentemente confundido com sangramento anal ou cocô com fezes. No entanto, vale relembrar que é um acontecimento extremamente natural que desaparecerá em um ou dois dias.

Quais cuidados que se deve ter?


Um pouco de sangramento vaginal é natural, mas devemos ter atenção às características do sangue: observe se a quantidade é muito grande ou se está muito claro ou muito escuro, se a menina apresenta sinais de dor. 
Lembre-se: em um bebê, o que importa são os detalhes!

Caso você perceba que isso é muito recorrente, passou de um ou dois dias e não desapareceu, o ideal é você procurar o pediatra de seu bebê e se informar!

A higiene deve ser feita normalmente com água e sabão mas não se deve utilizar nada na parte interna da vagina, como cotonete ou nada do tipo. 

O que esperar nos primeiros dias da bebê? 


Inchaço na região dos grandes lábios - nos primeiros dias após o nascimento a região dos grandes lábios podem ficar inchadas e até mesmo estar desproporcional ao corpinho da menina. Isso acontece tanto pela retenção de líquidos (já que a bebezinha vivia em ambiente líquido dentro da barrida da mãe) e também pela ação dos hormônios maternos durante a gestação. Eles vão progressivamente desinchando com o passar dos dias. 

Secreção Vaginal - É normal notar a saída de secreção esbranquiçada e espessa da região genital, por até dois meses depois do nascimento. A causa é a mesma: ação dos hormônios maternos durante a gestação. A única recomendação é limpeza local a cada troca de fraldas. Não é necessário fazer uso de cotonetes para limpezas dentro da vagina! A secreção vai ficando progressivamente menos espessa até desaparecer!

Outras causas de sangramentos 


Existem muitos outros motivos que podem causar o sangramento em bebês recém-nascidos, independente do sexo, como:

Ingestão de pequena quantia de sangue através da amamentação: Pode acontecer com os bebês de ambos os sexos. Algumas a mamãe não percebe, mas podem surgir pequenas fissuras em seus seios, que liberam pequenas quantias de sangue que serão ingeridos pelo bebê juntamente com o leite. O sangue poderá ser eliminado no cocô e provavelmente terá um cor mais escura.

Assaduras ou fissuras anais: Bebês recém-nascidos passam por uma fase de adaptação intestinal, que pode causar as famosas cólicas. Algumas vezes junto com essa fase de cólicas fortes surgem as assaduras e as fissuras anais, que são pequenos cortes na região do ânus do bebê provocados pela saída do cocô (principalmente se o cocô estiver mais duro do que pastoso).

Alergias: Alguns bebês têm alergia a leite de vaca, de caixinha ou leite em pó próprios para crianças. Mesmo os bebês que mamam no peito, podem apresentar alergia ao leite de vaca ou derivado, que são ingeridos pelas mães.

Conheça melhor o bebê recém-nascido neste post!