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terça-feira, 1 de março de 2016

Maca Peruana para engravidar


Quando se fala de apressar a chegada da cegonha, o tratamento natural é a alternativa mais procurada por quem não pode ou não quer passar por um tratamento convencional. Uma das opções de tratamento para casos em que há uma alteração hormonal é a conhecida Maca Peruana.

O que é Maca Peruana?


A Maca peruana é uma planta originária do Peru, que parece um rabanete e cresce no alto das cordilheiras dos Andes. Conhecida como um super alimento, ela traz vários benefícios à dieta alimentar, dentre eles seu potencial como afrodisíaco, mas que vai além, aumentando a contagem de espermatozoides nos pré-pais e diminui a mortalidade dos embriões nas pré-mães, ou seja, contribui muito para a fertilidade. 

Como a Maca Peruana funciona?


Ela atua como um repositor hormonal, equilibrando os níveis de estrogênio de forma a proporcionar o aumento de LH que é responsável pela liberação do folículo ovariano. Isso ocorre pois estamos constantemente expostos a grande quantidades de fito estrógeno que ocupam os receptores de nossas células contribuindo para o desequilíbrio hormonal, ou seja, há uma deficiência no processo ovulatório. Quando o estrogênio aumenta ou abaixa muito nos períodos errados, ele impede a mulher de ficar grávida ou de levar sua gestação até ao fim. O excesso de estrogênio também faz com que a progesterona fique baixa demais. Tomar maca pode ajudar a aumentar os níveis de progesterona que são essenciais para uma gestação saudável (sem precisar ficar tomando hormônios).

A Maca peruana então ajuda a equilibrar os níveis hormonais nas mulheres, além de aumentar a libido tanto no homem quanto na mulher. Também contribui para a melhora da saúde dos óvulos e aumenta o volume de líquido seminal, contagem de espermatozoides por ejaculação e motilidade dos espermas.

Onde encontrar e como tomar?


É encontrada facilmente em farmácias de manipulação ou casa de produtos naturais. Algumas farmácias também já vendem o produto em cápsulas ou em pó. Outra forma de adquirir é através de sites especializados em produtos naturais. 

No caso de cápsulas, recomenda-se ingerir 2 por dia, juntamente com algum líquido, podendo ser no café da manhã e no fim da tarde. Para quem prefere a farinha de maca, recomenda-se consumir uma colher de sopa (10g) ao dia. Como seu sabor não é marcante pode ser adicionada a sucos ou a alimentação normalmente. Uma dica é utilizar a maca com cacau em pó ou ainda com canela, proporcionando assim um maior aporte de antioxidantes, e com isso consegue-se até mesmo diminuir a compulsão por doces, controlando a glicemia. Embora não haja nenhum estudo que mostre que a utilização da maca peruana em comidas quentes preserve suas propriedades, então o ideal é utilizá-la em alimentos frios.


Para quem é indicado?


É indicado para mulheres que tem uma má qualidade dos óvulos, também nos casos de endometriose, SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos) ou para quem sofre de abortos de repetição ou está em preparação para FIV (Fertilização in vitro) ou ainda nos caso de infertilidade devido ao estresse ou de causas desconhecidas (ISCA). 

Não existe nenhuma contraindicação com relação à maca, no entanto, como ela age estimulando a produção hormonal, sua administração não é indicada para gestantes, para quem esteja amamentando e, claro, para crianças. Também não há contraindicação para casos de pré-mães ou pré-pais hipertensos. 

Eu ainda não tentei a Maca Peruana mas sempre gosto de ter opções de tratamentos naturais. E você já tomou? Conte sua experiência com ela... Até a próxima. 

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Endometrioma: conheça mais a respeito

Muitas pessoas não sabem qual a relação entre endometriose e endometrioma. É a mesma coisa? O que é endometrioma? É algo sério? Vamos conhecer mais a respeito!

Qual a relação entre endometriose e endometrioma?


Endometriose é uma doença na qual a formação do endométrio ocorre em locais não habituais (fora do útero). Quando as pequenas células de endométrio estão presentes na superfície do ovário (endometriose no ovário), com o passar do tempo podem crescer e se transformar em um cisto de endometriose. Estes cistos recebem então o nome de endometriomas. Eles respondem ao estimulo hormonal do ciclo menstrual e crescem produzindo vários pequenos cistos que podem ocupar e ate mesmo substituir o tecido ovariano!

O endometrioma pode surgir também na parede abdominal (após a cesárea, por exemplo).

Os endometriomas são formados por uma cápsula de tecido denso que não são absorvidos pelo organismo. São conhecidos como "cistos de chocolate" por causa de seu aspecto parecido com chocolate derretido. Caso os cistos sem rompam, esse líquido pode se espalhar por outros órgãos da pelve podendo causar aderências e fortes dores.

Endometrioma


Quais os sintomas?


Quando os cistos são pequenos (menor que 3 cm) costumam não apresentar sintomas. Contudo, os cistos maiores podem causar dores na região pélvica, podendo ser unilateral ou bilateral. Em alguns casos podem causar dores durante a relação sexual. Da mesma forma que ocorre com a endometriose, as dores podem variar durante o ciclo menstrual, geralmente apresentam-se mais fortes durante a ovulação ou durante a menstruação. 

Os sintomas do endometrioma de parede abdominal podem ser uma tumoração dolorida, que aumenta de tamanho durante a menstruação. 

A infertilidade também pode ser um sintoma da presença de endometrioma. 

Como diagnosticar e tratar?


O diagnóstico é feito através do estudo do histórico da paciente, exame de sangue CA125, exames de ultrassom ou ressonância magnética da pelve e também com o exame de videolaparoscopia. 

O tratamento dependerá da gravidade de cada caso e também dos sintomas apresentados. Nos casos de cistos menores, o tratamento mais utilizado é o hormonal (com anticoncepcionais, por exemplo) para interrupção do ciclo menstrual, contudo, em algumas publicações existe uma discordância quanto a eficácia desse tratamento. E nos casos de cistos maiores, geralmente, há a opção de cirurgia por laparoscopia. 

O tratamento do endometrioma de parede abdominal é a cirurgia aberta para retirar o endometrioma e soltar as aderências dos tecidos.

Vale observar que o endometrioma não é um câncer como algumas pessoas podem pensar. E apesar de poder se transformar num câncer, as chances disso acontecer são muito pequenas, menos de 1% se tornam tumores malignos.

A opção por cirurgia deve ser feita cuidadosamente, já que no caso de endometriomas nos ovários pode levar a perda da reserva ovariana, devido a retirada de parte do tecido ovariano. 

Endometrioma e gravidez


Estudos recentes indicam que o endometrioma influi negativamente no pico do estradiol e na maturação folicular, de forma que afeta o desenvolvimento dos folículos, o que afeta o ciclo menstrual, dificultando a gravidez. Nos casos em que é feita a opção pela fertilização in vitro, algumas vezes influencia no número de oócitos, no número de embriões transferidos e na taxa de gravidez, contudo essa alteração não é tão significante, ou seja, há chances de conseguir o tão sonhado positivo. 

É importante diagnosticar o endometrioma e tratar de forma que quanto mais cedo iniciar o tratamento, mais cedo estará exibindo uma linda barriga de gravidez. Boa sorte e até a próxima.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Endometriose e as chances de engravidar


Muito mais que afetar as tentativas de engravidar, a endometriose tem grande impacto no dia-a-dia da pré-mãe com esse diagnóstico. E muitas sofrem com a insegurança de que um dia chegarão a serem promovidas à mães. Felizmente, a medicina tem hoje muitos recursos que podem ajudar nessa caminhada. 

O que é endometriose?


O endométrio é o revestimento mais interno do útero (parede uterina). É ele que se desfaz quando não ocorre a gravidez, ou seja, é a menstruação propriamente dita. 

A endometriose é uma doença na qual a formação do endométrio ocorre em locais não habituais (fora do útero). Geralmente afeta as trompas e ovários, mas também pode atingir outros locais como intestino, bexiga e reto. Sendo estes os casos mais sérios. É uma doença crônica (não há cura), apenas tratamento para que sua ocorrência seja diminuída e espaçada.



O tecido endometrial uma vez fora do útero tem a capacidade de implantar e proliferar, aumentando a quantidade de células e o tamanho das lesões de endometriose. A disseminação do endométrio pode se dar por proximidade acometendo tecidos e órgãos pélvicos ou pela corrente sanguínea atingindo órgãos fora da pelve. 

De acordo com o local e tamanho das lesões e das aderências, a endometriose pode ser classificada como Endometriose superficial (peritoneal), Endometriose profunda infiltrativa, Endometriose ovariana e Endometriose pélvica. No entanto, a forma mais utilizada pelo mundo é a classificação em graus de acordo com sua intensidade, que é a Endometriose mínima (grau I), Endometriose leve (grau II), Endometriose moderada (grau II) e a Endometriose severa (grau IV).

Qual a causa da endometriose?


Uma das teorias mais conhecidas é a chamada de "menstruação retrógrada", que ocorre quando o fluxo sanguíneo (a menstruação) volta pelas tubas uterinas, sendo derramado nos órgãos próximos, ou seja, a menstruação ao invés de seguir no sentido do canal vaginal, sobe pelas trompas, atingindo os ovários, peritônio (membrana fina que reveste a parede interna do abdome e alguns órgãos) e intestino. Outra teoria seria a de uma falha do sistema imunológico que não destrói o tecido anormal que cresce ou chega até os locais errados ou ainda a hipótese de uma transformação de células, que assumem as características do endométrio, fora do útero. 

Alguns estudos sugerem que a presença de histórico familiar com casos de endometriose é um fator de risco para o seu desenvolvimento. Bem como a baixa imunidade, a ansiedade e o estresse podem agravar os sintomas de quem já sofre com a doença.

Quais os sintomas da endometriose?


Embora algumas mulheres possam não apresentar nenhum sintoma da doença, os sintomas mais comuns são:

  • Cólica menstrual (presente em 90-95% dos casos)
  • Dor profunda na vagina ou na pelve durante relação sexual
  • Dor pélvica contínua não relacionada a menstruação
  • Obstipação intestinal ou diarreia no período menstrual
  • Dor para evacuar
  • Sangramento nas fezes
  • Dor para urinar
  • Sangramento na urina
  • Infertilidade


Como diagnosticar a endometriose?


Inicialmente o médico deverá examinar o histórico sintomático e familiar da paciente. Isso será facilitado se a paciente monitorar durante uns meses os sintomas, podendo manter um diário com os detalhes de quando ocorrem maiores incômodos e o nível de intensidade de cada sintoma.
  
Foco de endometriose 

O exame físico no consultório (de toque) também é feito para verificar se há cistos, dor ou áreas de rigidez. O ultrassom transvaginal também é usado para verificar se há cistos no ovário. 

A alta dosagem de uma marcador no sangue chamado CA125 também pode sugerir endometriose. 

A confirmação da endometriose é feito através de videolaparoscopia que é um exame invasivo, onde uma câmera é inserida para avaliação do órgão reprodutivo da mulher. No hospital, com a paciente devidamente anestesiada, o médico especialista faz alguns pequenos cortes perto do umbigo e da região inguinal (um de cada lado) e passa através deles um tubo com uma luz e uma câmera. O abdome é inflado para que fique mais fácil visualizar os órgãos. A recuperação pode ser bastante dolorida, principalmente por causa do acúmulo de gás no corpo.

Endometriose e infertilidade


Mulheres com endometriose têm menores taxas de fecundidade do que uma mulher sem a doença. Cerca de 50% a 70% das mulheres com diagnóstico de endometriose tem infertilidade e das mulheres com infertilidade (várias causas) cerca de 40% são por causa da endometriose. 

Alguns complicadores causados indiretamente pela endometriose podem causar infertilidade. Dentre eles estão a Distorção anatômica que é a obstrução das trompas, aderências que impedem o transporte do óvulo até o encontro com os espermatozoides no interior da tuba uterina; Mudanças no fluido peritoneal, trata-se da produção de substâncias  e células inflamatórias que interferem com a interação óvulo-espermatozoide; Desordens ovulatórias que são provocadas pelas substâncias inflamatórias e modificações nos folículos ovarianos; Alterações foliculares e embrionárias; Anormalidades miometriais e Desordens de implantação embrionária que são alterações endometriais pela produção local de estrogênio e resistência a progesterona.

Tratamento da endometriose


Como dito anteriormente, a endometriose não tem cura, contudo medicamentos são utilizados para que haja uma melhora dos sintomas clínicos da doença e eventualmente o retardo na evolução das lesões. Normalmente são passados hormônios que tem a capacidade de inibir a produção de estrogênio pelos ovários e com isso diminuir o estimulo ao crescimento do tecido endometrial dentro e fora do útero (endometriose).  Os anticoncepcionais orais ou injetáveis, de uso cíclico ou continuo com suspensão ou não da menstruação, medicamentos só com progesterona e os análogos do GnRH são os mais utilizados. 

Geralmente, quando sintomas como dor e infertilidade estão presentes, é feita a opção pela cirurgia por videolaparoscopia para a retirada das lesões e das aderências, isso permite que a paciente tenha uma melhora da qualidade de vida devido a diminuição ou mesmo extinção da dor, podendo ser possível voltar as tentativas para engravidar em grande parte das mulheres tratadas. 
Quando não há muitos sintomas, ou estes são menos severos e não apresentam riscos de perda de função de algum órgão, a opção pelo tratamento clínico deve ser feita. O tratamento medicamentoso não deve em hipótese alguma ser feito sem a prescrição e acompanhamento médico.

Endometriose e as chances de engravidar


Apesar do medo que o diagnóstico de endometriose pode causar na pré-mãe, fico feliz de informar que cerca de 50% das mulheres com endometriose podem engravidar espontaneamente sem tratamento. E com tratamento adequado grande parte das pacientes com alguma infertilidade causada pela endometriose podem engravidar. A cirurgia por videolaparoscopia com retirada das lesões de endometriose e das aderências pode aumentar as chances de gestação espontânea em mulheres com endometriose em todos os estágios. Em outros casos pode ser necessário a realização de tratamentos com técnicas de reprodução assistida como a inseminação intra-uterina ou a fertilização in vitro

Mesmo que alguns diagnósticos como endometriose possam nos deixar tristes e mesmo sem esperanças é importante manter o pensamento positivo. Busque informações, tratamentos, converse com um especialista em infertilidade e mantenha-se firme na caminha pela realização do seu sonho. Boa sorte e até a próxima.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Às vezes o caminho é longo


Depois de uns meses começamos a ficar preocupadas caso ainda não tenhamos realizado o grande sonho de engravidar. Os médicos recomendam esperar um ano antes de investigar possíveis dificuldades. Pois esse é o tempo em que um casal pode levar para conseguir engravida. Mas ansiedade é o segundo nome de toda tentante rsrs. Então se você tem o perfil de pré-mãe irá correr atrás do que há de errado no segundo mês que não veio o positivo.

Muitos casais enfrentam essa dificuldade, mas só temos noção do quanto é comum, quando passamos por isso. Comigo não foi diferente, abaixo vou listar alguns problemas e possíveis tratamentos, são eles:

Endometriose


O tecido do endométrio (camada interna do útero que "descama" mensalmente, a cada menstruação) cresce fora do útero; é uma das principais causas de infertilidade feminina.


Alguns sintomas que podem levar a pré-mãe a desconfiar de endometriose é quando a mostra vem acompanhada de  muita cólica, ou costuma ser irregular ou com forte sangramento; em muitos casos, há abortos espontâneos de repetição.
Para tratar a endometriose normalmente opta-se pela laparoscopia para a retirada dos tecidos anormais ou aderências, também pode utilizar-se de tratamentos de reprodução assistida como indução de ovulação, inseminação intra-uterina, fertilização in vitro (FIV) ou ICSI.

Em estágios leves da doença, a utilização da inseminação intrauterina aumenta a possibilidade de resultados mais favoráveis. Quando isso não ocorre, o tratamento laparoscópico da infertilidade por endometriose, resulta na melhora das taxas de gravidez.

A fertilização in vitro e a injeção intra-citoplasmática de espermatozoides (ICSI) seriam as últimas medidas terapêuticas indicadas, essenciais para as mulheres com endometriose em estágios avançados quando o tratamento cirúrgico não resulta em gestações espontâneas ou eventualmente em mulheres que apesar de terem endometriose avançada só tem infertilidade e não tem dor.

Saiba mais sobre Endometriose

Problemas de ovulação


Os problemas de ovulação, geralmente de origem hormonal, causam dificuldades ou mesmo impedem que o óvulo fique maduro e seja liberado para a fecundação.

Nós pré-mães devemos desconfiar de problemas caso a monstra esteja irregular, com fluxo fraco demais ou muito forte.

A opção de tratamento seria com indutores de ovulação, hormônios para estimular os folículos, hCG e quando não houverem resultados satisfatórios partir para a fertilização in vitro (FIV).

Outra questão envolvendo a ovulação é a qualidade do óvulo. Infelizmente, não se pode saber a respeito sem investigar. Geralmente, quando partimos para a fertilização in vitro (FIV), que é o método em que há o exame mais minucioso das condições do óvulo. Nesse caso, apenas a doação de óvulos pode resolver. A idade é um fator que altera a qualidade dos óvulos, geralmente, a partir de 35 anos, essa qualidade é comprometida (to quase lá... mas não desanimo não!). As anomalias cromossômicas podem também comprometer a qualidade dos óvulos.

Síndrome dos ovários policísticos


Eis aqui um assunto bem familiar para mim. A danada da SOP! Se caracteriza por um quadro de anovulação crônica e hiperandrogenismo, normalmente acompanhado por ovários de aspecto multifoliculares. Mas o que significa isso? Simplificado, a pré-mãe que como eu tem SOP, não irá ovular todo o mês, terá problemas com o nível de testosterona, fazendo com que precise fazer a barba (ou quase) e seus ovários estão cheios de cistos (folículos que não amadureceram e não liberaram os óvulos).

A pré-mãe com SOP poderá apresentar a monstra irregular, excesso de pelos e acne, além do excesso de peso.

Para tratar a SOP devemos mudar os hábitos alimentares e diminuir o peso (como se fosse fácil), tratar a resistência à insulina com medicação, a mais conhecida é a metformina. Pode-se fazer uso de indutores de ovulação, mas com acompanhamento médico. Mas muitos médicos preferem tratar com anticoncepcionais, o que significa adiar o sonho de engravidar.


Trompas Obstruídas


A trompa é o caminho que o óvulo percorre até chegar ao útero. Algumas vezes esse caminho é obstruído parcial ou totalmente. Nesse caso, não há como óvulo chegar ao útero e nem os peixinhos chegarem ao óvulo.



As principais causas são doenças inflamatórias na região pélvica, doenças sexualmente transmissíveis, com clamídia, e laqueadura anterior.


Para descobrir se existe alguma obstrução nas trompas é feita a  histerossalpingografia que é um exame de radiografia usando-se contraste, para verificar as condições anatômicas do útero e das trompas.

O tratamento é feito através de Laparoscopia para abrir as trompas, se possível (quando a área obstruída é pequena); se a operação não der certo, a fertilização in vitro (FIV) é uma opção.

Problemas no homem


Nem sempre somos as culpadas na demora da chegada do rebento, embora muitas vezes achamos que sim. As vezes o problema pode estar com o maridão.

Qualquer obstrução nos vasos deferentes, (que transportam os peixinhos). Varicoceles (varizes) nos testículos são a causa mais comum. DSTs como clamídia ou gonorreia também estão entre as causas. Esses casos podem ser tratados com cirurgia para as varicoceles ou outro tipo de obstrução. Avaliação cromossômica e genética para detectar a chance de transmitir doenças ao bebê.
Outro problema que pode interferir no tempo de espera do bebê é a contagem baixa ou inexistente de espermatozoides, assim como pouca mobilidade ou formato anormal, podem causar infertilidade. (Saiba mais a respeito nesse post!) O tratamento é feito com medicamentos que podem aumentar a produção de espermatozoides; outras opção são inseminação artificial com espermatozoides de um doador ou FIV com injeção dos espermatozoides diretamente no óvulo (ICSI).

Contrariando o que os médicos recomendam, eu como pré-mãe louca para aumentar a família, digo que o quanto antes insistir com seu médico para analisar tudo o que possa atrapalhar ou atrasar seu sonho de ser mãe. O quanto antes descobrir melhor. Até a próxima.