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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Animais sentem que uma mulher está grávida?


Quem tem um animal de estimação sabe que o vínculo com eles é muito especial. Muitas mulheres relatam um comportamento diferente dos pets antes mesmo de descobrirem que estavam grávidas. Mas será que os animais conseguem mesmo detectar a gravidez de uma mulher? Existe uma explicação científica para o comportamento deles? 

Mudanças de comportamento


Quando se convive com um bichinho de estimação é normal que tenhamos um determinado comportamento e é claro que um dono atento vai perceber qualquer ação diferente de seu pet. Segundo relatos, alguns cães passam a ficar mais protetores com as gestantes. Outros dizem que houve um afastamento do animal. Conheci mulheres em que o bichinho passou a ficar muito tempo deitado sobre a barriga ou com a cabeça sobre a barriga. Essa seria a indicação que eles sentem mesmo a gravidez antes dos humanos.

O que a ciência diz?


Já foi comprovado pela ciência que os cães podem farejar muitas coisas como pessoas desaparecidas, bombas, drogas e até conseguem detectar câncer nos humanos! Contudo, a ciência ainda não comprovou se os bichos de estimação pressentem, antes mesmo do que nós, quando a sua "mãe humana" está grávida. 

A verdade é que há muitos indícios que podem explicar as mudanças de comportamentos dos animais perto de mulheres gestantes. Vejamos a seguir:


Odor hormonal 


Os animais são mais sensíveis aos odores, especialmente os cães que são capazes de identificar cheiros que os humanos nem sequer percebem. Isso ocorre porque eles possuem cerca de 200 milhões de receptores para odores, enquanto que os humanos possuem apenas 5 milhões. Além disso, possuem uma área cerebral dedicada ao olfado cerca de 40 vezes maior do que a dos humanos. Então, para alguns especialista, uma alteração hormonal na mulher, o que ocorre na gravidez, altera sensivelmente o cheiro do seu corpo e essa mudança seria bem acentuada para os animais. 

Audição mais apurada


Outro fator que pode explicar essa présciência sobre o estado gravídico tem relação com a audição dos bichinhos. Os cães, por exemplo, tem um espectro auditivo muito desenvolvido, podendo ouvir tempestades ou terremotos muito antes dos seus donos. Enquanto o espectro auditivo do cão é de 20 a 65.000 hertz, o nosso fica entre 20 a 20.000 hertz. Sua capacidade de ouvir um som fraco a distância é cerca de 4 ou 5 vezes maior do que o nosso. Assim, ele seria capaz de ouvir o coraçãozinho do bebê bem antes da futura mamãe. Passando a adotar uma postura instintivamente mais protetora com o "novo filhote".

Comportamentos da gestantes


Mesmo que para nós as mudanças de comportamentos sejam insignificantes, para os animais, qualquer mínima mudança de humor ou na linguagem corporal será notada pelo seu bichinho. A mulher pode ficar mais vagarosa ou mais protetora com a barriga (ainda que nem ela se dê conta disso!). Os animais passariam então a notar esse novo comportamento e passariam a relacionar com a gestação. 

Os hábitos diários também são notados pelos pets. Então a alteração da rotina (sono maior ou cochilos extras) são facilmente percebidos pelos animais.

Chamando a atenção



A mudança de comportamento do seu pet pode não ser apenas por causa da gravidez em si mas também é uma forma de chamar a atenção dos donos. Ele pode começar a se comportar mal para receber a atenção que antes era toda dedicada a ele. O animal pode sentir que não é mais o "queridinho" da família, pode ficar com ciúmes e demonstrar sinais de carência. Nesse caso, é sempre bom buscar ajuda profissional, principalmente para tentar preparar o animal para a chegada do bebê. Os exemplos de comportamentos relatados por pessoas que viveram essa experiência, são:

  • Alguns animais que preferiam o homem da casa, de imediato o deixam de lado para se dedicarem a grávida.
  • Tornam-se mais protetores e ficam muito próximos da mulher. É comum ouvirmos casos como o cão ficar aguardando atrás da porta quando a dona vai ao banheiro,  dormem perto da cama dos donos e  outras demonstrações de aproximação.
  • Latem e emitem gemidos a todas as pessoas que querem se aproximar da "protegida". E alguns chegam até a avançar nas pessoas que querem se aproximar da futura mãe.
  • Finalmente, sinalizam o começo do trabalho de parto da dona, inclusive antes que ela o faça.
  • Passam a lamber ou cheirar o ventre que está crescendo. Essa é uma demonstração de carinho e é absolutamente normal!


Dicas para a chegada do bebê


Há muitos especialistas em comportamento animal que podem ajudar os donos a preparem o seu bichinho de estimação para a chegada do bebê. Contudo, daremos algumas dicas para que a chegada do bebê ocorra da melhor forma para toda a família:

Prepare o ambiente


Qualquer mudança na rotina do pet pode fazer com que ele fique sensível, carente ou estressado. Dessa forma, o melhor é alterar a rotina antes do nascimento do bebê para que não haja uma associação entre a mudança de rotina e a chegada do bebê. Pode-se proibir o acesso ao quarto do bebê, ou ainda mudar o horário de passeio, além de usar um boneco de treino (usando as roupas do bebê) para que o bicho se acostume com a atenção dividida. 

Tutores de gatos devem ter cuidado adicional de incluir uma proteção no berço do bebê para evitar que o gato fique dentro (se assim desejarem!)

Conhecendo o bebê


Apresentar o novo membro da família para o seu pet é uma etapa importante. Deixe que o animal sinta o cheiro do bebê através de uma roupinha usada. Para que associe a um momento agradável, os donos podem incluir um pestico durante o processo ou uma sessão de carinhos extras. Isso pode ser feito ainda quando a mãe e o bebê estão na maternidade.

Quando o bebê chegar, deixe que o pet cheire o pezinho do bebê enquanto os donos fazem afagos nele. As primeiras interações entre o bichinho e o bebê devem ser feitas sempre com supervisão dos pais, de preferência com o dono que o pet mais gosta. 

Vale salientar que a convivência com animais é super positiva para toda a família, inclusive o bebê que irá criar uma imunidade maior durante o convívio. Muitas pessoas acham que devem abandonar o animal por causa do bebê e na verdade, há estudos que mostram que o convívio com animais melhora o humor, reduz depressão, melhora pressão arterial e ainda pode prolongar a vida. Então, essa é uma ótima oportunidade de ter uma vida muito mais saudável em companhia do seu bichinho. E você? Já viveu uma experiência parecida? Conte para gente! Até a próxima!



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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Por que grávidas sentem tanto calor?


Quem nunca sofreu com a chegada do verão? É verdade que para quem gosta de praia essa é a melhor estação do ano. Contudo, se você estiver grávida é bem provável que o calor seja sentido de maneira muito mais intensa. Mas afinal, grávida sente mais o calor? Sim! isso é a mais pura verdade e vamos listar aqui o que faz com que as futuras mamães sofram mais com as temperaturas elevadas.

Por que as grávidas sentem mais calor?


A culpa dessa sensibilidade toda é nada mais nada menos do que dos hormônios da gravidez. As variações nos níveis hormonais, especialmente as quedas do estrogênio, são responsáveis pelas ondas de calor que fazem muitas grávidas prefiram o ar condicionado gelando tudo mesmo que seja inverno.

O estrogênio é encarregado de favorecer dilatação dos vasos sanguíneos para fazer chegar mais sangue necessário para o bebê.

Com a dilatação das veias e artérias, a temperatura corporal durante a gravidez pode aumentar cerca de meio grau. Isso faz com que a gestante sinta mais calor, transpire mais e tenha alguma dificuldade em suportar os dias mais quentes de verão.

Essas ondas de calor ocorrem durante toda a gravidez?


As ondas de calor na gravidez costumam ocorrer com mais frequência no segundo e terceiro trimestres de gestação. Sendo agravadas no verão, quando a temperatura do ambiente está naturalmente mais acentuada.

Além disso, alterações de glicemia também podem causar os famosos calores, por isso a gestante deve evitar ficar muitas horas sem comer ou comer quantidades muito grandes de doce de uma só vez.


Quais cuidados ter durante o verão?


Para ajudar a passar pelo verão a mamãe pode adotar algumas medidas como:

Vestir roupas leves e fáceis de tirar – Essa é a dica mais fácil para que as gestantes consigam lidar com as altas temperaturas do verão. As roupas leves garantem frescor e, como o calor pode surgir em ondas que vão e voltam, o ideal é apostar nas peças que não sejam muito difíceis para tirar.

Beber muito líquido – Tomar água durante a gestação é essencial para as futuras mamães e até para o desenvolvimento do bebê. Porém, também é possível apostar em bebidas isotônicas e água de coco, para repor eletrólitos perdidos com o suor e evitar a queda de pressão.

Alimentação saudável, leve e equilibrada – Consumir alimentos leves e mais saudável é importante não apenas para o feto, mas também ajudará com a digestão evitando que o metabolismo acelerado possa provocar ainda mais calor.

Eleve os pés – Grávidas sofrem com pernas mais inchadas e pesadas e isso pode se agravar nos dias mais quentes. Seguindo algumas dicas para diminuir o inchaço na gravidez, é possível reverter esse problema. Além de usar roupas confortáveis e meias de compressão, o repouso com a elevação das pernas estimula a circulação sanguínea.

Cuidado com os cremes para refrescar – Há mulheres que usam hidratantes para refrescar a pele e sentir menos calor. Porém, é preciso ficar atenta ao produto. Esses cremes que dão sensação de frescor podem contém substâncias proibidas para grávidas. Consulte um médico e procure por cremes próprios para gestantes.

Riscos do calor excessivo


O calor excessivo pode provocar queda de pressão, aumento da frequência cardíaca e até mesmo quadros de rinite.

É importante também ficar atenta para diferenciar um calor desses que vai e vem de uma febre, que eleva de fato a temperatura do seu corpo. As febres são sinal de uma infecção e quando estão altas podem ser perigosas para a gestação. Se a gestante tiver febre acima de 37,7 graus, o melhor a fazer é contatar seu médico para maiores orientações.

Lembre-se de manter-se hidratada e em ambientes ventilados, aumentando a ingestão de líquidos e alimentos leves. Assim, a mamãe garantirá um verão mais tranquilo (dentro do possível) para ela e o bebê! Até a próxima!

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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Dicas para a nidificação de gestantes


Como explicamos no post sobre a Nidificação, a mãe pode assumir atividades que às vezes podem prejudicar sua saúde ou do bebê. Por exemplo, ao empurrar o piano pesado no canto da sala, você pode pedir a alguém para ajudá-la. As mulheres geralmente são incapazes de conter a onda de energia. Aqui estão algumas dicas que podem orientá-la sobre como fazer uso dessa "onda de energia" durante a gravidez:
  • Evite pintar o quarto do bebê. Prefira realizar os exercícios sugeridos pelo médico regularmente.
  • Verificar a segurança dos produtos químicos e de limpeza da casa. Não respirar os vapores fortes.
  • Usar luvas de borracha quando limpar a caixa de areia para gatos (para evitar a infecção) ou deixe alguém fazer isso.
  • Evitar o contato com fezes de gato ou cães. Mantenha-os vacinados e evite o contato com outros animais cuja a vacina não possa ser verificada. 


  • Mantenha a geladeira abastecida com comida fresca. Seguir uma dieta saudável na gravidez.
  • Mantenha as suas roupas, lençóis e toalhas prontas. Apronte a mala da maternidade a partir da 30ª semana.
  • Confira e faça suas malas de acordo com a lista fornecida pelo hospital.
  • Faça uma lista de quem deverá se chamado para comunicar o nascimento. Deixe tudo pronto bem antes.
  • Cumprir as formalidades de registro no hospital com antecedência. O pré-registro irá poupar seu tempo quando você chegar para a entrega.
  • Manter um mapa da maternidade pronto, com as informações de rotas mais curtas e mais rápidas. Você não será capaz de dizer o caminho, indo para o hospital.
  • Disponha antecipadamente de alguém que possa cuidar das crianças, se você tem filhos mais velhos em casa. Combine antes com alguém que possa chamar a qualquer momento. Deixe o contato em local visível e de fácil acesso, na geladeira, por exemplo.
  • Comprar e instalar a cadeirinha do bebê no carro.
  • Faça uma lista de números de contato de emergência e verificar se você tem seu cartão de seguro, uma identificação com foto, cartão de crédito em sua carteira.
  • Organizar a roupa do bebê, fraldas, pomada assaduras, etc. de uma forma limpa e arrumada. 
  • Reabastecer sua despensa com alimentos saudáveis, como sopas, frutas, grãos de biscoitos e cereais, feijões enlatados, frutas e legumes, massas, arroz integral, molhos, etc..
  • Durante os últimos dois ou três semanas, cozinhe em grande quantidade e armazene os alimentos no frigorífico. Depois de voltar do hospital, você pode apenas aquecer no microondas e comer alimentos saudáveis ​​caseiros.


Se as dicas acima estão sendo seguidos pela mãe a nidificação é bastante segura para a mãe e o bebê.



terça-feira, 24 de outubro de 2017

Nidificação na gravidez


A preparação para a chegada do bebê acontece desde a descoberta da gravidez. Com o passar dos meses essa preparação se intensifica. Embora muitas mulheres não saibam, elas passam a sentir mais fortemente o fenômeno de Nesting ou a chamada Nidificação. Trata-se de um sintoma da gravidez mas poucas conhecem pelo nome, mesmo os sintomas sendo muito comuns. Se você está grávida, cedo ou tarde poderá experimentar esses sintomas!

O que é a Nidificação?


A Nidificação ou fenômeno de Nesting nada mais é do que o impulso de arrumar a casa e deixar tudo preparado para receber o bebê. O instinto de nidificação é um sentimento comum e natural, pode atingir a maioria das gestantes mas não é uma regra, já que cada mulher tem a sua forma de sentir a gravidez.

A Nidificação também é conhecida como: Assentamento da gravidez, Instinto Nesting (em inglês Nesting Instinct), Síndrome ou Fenômeno de Nesting, ou ainda síndrome do ninho arrumado.

Quais os sintomas?


O sintoma da nidificação é o desejo de arrumar a casa. Se antes a limpeza de casa costumava ser uma tarefa árdua, agora, a futura mamãe pode querer classificar meias, organizar latas no armário e criar um berçário elaborado para o seu recém-nascido. 

A mãe pode ficar mais resguardada de certas pessoas ou situações, se afastando de situações que considera negativas e até mesmo de pessoas negativas e que em nada contribuem para o seu bem estar.

Em alguns casos pode surgir uma preocupação imensa com a limpeza e organização, levando ao exagero.

Atividades mais comuns realizadas pelas futuras mamães:


  • Limpeza da casa em geral
  • Desinfecção de chão, objetos e afins
  • Reorganização de mobílias
  • Reorganização de guarda-roupas (jogar fora o que não é desejado ou utilizado)
  • Abastecer a cozinha com alimentos
  • Cozinhar algumas refeições
  • Preparar o quarto do bebê
  • Lavar, passar e organizar toda a roupa do bebê.


Alguns futuros papais também podem sentir a vontade de limpar e organizar! Eles podem começar a procurar um novo emprego, eles podem limpar o jardim, carro e garagem. Conheça aqui algumas Dicas para nidificação.


Quando o sintoma costuma aparecer?


O desejo de nidificação costuma aparecer para maioria das mulheres grávidas perto do terceiro trimestre, de acordo com pesquisadores da Universidade McMaster. Toda mãe, no entanto, é diferente, e o relógio biológico para a nidificação pode ocorrer no início da gravidez a alguns dias antes do parto. 


Preocupação lógica


O processo de nidificação envolve uma parte lógica. Diz respeito as atividades necessárias para chegada do bebê. Vão desde a compra de roupas e mobílias até a preparação do quarto do bebê. Dessa forma, para diminuir a ansiedade é bom utilizar-se de uma lista com as tarefas que faltam concluir até a chegada do bebê. E quanto mais cedo essa lista for completada menos ansiosa a gestante ficará. 


Processo emocional


O lado emocional de se preparar para a chegada do bebê envolve medos e dúvidas com a saúde da mãe e do bebê, principalmente se há risco de um parto difícil. Essas preocupações podem ser mascaradas pela mãe com a preparação da casa. É uma forma da mãe se adaptar a esse nova fase de sua vida, ajustando tudo para proteger seu filho. 


Risco da nidificação


Nesta fase da sua vida é importante ter as coisas limpas e organizadas, mas acima de tudo a grávida não  pode se colocar em risco. O perigo da nidificação está em priorizar a organização e a limpeza da casa quando a saúde da mãe não permite isso. Assim é importante que a mãe peça ajuda ou contrate se puder uma ajuda extra para esta fase.

Atividades potencialmente arriscadas para a saúde a mãe e do bebê, como pinturas e limpezas de áreas altas, devem ser deixadas para outras pessoas. Envolver o companheiro nas atividades ajuda no desenvolvimento do sentimento de paternidade. Contudo é preciso ter atenção aos esforços físicos. A gestante deve pensar no seu bem estar e no bem estar do seu bebê mais que tudo.

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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Mãe adotiva pode amamentar: Conheça a Translactação!


Amamentar é um ato de amor! Essa é uma linda e verdadeira frase. O momento da amamentação é quando a conexão entre mãe e filho se estreita. Quando a mulher passa pela gestação, normalmente esse momento é muito esperado. Mas e quando a mãe não gerou seu filho? Algumas pessoas não sabem, mas mesmo a mãe adotiva pode amamentar seu filho! Esse sonho de amamentar não precisa ser exclusividade das mulheres que engravidam e passam pelo parto. Mães adotivas também podem nutrir o filho dessa maneira graças à Translactação ou indução à lactação (também chamada de lactação adotiva).

O que é Translactação?



A translactação é uma técnica que consiste em colocar o bebê ao peito para mamar o leite da própria mãe retirado previamente através de uma sonda que é coloca próxima do mamilo. Esta técnica é muito utilizada em casos de bebês prematuros, que não possuem força suficiente para sugar o leite materno ou que precisaram ficar em encubadoras no hospital e serve para estimular a produção de leite materno.

Translactação e Relactação


A translactação e a relactação são técnicas semelhantes, porém, a diferença é que a relactação é aplicada pelas mães que já amamentaram em algum momento da vida e querem voltar a produzir leite para alimentar um bebê, seja ele biológico ou não. A translactação ou lactação induzida é um termo utilizado para estimular a produção de leite em mulheres que nunca amamentaram, como em casos de adoção. 

Como funciona a técnica de Translactação?


A técnica consiste em colocar no mamilo da mãe uma pequena sonda ligada a um recipiente com leite industrial ou materno. Quando o bebê suga o seio, recebe o conteúdo pelo tubo acoplado. Por meio da sucção contínua, a produção de leite da mulher é estimulada. Desta forma a criança também aprende, gradativamente, a associar o peito materno à alimentação. 

Se o bebê estiver muito irritado ou ansioso para mamar, os especialistas indicam deixar que ele sugue o peito de 15 a 20 minutos sem a sonda, para estimular a produção de leite. Quando ele começar a reclamar, coloque a sonda junto ao seio, no canto da boca da criança.

Para potencializar a sucção, a mãe também pode interromper a mamada da criança de tempos em tempos. Basta dobrar um pouquinho a sonda, para não permitir que o leite passe, deixando o bebê sugar por mais tempo.

Técnicas auxiliares da translactação




Para que a prática da translactação seja efetiva, é necessário associar outras técnicas, como massagens nas mamas e movimento de ordenha manual, pode-se utilizar também uma bomba de leite. 

Os medicamentos que podem incentivar a produção láctea nas mulheres são os galactogogos. No caso de mães de filhos adotivos, o indicado é que a preparação comece um mês antes da adoção. Alguns médicos indicam o uso de homeopáticos à base de alfafa, que estimula a secreção de prolactina.

Material para translactação



Para utilizar a técnica, não é necessário nenhum equipamento sofisticado. É possível usar uma sonda uretral ou nasogástrica número quatro, com a ponta cortada, fazendo dela um canudo, e um copo de vidro esterilizado ou uma chuquinha, fazendo um furo grande na ponta do bico (a ponto de conseguir encaixar a sonda).

A sonda é um item barato, a unidade custa cerca de 80 centavos. Ela deve ser descartada após cada uso, embora seja possível lavá-la utilizando uma seringa com água, mas a higienização não é garantida. Há a possibilidade também do uso do kit de translactação, vendidos em farmácias. 


Kit Translactação
Kit Translactação















Qualquer que seja o método de translactação escolhido, a mãe deve ter alguns cuidados como colocar o recipiente com o leite mais alto do que a mama para o leite fluir melhor, ferver o material 15 minutos antes todas as vezes que o for usar, lavar o material com água e sabão após cada uso e trocar a sonda após 2 a 3 semanas de uso.

Quanto tempo até que a mãe consiga amamentar


Os bebês não costumam apresentar resistência ao uso desta técnica e após algumas semanas é possível fazê-lo mamar no peito, sendo, por isso, muito importante não dar a mamadeira ao bebê durante este processo. É preciso ter paciência para produzir o próprio leite. Algumas mães levam até quatro meses para alcançar esse objetivo. 

É importanter manter um contato com o pediatra da criança, já que nem sempre o resultado é próspero a ponto de a produção de leite dar conta da necessidade do bebê. Por isso, o uso de leite artificial pode ser necessário.

Amamentar é um ato de amor! Sim, a mãe deve manter-se firme e paciente para o sucesso da técnica. Aproveite os momentos para curtir o seu filho e estreitar ainda mais esse lindo laço de amor. Até a próxima!

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Bebê pode dormir junto com os pais?


Preparar o quarto do bebê com todos os detalhes e até com a poltrona de amamentação é o sonho de muitas mães. Outras preferem que o bebê compartilhe com elas a cama do casal. Aqui temos um ponto de grande discussão. Será que dormir com os pais atrapalha o desenvolvimento do bebê? Deixá-lo no próprio berço será mais adequado? É melhor dormir com o bebê junto (ajudando no cuidado e amamentação) ou deixar que ele fique no seu quarto separado? Vejamos algumas considerações:


Dormir junto sempre é perigoso?


Cuidado com esse tipo de questão. Depende muito do significado desse dormir junto... Dormir junto com o bebê no sofá, por exemplo, é perigoso pois ele pode sufocar nas almofadas, cair no chão ou mesmo o responsável pode sufocá-lo sem perceber. Então quando alguém diz que o bebê faleceu por dormir junto de alguém, tenha cuidado de saber que forma era esse "junto"! Um relato que não esclare esses fatos podem conduzir a uma conclusão equivocada. 


O sono e o risco de morte súbita


Entidades dedicadas ao estudo da morte súbita do lactente desaconselham a cama compartilhada, assim como a Academia Norte-Americana de Pediatria (AAP), citando riscos como o de sufocamento. 

A síndrome da morte súbita pode ser compreendida como o óbito de crianças entre 1 a 12 meses de vida sem causas esclarecidas após a autópsia completa. A incidência maior acontece com bebês entre 2 e 4 meses. Por esse motivo a recomendação é de a criança não durma junto com os pais. Novamente, aqui devemos ter cuidado com o termo JUNTO utilizado, já que dormir no mesmo quarto dos pais mas no berço separado também pode ser denominado de dormir junto com os pais, mas que não representa o mesmo risco para o bebê.


Criança deve crescer independente


Para aqueles que defendem que a criança deve ter seu próprio quarto, além da questão relacionada com a saúde do bebê, prevenindo a morte súbita, está a construção da independência e autonomia da criança além de manter a própria privacidade do casal, que, segundo eles, é afetada com a presença do filho no quarto. Outro argumento utilizado é que a criança precisa aprender a ficar sozinha construindo intimidade com seus brinquedos e com seu próprio ambiente. 

Esses argumentos são bem intecionados mas até que ponto esse tipo de argumento não está tentando apressar o desenvolvimento do bebê? Afinal, um bebê deve ter o direito de ser um bebê e não um mini adulto que já sabe o que quer da vida! 


Dormir sozinho cria independência?


Na realidade, crianças que dormem sozinhas tendem a ter dificuldades de ser independentes pois não se sentem seguras para explorar e conhecer o mundo. Como isso é possível? Para entender isso, basta pensar em um dia estressante. Quando se teve um dia difícil, você prefere tomar um vinho e desestressar sem a menor interação possível a fim de que o dia acabe ou prefere ir falar com pessoas que nunca viu na vida para compartilhar sua vida? A grande maioria prefere o isolamento ao convívio com novas pessoas em momentos de estresse. Da mesma forma, a criança passa por um momento de estresse na hora de dormir. A criança foi gerada em um ambiente barulhento (pelos sons do coração e dos órgãos da mãe) e esse é o ambiente em que ela se sentia segura. Num quarto separado, o ambiente é novo, em geral tranquilo e isso traz muita insegurança para o bebê. Esse estresse faz com que a criança produza mais cortisol (hormônio que dificulta o relaxamento) o que irá impedir um sono tranquilo. Um bebê estressado irá sentir-se mais retraído e com menos ânimo para explorar o mundo a sua volta. 


O outro lado da moeda


Bebês que dormem com os pais passam a sentir-se mais seguros pois sabem que terão apoio a qualquer momento. O contato com os pais promove mais ocitocina, hormônio relacionado ao bem estar. Assim a criança terá mais segurança fazendo com que seja mais fácil explorar melhor o ambiente em que vive. Como isso é possível? Devido ao conforto de ser socorrido em momentos estressantes como em caso do reflexo de Moro

Todos os recém-nascidos possuem o reflexo de moro, que o faz se assustarem e costuma ocorrer enquanto dormem. (Para aqueles que não têm mais um recém nascido, até os 3 meses de idade, enquanto dorme, os braços e pernas do seu bebê tremem como se ele estivesse caindo. Esse é o reflexo de moro). Se a sua criança estiver no colo de um adulto ou estiver por perto (como em um berço grudado à sua cama, com a grade lateral abaixada), é muito mais fácil controlar o reflexo e acalmá-lo antes que acorde e entre em pânico. Contudo, se você não estiver segurando o bebê, o reflexo de moro vai acordar seu bebê em pânico. O cortisol estará então circulando pela sua corrente sanguínea e vai demorar bem mais tempo até você conseguir acalmá-lo. Muitos pais passam por isso quando são acordados por um bebê que está gritando. Quando isso acontece, o que o bebê aprende a partir dessa experiência? Que o mundo não é um lugar seguro e que deve estar sempre alerta. Quando seus níveis de estresse estão constantemente altos, você aprende a estar mais vigilante para conseguir manter-se longe de perigos em potencial. Ao contrário dos bebês que são acalmados imediatamente pelos pais (já que estão por perto) que aprendem que o mundo é um lugar seguro!


Como dormir junto de forma segura?


Algumas medidas devem ser tomadas por quem deseja compartilhar as noites de sono com o bebê:

Berço separado - Para evitar a preocupação de sufocar a criança, o melhor é dá preferência ao berço separado da cama. Existe a opção de berço acoplado à cama ou ainda com a grade abaixada encostado à cama. Tome cuidado para que não fique um vão onde o bebê possa cair ou ficar preso. Além de permitir que o bebê fique bem perto, ainda traz mais tranquilidade aos pais por ter risco reduzido de sufocamento ocasionado pelos pais. 



Berço livre de bichinhos e decorações - Apesar de lindinhas, as decorações e protetores de berço na verdade trazem mais riscos ao bebê. Além de juntar poeira, eles trazem mais riscos de atrapalhar a respiração da criança. O mesmo acontece com excesso de roupinhas (Aprenda aqui: Como agasalhar o bebê?) e bichinhos de pelúcia. Não embrulhe o bebê com nenhuma manta. Os bracinhos dele precisam ficar livres para se movimentar, assim a mãe vai conseguir notá-lo melhor. Mesmo lençóis devem ser bem ajustados para que não se soltem em caso de puxados.

Barriga para cima - É a posição mais segura para o bebê. A criança respira melhor e tem menos risco de engasgo – caso vomite, ela vai girar a cabeça para o lado. De barriga para baixo, só quando ele estiver acordado para ajudar o desenvolvimento motor e muscular e a minimizar o risco de plagiocefalia – quando o crânio do bebê tem alguma deformidade pela pressão que sofre em apenas um dos lados. Mas sempre, sempre, sempre com um responsável ao lado dele!

Posição da cama - Em casos de cama compartilhada, ela deve ser posicionada contra a parede ou outro móvel para garantir maior segurança. Lembre de verificar também se não há nenhum vão por onde a criança possa cair ou ficar presa. Uma maneira barata de evitar que o bebê fique preso entre a cama e a parede é enfiar um travesseiro comprido nesse espaço, de modo que a superfície fique firme ao toque.


Considerações para cama compartilhada:


O bebê deve ficar entre a parede ou móvel e a mãe. Esta tem um instinto natural que garante que acorde mais rapidamente em casos de eventualidades onde o bebê precise de socorro. Caso a mãe não tenha essa sensibilidade ao dormir, o melhor é que a criança fique no berço separado.  

Embora o berço separado seja uma opção mais segura em comparação com a cama compartilhada, alguns pais podem preferir essa opção ao invés de adquirir um berço (seja por razões financeiras ou não!). Nesse caso, deve-se considerar alguns cuidados:

Sua cama deve ser absolutamente segura para seu bebê. Se possível prefira o colchão no chão, com a certeza de não existir nenhum vão onde seu bebê possa ficar preso. O colchão deve ser plano, firme (superfícies macias podem facilitar o sufocamento) e liso. 

Cama grande e confortável - Utilize um colchão bem grande para fornecer amplitude de espaço e conforto para todos.

Não durma com seu bebê se você tiver bebido álcool, se tiver usado qualquer droga ou medicação, se você em especial costuma dormir profundamente ou se está sofrendo privação de seu sono e acha difícil acordar-se.

Não durma com seu bebê se você for uma pessoa grande, uma vez que um pai acima do peso constitui-se em risco provado para o bebê, na situação da cama compartilhada. Ele pode rolar na direção da inclinação.

Nunca deixe seu bebê sozinho em uma cama de adulto a não ser que esta cama seja perfeitamente segura para ele, tal como um colchão firme no chão de um quarto à prova de criança, e somente quando você estiver por perto ou atenta, escutando o bebê através de um monitor (babá-eletrônica) confiável. 

Proteja ao redor da cama - Eventualidades podem acontecer e para isso o melhor é assegurar que há uma proteção ao redor da cama. Se o quarto tiver um piso muito rígido, coloque tapetes perto da cama para amortecer possíveis quedas.

Não fume! -  Algumas pesquisas comprovam que o risco de morte súbita aumenta em recém-nascidos que dormem junto com mães fumantes. Se você se encaixa na categoria, NÃO é recomendado dividir a cama com o seu filho.


Relacionamento do casal


Para alguns casais, a presença do bebê na cama torna mais difícil encontrar tempo para momentos de intimidade e sexo. Outros, porém, acreditam que isso os força a ser mais criativos na busca de soluções para ficarem sós. 

Se o seu filho dormir na sua cama, é bem provável que você precise planejar a hora de estar a sós com seu parceiro, em vez de esperar que ela aconteça espontaneamente. Dependendo da forma como você esteja se sentindo, isso pode ser um peso ou uma diversão. 

De qualquer maneira, a decisão de levar o bebê para dormir na cama ou no quarto dos pais precisa ser conjunta do casal, para que não haja risco de afetar a relação dos dois. Toda decisão feita com base no amor, respeito e entendimento mútuo só trará benefícios para toda a família! Até a próxima!

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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

A rotina de sono do bebê


"Aproveite para dormir antes do bebê nascer, pois depois não vai dormir mais!" Essa costuma ser uma das frases que muitas gestantes ouvem bastante. Mas será que a hora do dormir pode ser realmente um problema para os pais ou será que há alguma coisa que possa ajudar a enfrentar a hora de dormir de forma mais tranquila? Vamos passar algumas dicas para tornar a hora do soninho mais um momento feliz junto ao bebê.


Por onde começar?


O primeiro passo é estabelecer uma rotina para o bebê. Essa é uma importante estratégia que irá organizar não apenas a rotina do bebê como também facilitará o dia dos pais. 

Ao contrário do que se possa imaginar, bebês gostam de rotina, gostam de saber o que irá acontecer a seguir. Ao criar uma rotina passamos a indicar ao bebê o que virá a seguir e ele entenderá que está chegando a hora de dormir. 


Por que a rotina é importante?


Quando se cria um ritual para dormir, informamos ao cérebro que é hora de diminuir o ritmo para descansar. E isso também acontece com a criança. Com o tempo o sono será mais fácil, acordando menos a noite e dormindo melhor. Quando o bebê tem um horário para dormir sempre igual, ele entra naturalmente na rotina durante o dia, e a maneira mais fácil de estabelecer esse horário é criando uma rotina noturna que você e o bebê possam seguir facilmente todas as noites. 


Criando a rotina do sono



É importante ressaltar antes de tudo que a rotina é algo pessoal. Isso significa que mesmo que seja sugerido um roteiro, o mesmo pode e DEVE ser alterado de acordo com a personalidade da criança. A recomendação básica é que a rotina da hora de dormir seja simples com um banho quentinho e relaxante, vestir um pijama, mamar e ir para a cama. Algumas crianças podem ficar mais agitada após o banho e nada impede que os pais alterem a rotina com uma massagem após o banho, por exemplo. Nesse momento, a intuição dos pais é que vai definir o que atende melhor às necessidades do filho. Estas são apenas sugestões que poderão ser testadas até que se encontre a melhor.


Diferenciando dia da noite



Antes de nascer, o bebê está habituado a viver num determinado ambiente, ao seu próprio ritmo. Ele não conhece ainda as diferenças entre dia e noite. É importante que durante o dia a rotina da casa seja mantida. Abrir as janelas, deixar a TV ligada e tudo como acontece normalmente. Muitos mudam a rotina da casa com a chegada do bebê, deixando o ambiente tranquilo durante o dia e é isso que confunde a criança já que dia e noite passa a ser igual. 

Durante o dia, é importante que o bebê tire suas sonecas com a menor alteração possível no ambiente, o que significa que a claridade deve ser mantida, bem como o ritmo da casa com os ruídos normais (telefone, televisão, aspirador de pó), mesmo que o bebê estiver dormindo. A providência ajuda eles a entender que o sono do dia é diferente do da noite, o que facilita a adoção de bons hábitos para dormir.

Quando a noite for chegando o ritmo vai diminuindo naturalmente, diminuindo os estímulos, criando um ambiente tranquilo e agradável, propício ao sono, evitando barulho e claridade. Esse é o primeiro indicativo que a hora de dormir se aproxima. Estabeleça qual a sequência que funciona melhor para que a criança relaxe. Pode-se incluir na rotina básica (banho, pijama e cama) uma música calma, massagem relaxante (Conheça aqui a massagem ideal para bebês: Shantalaou mesmo uma historinha para dormir. 


Com que idade se pode começar com a rotina de sono?


Nos primeiros meses não tem muito como forçar uma rotina. Nessa fase o melhor é apenas a indicação de quando é dia e quando é noite, através da rotina do ambiente. Nada impede que se faça todas as noite o roteiro banho, pijama e cama, mas você pode começar a treinar com seu bebê a partir dos 2 meses de idade. 

Com o tempo, as rotinas vão ajudá-lo a perceber que existe o dia e a noite e que se espera atividade numa altura do dia e repouso na outra.


Qual horário começar a rotina de sono?


A rotina deve começar por volta do mesmo horário. Contudo, isso não requer pontualidade britânica! Não precisa ser muito rígido com o horário do bebê. Observe se o bebê está mais cansado ou mais animado, de forma que talvez haja necessidade de antecipar ou atrasar por 15-30 minutos, mas não passe muito disso. O ideal é que a criança durma antes das 21h, pois este é o período que biologicamente sentimos mais sono. Depois disso, a criança volta a ficar alerta e fica mais difícil para ela adormecer.

Os especialistas aconselham a deitar o bebê sonolento, mas ainda acordado, para que se vá habituando a adormecer sozinho (o que não quer dizer que tenha que sair do quarto ou não mexer no bebê se ele chorar).

Os horários vão ficando cada vez mais certos, no começo pode ser um pouco difícil, podendo levar uns 15 dias para que o bebê se acostume com a nova rotina, mas com paciência e insistência, tudo entra no eixo.

Roteiro do sono


Como falamos anteriormente, a rotina do sono deve ser criada com base nas características de cada bebê. A seguir deixamos algumas dicas para a criação da roteiro do sono:

Diminuindo o ritmo - As atividades serão menos estimulantes conforme se aproxima a hora do soninho. Deixe as atividades mais agitadas para o dia! Aproveite esse momento para bater um papo com seu bebê e conte como foi seu dia e pergunte como foi o dele. Uma "conversa" olho no olho é sempre relaxante!

Banho relaxante - Nada mais gostoso e relaxante do que um banho quentinho. Esse momento também é ideal para que os pais sintam-se mais próximos aos filhos. Contudo, se o bebê fica agitado demais no banho ou simplesmente odeia a banheira, não use essa estratégia. Em vez disso, dê o banho bem mais cedo, e no ritual noturno passe algum tempo juntinho dele ou leia uma história. 


Massagem acalma - Se a criança relaxa durante uma massagem, essa pode ser uma boa forma de ajudar na chegada do sono. Caso esse não seja o caso, pule esse item. Aprenda a fazer massagem aqui



Colocando o pijama - Embora muitas pessoas não deem importância ao pijama, é ele quem ajuda ao bebê a sentir-se confortável e relaxado. Deve ser adequado a temperatura do ambiente, sem apertar e que não deixe que a criança sinta frio ou calor. É um bom momento para dar carinho ao bebê, aproveite para deixá-lo seguro e sentindo-se amado! Aprenda como agasalhar o bebê

Ler historinha - Se a massagem não funciona ou se preferir ler uma história para a criança, nada melhor que fazer isso antes dela dormir. Além de estreitar os laços com os filhos, isso também ajudará no aprendizado da criança. Outra atividade que pode ser feita é o canto. Aproveite para ninar o bebê ou mesmo deixar uma musiquinha tranquila tocando baixinho. 

Amamentação - A mamada antes de dormir vai entrar na rotina conforme a mãe sinta essa necessidade. Alguns especialista dizem que a criança não deve adormecer no peito mas no berço. Entretanto, ninguém melhor do que a mãe para entender essa característica do bebê. 

Naninha na caminha - A naninha nada mais é do que um objeto que ajude o bebê a sentir-se seguro. Além disso fica mais fácil associar o objeto com a hora de dormir. Pode ser uma fraldinha, um bonequinho ou bichinho de brinquedo. Ao se encontrar com ele, o bebê sabe que é hora de dormir. 


Perseverança e paciência


Em se tratando de criança, nada dito aqui é definitivo. Algumas vezes a expectativa é muito grande com relação a rotina. Alguns bebês irão se adaptar mais facilmente que outros e é preciso muita perseverança e paciência dos pais em manter a constância na rotina do sono. Tenha em mente que não há tempo certo para que a rotina funcione. O importante é manter a rotina como um ritual de carinho e aproximação com a criança. Por isso lembre de envolver o papai nesse momento! E mesmo depois da rotina estabelecida é bom ter mente que ela mudará! Isso mesmo! A medida que a criança vai crescendo mudanças na rotina serão necesárias, seja porque bebê vai pular uma soneca, ter mais fome ou acordar antes de o sol nascer. Em alguns momentos a rotina pode ficar de pernas pro ar. Use o amor pelo seu filho para que as interações possam ser adaptadas sem muito estresse. Até a próxima!

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