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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Como a gelatina ajuda na implantação do embrião?



Muitas são as etapas que antecedem a gravidez. Trata-se de um evento onde um pequeno fator afeta todo o processo. A ovulação costuma ser o momento de mais atenção nas tentativas, mas tão importante quanto está a implantação do embrião. Sabemos que há muitos meios de ajudar na ovulação como chás, alimentos, vitaminas e até medicamentos indutores de ovulação, mas e para a implantação do embrião? Existe alguma coisa que possamos fazer para ajudar nessa etapa? Sim, vamos saber mais a respeito da implantação e conhecer algumas dicas para ajudar nesse processo.


O desafio da implantação do embrião


A implantação embrionária humana não é bem compreendida, bem como muitas desordens relacionadas com a implantação. A implantação do embrião é apontada como responsável por grande parte do insucesso de técnicas avançadas de reprodução, como a fertilização in vitro. Dados apontam que cerca de 75% dos abortos acontecem nesta fase, quando a mulher nem mesmo sabe que está grávida. São chamadas gravidez química, conheça mais a respeito neste post

Atenção ao endométrio


É no endométrio que acontece a implantação do embrião. É um tecido rico em vasos sanguíneos e glândulas, que se alteram durante o período fértil para propiciar condições adequadas  para implantação,  nutrição do embrião após a fecundação, e durante os estágios iniciais da gestação. O endométrio é responsável pela nutrição do óvulo fecundado, até que a placenta se forme e passe a transportar nutrientes e oxigênio da mãe para o bebê.


Alguns tratamentos, como é o caso dos indutores de ovulaçãopodem fazer com que o endométrio fique fino, impossibilitando a boa implantação do embrião. (Entenda como isso acontece aqui.) O endométrio deve ter pelo menos 7mm para que o blastócito, o óvulo fecundado, consiga se fixar, na famosa nidação. Esse espessamento endometrial é possível com os hormônios que são secretados ao longo do ciclo, sendo o estrogênio fundamental para a formação inicial. A progesteronaapós a ovulação na chamada fase lúteacompleta a caminha para receber o bebezinho em formação. A única forma de saber a resposta endometrial é por meio de ultrassons seriados, que acompanham o ciclo. 


Como ajudar na implantação do embrião?


Algumas dicas podem ajudar o corpo no momento da implantação embrionária. Como o processo de implantação costuma acontecer entre 4 a 10 dias após a fecundação, deve-se seguir as dicas após esse período. Caso fique confusa com essas datas, o melhor é utilizar as dicas após a ovulação. 

Gelatina - por conter colágeno, ela contribui no fortalecimento do endométrio, além de ser um elemento importante para os órgãos. A gelatina sem sabor, em pó ou folhas, tem maior concentração, mas as coloridas e saborosas de caixinha também possuem. Existem ainda a gelatina hidrolisada que é mais concentrada e pode ser adicionada a sucos ou leite.

Clara de ovo - por ser forte fonte de proteínas, ajuda o organismo durante a fase lútea. Algumas pessoas consomem a albumina em pó, que é bastante concentrada. A albumina em pó pode ser comprada em casas de produtos naturais ou para suplementos usados por atletas. Caso não tenha problemas com colesterol, pode optar pelo consumo do ovo inteiro.


Abacaxi - é um dos truques mais conhecidos pelas mulheres que desejam engravidar. Ele ajuda na vascularização sanguínea do endométrio. Isso ocorre devido a enzima bromelina, que atua com anticoagulante natural. 

Bebidas isotônicas - são soluções com concentração de moléculas semelhante aos fluidos do nosso corpo. São aliados na implantação porque ajudam a manter o corpo hidratado e a repor sais minerais naturalmente pelo corpo. São bebidas isotônicas o soro caseiro, água de coco, e outros isotônicos industrializados como Gatorade, SportDrink, Marathon, SportFluid, SportAde.

Ômega 3 - estimula a circulação e aumenta o fluxo sanguíneo no endométrio, além de ser um regulador hormonal natural.

Physalis - Alguns estudos mostram que ingredientes da fruta exótica ajuda transplantados a não rejeitarem os órgãos. O mesmo conceito vem sendo usados por tentantes que passam por técnicas de reprodução, pois o organismo pode interpretar o embrião como um invasor. A fruta, portanto, atua regulando a imunidade do organismo. O ideal é consumir de 3 a 6 por dia.

Outras dicas de fertilidade, bem como alimentos que ajudam a engravidar podem ser vistas neste post aqui. Até a próxima!

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Ciclo Menstrual Curto





segunda-feira, 1 de maio de 2017

Gravidez Anembrionária


Basta a confirmação da gravidez para que a mulher fique ansiosa para a primeira ultrassom, onde poderá visualizar o bebê e saber que está tudo bem. Em alguns casos, esse exame traz a frustração do médico não conseguir visualizar o embrião. Quando isso ocorre há a apreensão da mãe pois apenas repetindo o exame com alguns dias haverá certeza se está tudo bem ou se trata-se de gravidez anembrionária. A gestação anembrionária é muito comum mas não é tão conhecida, sendo que dificilmente encontramos alguém que sabe o que isso significa ou já passou por essa situação. Mas nos hospitais e clínicas isso é visto com certa frequência, sendo que é importante que a mulher saiba que esse tipo de gravidez existe e o que ela significa.

O que é gravidez anembrionária?


Também conhecida como ovo cego ou gravidez sem feto, a gestação anembrionária acontece quando o óvulo fertilizado se implanta no útero, mas o embrião não consegue de desenvolver. A mulher apresenta todos os sintomas de gravidez, mas não existe crescimento fetal. 


Quais as causas da gravidez anembrionária?


As causas desse fenômeno não são totalmente explicadas pela maioria dos especialistas, e a gestação anembrionária é, na maioria das vezes, considerada como um mero capricho da natureza, e apenas são consideradas as possibilidades naturais de um feto se desenvolver, vencidas todas as barreiras para isso.

A gravidez anembrionária pode acontecer com mulheres de todas as idades e não é considerada um fator de infertilidade. Contudo, quando a mulher se aproxima dos 40 anos, problemas como esse se tornam mais frequentes. O mesmo se aplica aos homens, pois assim como os óvulos, os espermatozoides mais velhos estão sujeitos a defeitos genéticos.

O embrião pode vir a não se desenvolver por erros naturais ou não no processo de fertilização, e em alguns casos a união do óvulo com o espermatozoide simplesmente não produz os frutos que deveriam produzir. Como o hormônio ainda é produzido, o aborto não ocorre, e a expulsão do saco gestacional não ocorre nas primeiras semanas, e muitas vezes até o final dos primeiros meses da gestação.

Durante a ultrassonografia, o médico mede o saco gestacional e procura sinais do embrião. Se o saco gestacional medir mais de 25 mm e não houver indícios do embrião, o diagnóstico provavelmente será de ovo cego. 

Gestação sem visualização do embrião



Gestação com visualização do embrião

No caso de o diâmetro do saco ser menor que 25 mm, pode ser que a gestação esteja em um estágio menos avançado do que você imaginava, e um novo ultrassom será realizado em uma ou duas semanas para tirar a dúvida. Se nessa etapa o embrião ainda não aparecer, o diagnóstico será confirmado.

Quais os sinais que indicam gravidez anembrionária?


Antes de fazer o ultrassom que confirma a gravidez anembrionária, a mulher pode ter sangramentos que indicam que algo está errado. Além disso, pode haver a diminuição dos sintomas clássicos da gravidez, como náuseas e inchaço das mamas. em outros casos pode não haver qualquer sinal de que algo está errado, e muitas vezes a mulher pensa que ainda está grávida como antes. Não há dor nem qualquer sangramento, e a mulher se sente grávida como antes, já que os hormônios continuam a agir e a preparar a mulher para as mais variadas situações da gravidez e do parto.

Como confirmar que se trata de gravidez anembrionária?


Quando se trata de gravidez anembrionária, normalmente a mulher pode sentir uma diminuição dos sintomas de gravidez e dos níveis de hormônios. Contudo, é uma situação que algumas mulheres podem não perceber ou ter certeza.
O problema costuma ser identificado no exame de ultrassom feito no primeiro semestre da gestação, quando o médico visualiza o saco gestacional vazio. Se a mulher já apresenta sangramento, uma das alternativas é deixar que ela expulse o embrião naturalmente, como em um aborto espontâneo. Contudo, devido ao estado emocional da paciente, muito médicos preferem recorrer a alternativas cirúrgicas, como a aspiração uterina, que retira o material do útero à vácuo, ou a curetagem. Medicamentos para induzir as contrações uterinas e estimular a eliminação natural também podem ser utilizados.

A gravidez anembrionária indica um problema com o corpo da mulher?


Ao contrário de muitos outros problemas com o desenvolvimento e crescimento do embrião, a gestação anembrionária não significa qualquer descuido, mau hábito ou incidente durante a gravidez, e não há qualquer indício de que a mulher terá dificuldades em engravidar em uma próxima vez. Por isso, apesar do choque ao constatar que a sua gravidez não está progredindo e que nenhum feto será gerado no seu útero, a mulher poderá engravidar novamente sem problemas.

Existe prevenção?


Uma boa maneira de se precaver, no caso de quem planeja engravidar, é ingerir ácido fólico, durante dois meses, antes de tentar a concepção. Sob orientação médica, é claro. A substância ajuda a prevenir malformações e acidentes genéticos. Conheça mais sobre o ácido fólico.

Visualização da vesícula vitelina


A vesícula vitelina realiza a transferência de nutrientes para o bebê antes de o cordão umbilical ser desenvolvido, ou seja, ela é a marmita que promove os nutrientes para o bebê. Com relação a gravidez anembrionária, não será visualizada em momento algum. 

Algumas pessoas poderão dizer que tiveram gravidez anembrionária e viram a vesícula vitelina. Na verdade, o que ocorre é que a gestação não desenvolveu para que o embrião fosse visível pela ultrassom. Nesses casos, apenas um exame do saco gestacional poderia confirmar que havia um embrião, o que dificilmente é feito por quem sofre um aborto. 

Então, caso a mulher tenha feito um ultrassom e tenha visto a vesícula mas não o embrião, fique tranquila que há grandes chances da gravidez continuar normalmente. 


Lidar com o medo de engravidar


Ter medo ou receio de uma nova gestação é completamente natural, mas não há qualquer indicação de que esse é um evento que se repetirá em outra gravidez. Muitas mulheres que passaram por uma gravidez anembrionária não apresentam qualquer problema com a segunda gravidez. Pelo menos não ocorre qualquer associação entre uma gravidez e outra. A gestação anembrionária é uma fatalidade mas dificilmente irá se repetir. Mas, se isso acontecer mais duas vezes, é recomendado que haja uma investigação do cariótipo - conjunto de cromossomos - do casal. Em caso de gravidez o melhor é aguardar um pouco mais antes de realizar o primeiro ultrassom, já que com 5 ou 6 semanas o exame pode trazer mais dúvida que tranquilidade. Até a próxima!

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Fator Rh e Gravidez





terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nidação: entendendo um pouco mais

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Nidação do embrião

Quando estamos a espera da chegada da menstruação, costumamos ficar pensando no que acontece com nosso corpo e quais sintomas podem indicar que enfim o positivo está a caminho. Muitas pré-mães tem dúvidas a respeito de como ocorre e o que é a nidação. Já li muitos depoimentos contando que nunca tiveram essa tal de nidação, mesmo algumas grávidas costumam fazer essa afirmação.

Na verdade, toda mulher grávida ou que já tenha tido uma gravidez teve a nidação. O que muitas não tiveram é um sintoma característico, mas nem sempre observável, do sangramento de nidação.

A palavra nidação tem origem no latim nidus, que significa "ninho”. Então o processo de nidação nada mais é que o embrião fazendo seu ninho no útero. Lugar onde ele ficará fixado e protegido (desejo de toda mãe) até o fim da gestação.

Entendendo o processo


Após a fecundação do óvulo nas trompas de Falópio ocorre uma movimentação do mesmo até o útero. Durante esse processo é que vão ocorrendo as divisões celulares que serão futuramente tecidos e órgãos do bebê. Trata-se de um período onde o ovo fica mais vulnerável, pois o corpo da mãe pode considerar o mesmo um agente nocivo, dessa forma tentará eliminá-lo.

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Caminho do óvulo da fecundação até o útero

Geralmente, a cada 3 óvulos fecundados que percorrem este caminho, somente 1 consegue chegar ao útero para a nidação. Vencida essa etapa ao chegar lá, o embrião "se afunda" no endométrio (parede que reveste o útero) fixando-se no mesmo.

O sistema da mãe faz uma verificação natural a fim de preservar apenas o embrião mais viável. Dessa forma, durante o processo que o embrião encaminha-se até o útero, o organismo confere se existe alguma má formação celular, e em caso positivo, interrompe o processo para que haja expulsão natural do ovo, é o caso da gravidez anembrionária.

O endométrio necessita estar apto a receber o embrião de forma segura. Se a parede do útero estiver fina demais, o embrião não conseguirá se fixar e poderá ocorrer o abortamento do mesmo. Assim sendo, um endométrio viável terá cerca de 7mm a 15mm e será constituído de 3 camadas.

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Nidação detalhada

Processo de Nidação


Dias após a fecundação, o ovo, com as células ainda em multiplicação, faz sua descida ao útero e começa a procurar um lugar para se fixar. Nessa altura, um hormônio ovariano, a progesterona, já terá preparado o endométrio para alimentar o ovo, mediante suprimento adicional de glicogênio e outras substâncias nutritivas. Sem isso, dificilmente o embrião "vinga". Acontece às vezes de o óvulo fecundado acomodar-se na mucosa da trompa, e não na do útero. Ou mesmo, em casos raríssimos, em alças intestinais e outras mucosas. São casos patológicos (gravidez ectópica), em geral muito graves, por ameaçarem a vida da mãe. 

Normalmente, dentro do útero, o ovo se transforma numa bolha sólida cheia de liquido. Por dentro desse globo, num dos pólos, aglomera-se um tipo especial de células, numa protuberância interna do tamanho de uma cabeça de fósforo. O ovo agora se chama blastocisto (blasto = que vai gerar algo; cisto = cavidade). Mais tarde, a parede do blastocisto, chamada trofoblasto, irá dar origem à placenta. 

A massa polar de células dará origem ao embrião. Quando o blastocisto finalmente faz contato com o endométrio, as células do trofoblasto atacam vigorosamente as células endometriais e as vão destruindo. Os elementos constituintes das células do endométrio servem para alimentar o blastocisto nesse estágio, que ataca tudo vorazmente, inclusive microscópicos vasos capilares da região. E o sangue da mãe começa a alimentar o filho. O rompimento dos vasos, devido ao processo de nidação, forma lagunas de sangue que alimentam o blastocisto. O endométrio começa a transformar-se, num processo que se irradia circularmente do ponto em que o trofoblasto ataca, em geral a região mais alta do útero, mas nem sempre.
Em torno do sétimo ao décimo dia após a fecundação o blastocisto fixa-se ao endométrio (momento culminante da nidação) e, finalmente, entra em contato com a mãe. Após a fixação do blastocisto, começa a formar-se o embrião, que toma esse nome três semanas depois.

O endométrio na nidação


O endométrio recobre o blastocisto e forma em torno dele uma cápsula de tecido modificado. A modificação do endométrio chama-se reação decidual, porque o tecido endometrial se transforma em decídua ("que desce", ou cai), a ser expulsa no parto. A cápsula vai crescendo, dentro do útero, com o embrião dentro dela. É importante notar, portanto, que o embrião não se desenvolve dentro da cavidade normal do útero, mas dentro de uma cápsula hermética que, ao crescer, acaba por ocupar toda a cavidade uterina e dilatá-la. A razão disso é a necessidade de proteger o embrião ou feto contra qualquer contato direto com o exterior. Isso não aconteceria se o processo decorresse dentro da cavidade normal, que se comunica com a vagina através do canal do colo do útero.
O endométrio transforma-se em três tipos de decídua: a parietal que é a que continua a revestir internamente o útero nas partes ainda não atingidas pela cápsula onde se aloja o embrião; a decídua capsular, que envolve a cápsula; e a decídua basal (de base), que fica por baixo dela. O trofoblasto primitivo regride na decídua capsular e forma uma camada lisa por baixo dela, o cório careca. Junto à decídua basal, o trofoblasto se transforma em cório frondoso, de onde se originará a parte fetal da placenta. A decídua basal, par baixo do cório frondoso, dará origem à parte materna da placenta.
O âmnio é uma cavidade que existe primitivamente junto ao dorso do embrião, por baixo do trofoblasto. Ao crescer, acaba por envolver totalmente o embrião e, quando adere ao cório careca, que o reveste, forma a parede do saco córioamniótico, conhecido popularmente como bolsa d'água, que em geral se rompe na iminência do parto. A cápsula recoberta pela decídua parietal vai crescendo e ocupando uma porção cada vez maior da cavidade uterina, mas levará muitas semanas até ocupá-la totalmente.
Um aspecto importante de todo o processo de nidação é que o embrião está a salvo de contrações uterinas que poderiam resultar do ataque ao endométrio. O que o protege contra os movimentos, que poderiam expulsá-lo, é a ação da progesterona, secretada pelo corpo lúteo, a principio, e pela placenta depois. A progesterona inibe a contração das fibras musculares uterinas e contribui assim para maior segurança da gravidez.

Quanto tempo leva para ocorrer a nidação?


Não se pode determinar uma data certa para que haja a nidação. É um processo que irá varia de mulher para mulher, bem como o tempo em que houve a ovulação e a fecundação. Da fecundação até a nidação, leva-se cerca de 5 a 12 dias. Ou seja, essa viagem das trompas até o útero não é imediata. Algumas mulheres imaginam, equivocadamente, que ovulou num dia e no outro dia o embrião já estaria se fixando no útero, em média, o prazo para isso ocorrer é cerca de 7 dias. A implantação completa do embrião pode levar em torno de 13 dias. De modo geral, o processo todo levaria de 4 a 15 dias.

Somente após a nidação é que o corpo passa a produzir  HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana), que é o hormônio que os exames de farmácia e de sangue (beta hCG) detectam para confirmar a gravidez. O nível de hCG no corpo da mãe aumenta diariamente, sendo que dobra de valor a cada 48h. Isso facilita para determinar o tempo de gestação com base na concentração do mesmo. Geralmente, seu valor passa a ser detectável no mesmo período em que haveria o ciclo menstrual.

Sintomas de nidação


Nem sempre é possível de observar que houve a nidação. Em algumas mulheres, esse processo passa despercebido. Contudo, em se tratando de pré-mãe, costumamos estar mais atentas às mudanças do nosso corpo, isso pode ajudar a identificar que há um bebê no forninho.

Sangramento: durante o processo de fixação do embrião ao útero, uma veia pode ser atingida, dessa forma, um pouco de sangue pode se apresentar, nos fazendo confundir com o período menstrual, já que ocorre em média no mesmo período em que deveria vir a menstruação. Algumas vezes, pode ocorrer esse pequeno sangramento uns dias antes do que seria normalmente o ciclo. Nem todas as mães verão esse sangramento, já que o processo pode ser silencioso, sem que haja qualquer indicação que esteja ocorrendo.

Algumas pessoas descrevem esse sangramento como sendo em quantidade pequena, outras de pequena a moderada, mas sempre menor fluxo que o normal. Pode ter coloração marrom clara ou café, mas há casos, em que se apresentou rosado ou mesmo uma gota vermelha, podendo ser aguado ou em meio ao muco cervical. Costuma ser rápido e durar até 3 dias.

alivio-da-colica-1Cólicas: esse é outro sintoma que nos faz duvidar de que o positivo tenha chegado. Nem sempre elas indicarão que houve ou está havendo nidação, principalmente por ser uma característica muito comum às vésperas do aparecimento da menstruação.  Ocorre devido a preparação do útero para o crescimento uterino, os músculos do útero se esticam para acomodar melhor o embrião.


remc3a9dio-caseiro-para-cc3b3licas-de-fc3adgadoPontadas e dor no baixo ventre: é uma leve dor na parte baixa do ventre, que podem ou não serem acompanhadas de pontadas ou fisgadas no útero. Costuma ser leve, mas pode se apresentar de forma mais forte. No geral, é uma dor suportável.




Quando posso fazer o teste de gravidez?


dificuldade-em-engravidarComo não há datas específicas para determinar a nidação, não há um período certo antes do atraso menstrual. Caso haja a suspeita de que houve nidação, deve-se esperar pelo menos uns 13 dias após o evento para que a presença de hCG seja detectável na urina ou no sangue.

Lembre-se que cada mulher tem suas particularidades, ainda que uma mulher tenha conseguido seu teste positivo mesmo antes do atraso, não significa que seu corpo reagirá igual. Da mesma forma, caso tenha suspeitado de nidação mas o teste não positivou e ainda continua com sintomas, aguarde uns dias para que, caso esteja grávida, o nível de hCG aumente no corpo.

O importante é não desanimar, mesmo que você ainda não tenha conseguido seu positivo. Lembre-se que muitas mulheres também estão aguardando a chegada da cegonha e que talvez a bendita esteja apenas procurando seu endereço. Não perca a fé... O seu bebê vai chegar. Até a próxima.