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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Vitamina D e Fertilidade


Estar com a saúde em dia, cuidar para que o nosso corpo esteja bem para receber o bebê é uma preocupação que toda mulher que que planeja engravidar deve ter. Quando se fala em vitaminas para ajudar durantes as tentativas e também na gestação, muitas mulheres pensam logo no Ácido Fólico. Embora ele seja fundamental durante o desenvolvimento do bebê, outra vitamina acaba passando despercebida e é ela o nosso assunto de hoje: a vitamina D!

A vitamina D no nosso corpo


A vitamina D é bastante conhecida por seu papel no desenvolvimento e manutenção dos dentes, já que é ela quem ajuda na absorção de cálcio. Isso diminui o risco de doenças, como raquitismo, osteomalácia e osteoporose, por exemplo. Também ajuda no combate a doenças cardíacas, enxaqueca, tensão pré-menstrual (TPM) e ajuda até no emagrecimento.


Conhecida também com o calcitrol, é um hormônio esteroide solúvel em gordura fundamental para o equilíbrio de diferentes órgãos, por controlar mais de 3.000 genes (entre os mais de 20 mil genes existentes no corpo humano) e ter mais de 80 funções no organismo. Além de influenciar o sistema imunológico, sua ausência pode proporcionar uma série de complicações, como para a fertilidade e a gestação. 

Vitamina D e a fertilidade


A atuação da vitamina D no sistema imunológico pode evitar que a gestante rejeite a implantação do embrião, seja por tratamento de fertilização in vitro ou pela gravidez espontânea e, consequentemente, tenha abortos. Já nos homens, pesquisas revelam que a vitamina D melhora a qualidade dos espermatozoides e regula a quantidade de testosterona.

A deficiência da substância durante a gravidez também pode aumentar a incidência de diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e parto prematuro.

A vitamina D apresenta enzimas envolvidas em seu metabolismo em todo o aparelho reprodutor feminino, e sua concentração inadequada pode estar relacionada com fatores de infertilidade, tais como: anovulação crônica (Síndrome dos Ovários Policísticos), endometriose, miomatose uterina (miomas), baixa qualidade dos óvulos e falhas de implantação do embrião alterando os resultados do tratamento de fertilização in vitro.

Como o corpo adquire vitamina D?


O corpo produz a vitamina D a partir do colesterol, quando a pele é exposta à luz solar, o colesterol é convertido na vitamina D.

Essa substância age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas, como a síndrome metabólica, que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2, e a sua falta pode acarretar distúrbios metabólicos e a resistência à insulina.

Além de problemas gerados para a fertilidade e gravidez, a falta de vitamina D no organismo pode causar um aumento no risco de doenças ou infecções, dores musculares, ósseas ou lombar, cansaço, depressão, queda de cabelo e demora na cicatrização após uma cirurgia ou lesões.

Evitar o sol em horários adequados ou se expor com excesso de protetor solar e estar acima do peso podem ser alguns fatores de risco para a deficiência da vitamina D.

Além da exposição moderada ao sol e de complementos vitamínicos, são boas fontes de vitamina D alimentos como: sardinha, salmão, leite, ovos e iogurte.


Riscos do excesso de vitamina D


Embora seja importante para o organismo, o excesso de vitamina D também traz efeitos perigosos para o nosso corpo, dentre eles temos a elevação dos níveis de cálcio na corrente sanguínea, que pode levar ao desenvolvimento de pedras nos rins, arritmia cardíaca e sopro cardíaco. Ainda que seja raro esses tipos de complicações, pois, quando em excesso no organismo, a vitamina D é destruída pelos raios solares, sempre procure um médico antes de fazer uso de suplementos vitamínicos. Assim, será feito uma investigação se há ou não necessidade de suplementar a vitamina. 

Manter uma dieta equilibrada e rica em vitamina D, tomar banhos de sol durante 10 ou 15 minutos ao dia (sempre antes das 10h e depois das 16h) pode ser uma forma saudável e segura de cuidar da sua fertilidade. Até a próxima!


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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O riso ajuda a engravidar



O estresse e a ansiedade são sentimentos constantemente presentes na vida da mulher que tenta engravidar (na maioria delas pelo menos!). Há preocupação com o ciclo regular, o período fértil, quando é o melhor momento para engravidar, quanto tempo vai levar para conseguir... Algumas vezes, essas preocupações todas podem afetar negativamente até a vida do casal. Já falei aqui sobre como o estresse atrapalha engravidar, mas afinal, há algo a mais que se possa fazer a respeito? Quase todo mundo já ouviu aquela frase que diz que "Rir é o melhor remédio". E a grande maravilha dessa afirmação é que isso também pode ser aplicado para aquelas mulheres que desejam engravidar. Mas como isso é possível? Entenda os efeitos do riso no organismo e passe a utilizar mais essa ferramenta em busca do tão sonhado positivo.

Por que nós rimos?


O riso é um comportamento emocional que tem como função comunicar o nosso estado de espírito, além de nos permitir uma conexão com os nossos interlocutores durante uma conversa. É uma mensagem que nós enviamos às outras pessoas, comunicando disposição para brincar, ligar-se a elas, ficarmos felizes e fazê-las felizes, mostrarmos que somos pacíficos, promovendo efeitos positivos em nossos contatos sociais. Contudo, mais do afetar nossas relações sociais, o riso também tem um efeito muito positivo em nosso corpo. 

O efeito do riso no organismo



O riso inicia uma série de reações fisiológicas por todo corpo. No cérebro, o hipotálamo, centro de controle situado na base do cérebro, libera do organismo endorfina, com propriedades analgésicas e calmantes. No nariz e na garganta, o ar proveniente dos pulmões bate nas cordas vocais, e são responsáveis pelos sons mais engraçados já ouvidos!. Os músculos do rosto se contraem, especialmente o risório e o zigomático. O coração bate mais rápido. Após terem se estreitado, as artérias se dilatam, provocando uma sensação de bem-estar. Os pulmões expelem enormes quantidades de ar, a grande velocidade. O diafragma se move, provocando fortes espasmos respiratórios em toda a caixa torácica. Os músculos abdominais se contraem com força, o que é bom para a vesícula. Às vezes, o esfíncter se relaxa, sendo responsável pelo uso da frase "Mijei de tanto rir". Os músculos das pernas relaxam e a pessoa se curva de tanto rir. Até os dedos dos pés se agitam!

Lendo toda essa descrição parece até uma minimaratona ocorrendo dentro de você sem que se tenha dado conta disso. 

O riso ajuda também a reduzir os riscos de doenças cardíacas, aumenta os níveis de HDL (colesterol bom) no sangue, promove a diminuição da pressão arterial em paralelo com a limpeza dos vasos sanguíneos, ajudando na desintoxicação do organismo. Melhora a digestão e trabalha o ritmo cardíaco o que aumenta a oxigenação de todas as células. Ele também é responsável por baixar os chamados "hormônios do estresse" (cortisol e adrenalina) ajudando o corpo a produzir mais células de defesa, fortalecendo o  sistema imunológico e blindando o organismo contra doenças.

O riso também atua como um exercício físico. Isso mesmo! Vinte segundos de risada equivalem a pouco mais de três minutos de exercício intenso. Durante o processo, nosso corpo exercita mais de 400 músculos simultaneamente.

Então, alguns podem se perguntar o que isso tem a ver com as tentativas para engravidar? 

O riso e as tentativas para engravidar



Como falei anteriormente, o estresse costuma está presente no dia a dia da tentante. Infelizmente, isso traz inúmeros efeitos negativos para o corpo da mulher, já que provoca a liberação no corpo de hormônios como a adrenalina. Isso causa palpitação, arritmia cardíaca, mãos frias, dor de cabeça, dificuldades na digestão e irritabilidade... e mais importante, pode afetar seu ciclo menstrual, pois o estresse libera também maior quantidade de cortisol, dificultando até mesmo a ovulação! Não é a toa que muitas mulheres dizem que engravidaram quando relaxaram nas tentativas. 

Como se não bastasse todos os efeitos positivos já mencionados, um estudo realizado em Israel e publicado na revista "Fertility and Sterility" (Fertilidade e Esterilidade) com 219 mulheres, sendo que 110 delas fizeram fertilização in vitro, revelou que o riso aumenta em 15% as chances de engravidar.

Incorporando o riso no dia a dia


Depois de todas essas informações, é natural que esteja disposta a incorporar o riso no seu cotidiano, não é verdade? (Se respondeu não, releia o texto novamente rs!) Comece pela manhã com umas boas gargalhadas. Ainda que seja um Ha!Ha!Ha! sem vontade. Se ainda não está com humor para isso, dê apenas um belo sorriso para o espelho. Mesmo sem vontade, esse simples gesto já irá mudar todo o seu humor. Se preferir, separe uns minutos do seu dia e "force" um sorriso! Ria por 3, 5 ou 10 minutos onde estiver. Veja filmes, séries, escute uma boa música! O importante é levar o riso para o seu cotidiano. E o melhor de tudo isso, é que não há contraindicação nem riscos, apenas o risco de levar uma vida muito mais leve e feliz até a chegada da tão desejada gravidez! Até a próxima!

Texto feito com base nas informações obtidas em Guia Infantil e Psique.

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Por que grávidas sentem tanto calor?


Quem nunca sofreu com a chegada do verão? É verdade que para quem gosta de praia essa é a melhor estação do ano. Contudo, se você estiver grávida é bem provável que o calor seja sentido de maneira muito mais intensa. Mas afinal, grávida sente mais o calor? Sim! isso é a mais pura verdade e vamos listar aqui o que faz com que as futuras mamães sofram mais com as temperaturas elevadas.

Por que as grávidas sentem mais calor?


A culpa dessa sensibilidade toda é nada mais nada menos do que dos hormônios da gravidez. As variações nos níveis hormonais, especialmente as quedas do estrogênio, são responsáveis pelas ondas de calor que fazem muitas grávidas prefiram o ar condicionado gelando tudo mesmo que seja inverno.

O estrogênio é encarregado de favorecer dilatação dos vasos sanguíneos para fazer chegar mais sangue necessário para o bebê.

Com a dilatação das veias e artérias, a temperatura corporal durante a gravidez pode aumentar cerca de meio grau. Isso faz com que a gestante sinta mais calor, transpire mais e tenha alguma dificuldade em suportar os dias mais quentes de verão.

Essas ondas de calor ocorrem durante toda a gravidez?


As ondas de calor na gravidez costumam ocorrer com mais frequência no segundo e terceiro trimestres de gestação. Sendo agravadas no verão, quando a temperatura do ambiente está naturalmente mais acentuada.

Além disso, alterações de glicemia também podem causar os famosos calores, por isso a gestante deve evitar ficar muitas horas sem comer ou comer quantidades muito grandes de doce de uma só vez.


Quais cuidados ter durante o verão?


Para ajudar a passar pelo verão a mamãe pode adotar algumas medidas como:

Vestir roupas leves e fáceis de tirar – Essa é a dica mais fácil para que as gestantes consigam lidar com as altas temperaturas do verão. As roupas leves garantem frescor e, como o calor pode surgir em ondas que vão e voltam, o ideal é apostar nas peças que não sejam muito difíceis para tirar.

Beber muito líquido – Tomar água durante a gestação é essencial para as futuras mamães e até para o desenvolvimento do bebê. Porém, também é possível apostar em bebidas isotônicas e água de coco, para repor eletrólitos perdidos com o suor e evitar a queda de pressão.

Alimentação saudável, leve e equilibrada – Consumir alimentos leves e mais saudável é importante não apenas para o feto, mas também ajudará com a digestão evitando que o metabolismo acelerado possa provocar ainda mais calor.

Eleve os pés – Grávidas sofrem com pernas mais inchadas e pesadas e isso pode se agravar nos dias mais quentes. Seguindo algumas dicas para diminuir o inchaço na gravidez, é possível reverter esse problema. Além de usar roupas confortáveis e meias de compressão, o repouso com a elevação das pernas estimula a circulação sanguínea.

Cuidado com os cremes para refrescar – Há mulheres que usam hidratantes para refrescar a pele e sentir menos calor. Porém, é preciso ficar atenta ao produto. Esses cremes que dão sensação de frescor podem contém substâncias proibidas para grávidas. Consulte um médico e procure por cremes próprios para gestantes.

Riscos do calor excessivo


O calor excessivo pode provocar queda de pressão, aumento da frequência cardíaca e até mesmo quadros de rinite.

É importante também ficar atenta para diferenciar um calor desses que vai e vem de uma febre, que eleva de fato a temperatura do seu corpo. As febres são sinal de uma infecção e quando estão altas podem ser perigosas para a gestação. Se a gestante tiver febre acima de 37,7 graus, o melhor a fazer é contatar seu médico para maiores orientações.

Lembre-se de manter-se hidratada e em ambientes ventilados, aumentando a ingestão de líquidos e alimentos leves. Assim, a mamãe garantirá um verão mais tranquilo (dentro do possível) para ela e o bebê! Até a próxima!

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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Dicas para a nidificação de gestantes


Como explicamos no post sobre a Nidificação, a mãe pode assumir atividades que às vezes podem prejudicar sua saúde ou do bebê. Por exemplo, ao empurrar o piano pesado no canto da sala, você pode pedir a alguém para ajudá-la. As mulheres geralmente são incapazes de conter a onda de energia. Aqui estão algumas dicas que podem orientá-la sobre como fazer uso dessa "onda de energia" durante a gravidez:
  • Evite pintar o quarto do bebê. Prefira realizar os exercícios sugeridos pelo médico regularmente.
  • Verificar a segurança dos produtos químicos e de limpeza da casa. Não respirar os vapores fortes.
  • Usar luvas de borracha quando limpar a caixa de areia para gatos (para evitar a infecção) ou deixe alguém fazer isso.
  • Evitar o contato com fezes de gato ou cães. Mantenha-os vacinados e evite o contato com outros animais cuja a vacina não possa ser verificada. 


  • Mantenha a geladeira abastecida com comida fresca. Seguir uma dieta saudável na gravidez.
  • Mantenha as suas roupas, lençóis e toalhas prontas. Apronte a mala da maternidade a partir da 30ª semana.
  • Confira e faça suas malas de acordo com a lista fornecida pelo hospital.
  • Faça uma lista de quem deverá se chamado para comunicar o nascimento. Deixe tudo pronto bem antes.
  • Cumprir as formalidades de registro no hospital com antecedência. O pré-registro irá poupar seu tempo quando você chegar para a entrega.
  • Manter um mapa da maternidade pronto, com as informações de rotas mais curtas e mais rápidas. Você não será capaz de dizer o caminho, indo para o hospital.
  • Disponha antecipadamente de alguém que possa cuidar das crianças, se você tem filhos mais velhos em casa. Combine antes com alguém que possa chamar a qualquer momento. Deixe o contato em local visível e de fácil acesso, na geladeira, por exemplo.
  • Comprar e instalar a cadeirinha do bebê no carro.
  • Faça uma lista de números de contato de emergência e verificar se você tem seu cartão de seguro, uma identificação com foto, cartão de crédito em sua carteira.
  • Organizar a roupa do bebê, fraldas, pomada assaduras, etc. de uma forma limpa e arrumada. 
  • Reabastecer sua despensa com alimentos saudáveis, como sopas, frutas, grãos de biscoitos e cereais, feijões enlatados, frutas e legumes, massas, arroz integral, molhos, etc..
  • Durante os últimos dois ou três semanas, cozinhe em grande quantidade e armazene os alimentos no frigorífico. Depois de voltar do hospital, você pode apenas aquecer no microondas e comer alimentos saudáveis ​​caseiros.


Se as dicas acima estão sendo seguidos pela mãe a nidificação é bastante segura para a mãe e o bebê.



segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Shampoo Johnson's Baby ajuda a engravidar?


Gosto muito de pesquisar a respeito de um assunto antes de comentar sobre ele aqui no blog. Faz um tempo que ouvi sobre a dica de usar o shampoo infantil Johnson's Baby com pH balanceado. Antes de tudo quero deixar claro que o objetivo do post é informar e não criticar o uso que cada tentante faz durante as tentativas de engravidar. Então, vamos lá!


Shampoo Johnson's ajuda a engravidar?


Para entender o papel do shampoo Johnson's Baby nas tentativas para engravidar é necessário antes falarmos sobre o pH vaginal. 

O pH (Potencial Hidrogeniônico) está relacionado ao nível de acidez de um líquido ou ambiente. Essa escala irá variar entre teores ácido, neutro ou alcalino (básicos). Diferentes partes dos corpo tem uma escala de acidez. No caso da região vaginal, o pH normal é ácido, variando entre 2,0 e 4,0, numa escala de 0 a 14. Já o esperma, em contato com o ambiente vaginal, eleva esse pH para valores entre 5,5 e 7,0, tornando o ambiente mais alcalino (básico). Lembrando que quanto mais próximo de 7, menos ácido é o ambiente e acima desse valor, mais alcalino ou básico é o ambiente. 

Onde entra o shampoo Johnson's nisso? Acontece que os sabonetes íntimos são destinados a deixar o ambiente vaginal com o pH ácido, que é a sua forma equilibrada. Com o uso do shampoo Johnson's o pH passa a ficar mais alcalino (parecido com o do esperma) permitindo que os espermatozoides sobrevivam mais tempo nesse ambiente. (Quanto tempo vive o espermatozoide?

Vale salientar que o corpo feminino, quando não há alterações hormonais, já possui mecanismos para deixar o ambiente mais favorável aos espermatozoides! É o que acontece no período fértil. Quando vai se aproximando da ovulação, o corpo começa a produzir o muco fértil que é o responsável por facilitar a mobilidade dos espermatozoides. O conhecido Muco Clara de Ovo (por causa do seu aspecto parecido com a clara do ovo).


Posso utilizar o shampoo Johnson's todos os dias?


O pH vaginal é naturalmente ácido e isso não é por acaso. Essa região é uma porta de entrada para o organismo da mulher. Se não fosse a proteção natural (pH ácido!) qualquer micro-organismo como vírus e bactérias poderiam entrar sem problemas, causando doenças. Por isso o ambiente deve ser naturalmente hostil. Ao utilizar o shampoo Johnson's todos os dias, criaria um desequilíbrio no pH da vagina, deixando a região suscetível a infecções e doenças como candidíase.


Então como usar?


Não é necessário deixar de usar uma dica para engravidar (afinal, vai que dá certo?) mas deve ser feito com cuidado, assim não prejudica sua saúde! O uso é igual ao sabonete íntimo comum, basta lavar a região íntima durante o período fértil, mas atenção a alguns pontos:
  • Não usar fora do período fértil, alternando os dias e por no máximo 2 ou 3 vezes.
  • JAMAIS usar o shampoo para lavar o canal vaginal por dentro! Pode parecer estranho mas algumas pessoas acreditam que lá dentro também deve ser lavado. Além de problemas alérgicos, lavar dentro do canal vaginal pode causar mais facilmente infecções, além do risco de machucar essa região tão sensível. 


Diferenças de pH entre os sabonetes íntimos e o shampoo Johnson's 


A grande diferença entre os sabonetes íntimos comuns e o shampoo Johnson's está no pH deles. Os sabonetes líquidos que a gente usa no corpo (dentre eles o shampoo Johnson's) possuem um pH alcalino, enquanto que o sabonete  íntimo  possui pH ácido, que é o tipo de pH correto para a região genital.

E isso é mesmo importante? É sim, pois a região genital possui pH ácido e quando usamos um sabonete com pH alcalino, acabamos comprometendo a acidez natural da região. Quando, ao contrário, usamos sabonete íntimo, que possuem pH entre 4 e 4.5, preservamos a flora vaginal.

Já vi questionamentos referente a alergias, e a princípio os sabonetes íntimos não causam alergias, mas é claro que isso pode acontecer, tanto com o sabonete íntimo quanto com qualquer outro sabonete, já que  essa é uma região sensível, então é bem mais fácil de desenvolver alergias.


Embora tenha procurado, ainda não encontrei a informação de qual seria o valor do pH do shampoo Johnson's Baby pH balanceado. A dica é desse produto específico, contudo, consegui informação sobre o pH de outros produtos da marca que teriam o mesmo efeito, são eles:


Usar diariamente não é melhor?


Dentre os comentários que li a respeito, alguns eram de pessoas dizendo que pode sim usar o shampoo todos os dias pois com elas nada aconteceu. Muito cuidado com esse tipo de afirmação! Cada organismo reage de uma forma, alguns serão mais fortes e outros nem tanto. Estar mais suscetível a ter uma infecção ou doença não quer dizer que irar ter com certeza mas que é mais fácil do que alguém que não usa todos os dias. Por isso o melhor é ter discernimento com as dicas. Afinal, se o objetivo é ajudar a engravidar, não há necessidade de usar uma dica durante um período que você não vai engravidar, como é o caso de estar fora do período fértil ou após a ovulação! 


Uma solução que pode ser adotada com mais segurança é o uso de lubrificantes amigos da concepção. Eles foram desenvolvidos para ajudar na mobilidade e sobrevivência dos espermatozoides sem comprometer a proteção natural da região vaginal. (Conheça mais a respeito neste post aqui!

Ressalto que o intuito do post não é de criticar o uso do shampoo Johnson's para ajudar a engravidar. Na verdade é uma ótima dica. Contudo, devemos sempre usar as dicas com sabedoria para que não venhamos a ser prejudicadas mais do que ajudadas. Até a próxima! 

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Perfume pode causar alergia em bebês


Existe coisa mais gostosa que cheirinho de bebê? Hoje em dia, há uma grande variedade de produtos para o bebê como xampus, sabonetes, perfumes, loções, cremes e hidrantes... Um mais cheiroso que o outro... Embora muitas marcas ofereçam produtos feitos especialmente para o seu bebê, deve-se ter muito cuidado, inclusive com os produtos que a mamãe e o papai usam, pois ainda assim a criança pode sofrer com alergias aos perfumes e maquiagens! 

Qual o problema de usar perfume?


O bebê é ainda sensível, mesmo o cheiro do perfume da mãe pode desencadear processos alérgicos. O uso de perfumes deve ser evitado enquanto estiver amamentando, já que o cheiro do produto pode atrapalhar a mamada. Caso não esteja amamentando, o uso do perfume pode ser feito desde que em pequenas quantidades e cuidando para não passar em áreas que entrem em contato com o bebê. O uso de desodorante e cosméticos devem ser feitos distante da criança, pelo menos até ela completar 3 meses, sendo 6 meses um período mais seguro. 

Os cuidados também se estendem para os produtos de limpeza, já que os aromas artificiais podem causar intoxicação. Da mesma forma, amaciantes com cheiro também podem causar reação respiratória ou na pele.

O que pode acontecer?


A reação de um bebê pequenininho ao contato com perfumes fortes e maquiagem por parte da pessoa que o segura no colo depende muito de cada criança. Pode simplesmente não acontecer nada ao bebê, na maioria dos casos. Em alguns casos ele pode apresentar alguma manifestação alérgica ao perfume ou maquiagem (tosse, chiado no peito, espirros, coriza ou manchas vermelhas na pele).

Há casos em que o bebê não apresenta nenhuma manifestação alérgica em um primeiro contato (ou vários contatos), mas ficar sensibilizado à alguma substância da maquiagem ou do perfume, podendo manifestar alguma reação alérgica em qualquer contato futuro do bebê com a mesma substância.

Cabe ressaltar que bebês com antecedentes alérgicos na família têm mais chances de desenvolver manifestações alérgicas. 

Além da questão da alergia, há que se considerar que o olfato do recém-nacido é muito sensível, e ele pode estranhar cheiros fortes a que não esteja acostumado.

Sinais de possível reação alérgica



Entre os principais sintomas de alergia estão congestão nasal, irritação na garganta, tosse, chiado no peito, dificuldade respiratória por fechamento da glote, diarreia (algumas vezes com sangue nas fezes, principalmente se for alergia à proteína do leite de vaca), coceira no nariz e nos olhos e lesões de pele (urticária).

Mesmo os produtos específicos para crianças podem irritar a pele e causar alergias, por isso devem ser usados sempre com cautela. E a maioria deles só tem a indicação para crianças a partir de seis meses, não para recém-nascidos.

Conselhos para perfumar o bebê


Evite contato direto com a pele do bebê - Tenha cuidado na hora de aplicar o produto. Caso a mãe deseje usar colônia, perfume ou fragrância, não use diretamente sobre a pele ou cabelo do bebê, aplique uma  pequena quantidade sobre a roupa que o bebê vai vestir. Não é recomendado o uso por longos períodos nem durante a noite.

Escolha com cuidado - É fundamental que a colônia não tenha álcool e que seja hipoalergênica. Conserve o produto em local seco e arejado. Existe uma lista de 26 aromas naturais e sintéticos considerados alergênicos pelo Comitê Científico da Comunidade Européia, são eles: Cinamal amílico - Álcool bencílico - Álcool cinamílico - Citral - Eugeno - Hidroxicitronelal - Isoeugenol - Álcool amilcinamílico - Salicilato bencílico - Cinamal - Cumarina - Geraniol - Hidroximetil-pentil¬ciclohex-enocarbal¬dehído - Álcool 4-metoxibencílico - Cinamato bencílico - Farnesol - 2-(4-terc-butilbencil) propionaldehído - Linalol - Benzoato de bencilo - Citronelol - a-hexilcinamaldehído - d-limoneno - Heptino carbonato de metil - 3-metil-4-(2,6,6-trimetil-2-ciclohexen-1-il)-3-buten-2-ona - Evernia prunastri, extrato - Evernia furfuracea, extrato.

Cuidados no banho - O ideal é usar xampus e sabonetes neutros, pois os que contém perfumes e corantes aumentam os riscos de irritação da pele. 

Uso de hidrantes - Os hidratantes específicos para bebês (a partir dos 6 meses) estão liberados, independente de prescrição médica. Especialmente no inverno, quando os banhos mais quentes acabam deixando a pele mais ressecada, a hidratação precisa ser reforçada. Lembre-se apenas de usar de acordo com a faixa etária descrita na embalagem. Alguns bebês nascem com a pele um pouco ressecada parecendo estar descamando nos pés e nas mãos e isto é absolutamente normal, acontece principalmente quando o bebê nasceu um pouquinho depois do tempo e não há necessidade de passar creme hidratante a pele vai trocando sozinha e em pouco tempo o bebê já estará com a pele lisinha.

Filtro solar - O filtro solar é recomendado a partir dos seis meses. Ainda assim, o sol nessa faixa etária deve ser restrito – antes das 10h e após às 16h – e nunca deve ser uma exposição prolongada, pois bebês apresentam desidratação mais facilmente. 

Outro cuidado importante é evitar produtos com aditivos que simulem cores e aromas de fruta e doces, pois podem estimular a criança a ingerir os cosméticos.

Alternativas para perfumar o bebê


É preciso ter muito cuidado ao usar talco, quando a mãe vai passar no bebê o talco produz uma névoa que quando aspirada pela criança pode causar ou piorar problemas alérgicos e respiratórios, além disso o talco resseca a pele, por isso deve ser usado apenas em locais específicos. O amido de milho pode ser usado no lugar do talco, pois é mais natural e não tem aroma. Para hidratar, a dica é o óleo de girassol.

Posso usar gotas de lavanda na banheira? 


Deve-se evitar qualquer tipo de perfume para o bebê. Se desejar um cheirinho gostoso, faça um chá forte de camomila e misture na água do banho. Além de perfumar, acalma. Mas, sempre converse com o pediatra do seu bebê.


O cheiro aumenta o vínculo mãe e bebê


O vínculo entre mãe e bebê também se cria pelo cheiro. Isso mesmo! O bebê aprende a reconhecer a mãe pelo toque, pelo tom da sua voz, pelo jeito de pegar no colo e de embalar, pelo cheiro que o corpo da mãe tem, por isso é importante que a mamãe evite perfumes, cremes e desodorantes com cheiros fortes.

Se a mamãe desejar muito usar uma colônia ou perfume no bebê espere ele completar seis meses e mesmo assim não passe o produto direto na pele do bebê, procure passar na roupinha e de preferência na peça que não está em contato com a pele do bebê. Além disso, os bebês têm um cheirinho naturalmente gostoso, diferente de qualquer outro no mundo, um cheirinho natural, curta esse momento! Até a próxima!







quinta-feira, 27 de julho de 2017

Como a gelatina ajuda na implantação do embrião?



Muitas são as etapas que antecedem a gravidez. Trata-se de um evento onde um pequeno fator afeta todo o processo. A ovulação costuma ser o momento de mais atenção nas tentativas, mas tão importante quanto está a implantação do embrião. Sabemos que há muitos meios de ajudar na ovulação como chás, alimentos, vitaminas e até medicamentos indutores de ovulação, mas e para a implantação do embrião? Existe alguma coisa que possamos fazer para ajudar nessa etapa? Sim, vamos saber mais a respeito da implantação e conhecer algumas dicas para ajudar nesse processo.


O desafio da implantação do embrião


A implantação embrionária humana não é bem compreendida, bem como muitas desordens relacionadas com a implantação. A implantação do embrião é apontada como responsável por grande parte do insucesso de técnicas avançadas de reprodução, como a fertilização in vitro. Dados apontam que cerca de 75% dos abortos acontecem nesta fase, quando a mulher nem mesmo sabe que está grávida. São chamadas gravidez química, conheça mais a respeito neste post

Atenção ao endométrio


É no endométrio que acontece a implantação do embrião. É um tecido rico em vasos sanguíneos e glândulas, que se alteram durante o período fértil para propiciar condições adequadas  para implantação,  nutrição do embrião após a fecundação, e durante os estágios iniciais da gestação. O endométrio é responsável pela nutrição do óvulo fecundado, até que a placenta se forme e passe a transportar nutrientes e oxigênio da mãe para o bebê.


Alguns tratamentos, como é o caso dos indutores de ovulaçãopodem fazer com que o endométrio fique fino, impossibilitando a boa implantação do embrião. (Entenda como isso acontece aqui.) O endométrio deve ter pelo menos 7mm para que o blastócito, o óvulo fecundado, consiga se fixar, na famosa nidação. Esse espessamento endometrial é possível com os hormônios que são secretados ao longo do ciclo, sendo o estrogênio fundamental para a formação inicial. A progesteronaapós a ovulação na chamada fase lúteacompleta a caminha para receber o bebezinho em formação. A única forma de saber a resposta endometrial é por meio de ultrassons seriados, que acompanham o ciclo. 


Como ajudar na implantação do embrião?


Algumas dicas podem ajudar o corpo no momento da implantação embrionária. Como o processo de implantação costuma acontecer entre 4 a 10 dias após a fecundação, deve-se seguir as dicas após esse período. Caso fique confusa com essas datas, o melhor é utilizar as dicas após a ovulação. 

Gelatina - por conter colágeno, ela contribui no fortalecimento do endométrio, além de ser um elemento importante para os órgãos. A gelatina sem sabor, em pó ou folhas, tem maior concentração, mas as coloridas e saborosas de caixinha também possuem. Existem ainda a gelatina hidrolisada que é mais concentrada e pode ser adicionada a sucos ou leite.

Clara de ovo - por ser forte fonte de proteínas, ajuda o organismo durante a fase lútea. Algumas pessoas consomem a albumina em pó, que é bastante concentrada. A albumina em pó pode ser comprada em casas de produtos naturais ou para suplementos usados por atletas. Caso não tenha problemas com colesterol, pode optar pelo consumo do ovo inteiro.


Abacaxi - é um dos truques mais conhecidos pelas mulheres que desejam engravidar. Ele ajuda na vascularização sanguínea do endométrio. Isso ocorre devido a enzima bromelina, que atua com anticoagulante natural. 

Bebidas isotônicas - são soluções com concentração de moléculas semelhante aos fluidos do nosso corpo. São aliados na implantação porque ajudam a manter o corpo hidratado e a repor sais minerais naturalmente pelo corpo. São bebidas isotônicas o soro caseiro, água de coco, e outros isotônicos industrializados como Gatorade, SportDrink, Marathon, SportFluid, SportAde.

Ômega 3 - estimula a circulação e aumenta o fluxo sanguíneo no endométrio, além de ser um regulador hormonal natural.

Physalis - Alguns estudos mostram que ingredientes da fruta exótica ajuda transplantados a não rejeitarem os órgãos. O mesmo conceito vem sendo usados por tentantes que passam por técnicas de reprodução, pois o organismo pode interpretar o embrião como um invasor. A fruta, portanto, atua regulando a imunidade do organismo. O ideal é consumir de 3 a 6 por dia.

Outras dicas de fertilidade, bem como alimentos que ajudam a engravidar podem ser vistas neste post aqui. Até a próxima!

Leia também:

Ciclo Menstrual Curto





sexta-feira, 30 de junho de 2017

Como agasalhar o bebê?


Na hora de agasalhar o bebê muitas mães preferem pecar pelo excesso. Mas será que agasalhar demais o bebê pode causar algum problema? Então como saber se a criança está muito ou pouco agasalhada? Os bebês sentem mais frios que os adultos? Essas e outras dúvidas costumam afligir as mães de primeira viagem e até aquelas com mais experiência. Embora não exista uma fórmula de quantas roupas colocar, que se aplique a todos os bebês, algumas dicas podem ajudar a vestir seu rebento com conforto sem deixá-lo com frio ou com calor.

Bebês sentem mais frio que adultos?


Grande parte das vezes, o equívoco mais comum é agasalhar demais o bebê, pois os pais imaginam que as crianças sentem mais frio do que os adultos, principalmente os recém-nascidos. O que devemos compreender é que, dentro de um quarto fechado, os bebês sentem tanto frio ou calor quanto os adultos. Acontece é que o adulto tem a capacidade de manter a temperatura corporal relativamente constante, independente do grau externo. No caso do bebê, seu sistema termorregulador necessita se adaptar, daí esse conceito de que precisam ser mais protegidos. 

Problemas de super agasalhar o bebê


O excesso de roupas pode levar o bebê a ter febre (hipertermia) pelo excesso de aquecimento e diminuição de área de troca de calor. Como isso ocorre? A pele tem duas funções: dificultar a passagem de microrganismos, substâncias químicas e agentes físicos nocivos, e regular a temperatura. Se o corpo produz calor, é necessário eliminar o excesso. Quando estamos muito quentes, os vasos se dilatam, transpiramos e o suor é evaporado, fazendo com que a temperatura caia. O organismo do bebê, quando muito aquecido, tenta regular essa temperatura, e como o sistema do recém-nascido ainda está imaturo pode não responder adequadamente, ultrapassando os limites razoáveis, deixando a criança superaquecida. 

O risco é que caso a criança esteja agasalhada demais, a pele não respira e suas funções ficam comprometidas. Como a umidade não é eliminada adequadamente, podem surgir infecções. Podem aparecer brotoejas no corpo. Isso porque há o rompimento do conduto de suor da glândula sudorípara e, dessa forma, a água extravasa na derme, causando uma inflamação.

Como o bebê regula a temperatura?


Até os 6 meses de idade, os bebês não tem capacidade de controlar sua temperatura interna. Isso significa que ele irá tentar adequar sua temperatura interna com a externa. Isto quer dizer que se a temperatura estiver 40º e ele ficar agasalhado, ele vai entrar em equilíbrio com essa temperatura e vai ter febre. Vale o mesmo para deixar o bebê sem roupa num ambiente com ar condicionado a 20º - ele não controla a sua temperatura, que vai caindo e ele pode morrer por hipotermia. 

Mas e os resfriados? 


Muitos pais temem que ao não agasalhar bem o bebê, o mesmo poderá pegar um resfriado ou gripe. Mas o que causa doenças é um agente infeccioso, ou seja, vírus e bactérias. Portanto, o frio NÃO PROVOCA infecções. Algumas pessoas, independentemente da idade, são mais sensíveis às mudanças climáticas e aí desenvolvem crises de alergias respiratórias (como rinites e bronquites).

Como saber se o bebê está desconfortável?


Bebês, independente de idade, sentem frio e calor e conseguem, por várias formas, demonstrar essa sua sensação, mesmo como recém-nascidos. Os menorzinhos tentam se fazer entender através de choro (que nem sempre é só de fome), de incômodo e de reações orgânicas (suor, por exemplo).



Como reconhecer os sinais


Além do aparente desconforto expressado com choro ou inquietação, o bebê poderá apresentar o rostinho vermelho, além da transpiração, sono inquieto ou febre. Para saber se o bebê está aquecido, observe o tórax, pois a cabeça é sempre mais quente e as extremidades mais frias. 



Se o bebê está com febre, a primeira providência é desagasalhá-lo (não deixa-lo pelado), aguardar 30 minutos e medir novamente a temperatura. Ela deve baixar. Se não acontecer, entre em contato com seu pediatra. Problemas decorrentes do aquecimento exagerado podem ser agudos e precisam ser corrigidos logo. Nesse caso, os pais devem procurar um médico com urgência.

Dicas para agasalhar o bebê


  • Quando os dias estiverem mais frios, use um gorro para sair, pois a cabeça é área em que primeiro se perde calor.
  • Mãos e pés frios nem sempre representam que a criança está com frio. Da mesma forma que alguns adultos dormem com os pés frios, o bebê pode ter essa característica. Caso o bebê esteja dormindo sem reclamar, não há necessidade a agasalhar mais.
  • As roupas devem ser quentes mas sobretudo confortáveis, sem botões ou enfeites, de preferência com fibras naturais, como o algodão. O algodão absorve melhor o suor, evitando que a criança fique molhada.
  • O melhor é usar uma roupa mais quente do que usar um cobertor. O motivo é que o cobertor aumenta demais a temperatura, além de aumentar o risco de sufocamento. 
  • O quarto precisa ser arejado, mas não deve ter corrente de ar.
  • No berço de um bebê, não deve ter nada solto, por questão de segurança. Assim, travesseiros, cobertores e lençóis não devem fazer parte da "decoração" do berço. Dessa forma, se for usar cobertor, ele tem que ficar preso embaixo do colchão.
  • Quando o bebê se mexe demais durante a noite é melhor colocar uma roupinha a mais, meia e luvas, mas SEM EXAGERO.
  • Se for usar aquecedor, mantenha-o na temperatura para aquecer (é para isso que se usa um aquecedor) até 2 horas após o bebê adormecer. Vale o mesmo para umidificadores, quando necessário. Até a próxima!


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