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quarta-feira, 29 de março de 2017

Calcular o tamanho do feto


Poder ver o bebê durante a ultrassom é uma grande diversão para toda gestante. Contudo, há sempre a preocupação se está tudo bem e se o bebê está se desenvolvendo normalmente. Uma das dúvidas é com relação ao crescimento do bebê. Assim, nada melhor que ter uma referência para conseguir conferir se está tudo bem.

Tabela de Referência Tamanho e Peso




Todo bebê terá o mesmo tamanho e peso descrito na tabela? 


Lembre-se que cada bebê é único e dessa forma, seu desenvolvimento pode ser totalmente diferente de outro bebê com o mesmo tempo de gestação. Além disso, fatores genéticos como altura e peso irão afetar as medidas da criança. 

Devo me preocupar com o resultado?


Os valores apresentados servem como referência mas não devem ser considerados como indicação de que há qualquer coisa errada com o desenvolvimento do feto. Para isso, converse com seu médico para averiguar se está tudo bem. 

Complicações que afetam o desenvolvimento do bebê


Se o seu bebê está maior do que as medidas médias da idade gestacional da tabela de peso do feto, deve se levar em conta os exames de glicose para descartar a possibilidade da diabetes gestacional. No caso contrário com o bebê menor do que média para  a idade gestacional, deve se fazer um estudo para saber se o fluxo da placenta para o feto está suprindo todas as necessidades que o bebê precisa.


Como Calcular o Tamanho do Feto


Para ajudar as gravidinhas de plantão a calcular o tamanho do bebê que vai nascer, deve-se multiplicar o tamanho do fêmur, descrito na ultrassom por 7. Não se assuste se os valores não estiverem exatamente igual às medidas do seu bebê. 

Se a medição deu 2,3cm, por exemplo, então será 2,3cm x 7 = 16,1cm, ou seja, seu bebê está com 16 centímetros. Na primeira fase, o tamanho do bebê pode ser medido da cabeça ao bumbum. Logo, ele irá crescer e o tamanho e peso do feto na gravidez apenas será medido por partes, sendo assim calculados por esse método da multiplicação.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Os sintomas nas primeiras 12 semanas de gravidez


Procurar por sintomas de gravidez é o que toda mulher que deseja engravidar faz todos os meses. É difícil controlar a ansiedade na busca por indícios de que finalmente chegou sua vez na conquista do positivo. Dividimos os primeiros 3 meses de gestação e vamos explorar cada semana e tentar mencionar cada sintoma que possa indicar que há um bebê à caminho.

A 1ª Semana de Gravidez



A chamada 1ª semana é marcada por nem imaginar que esse será o ciclo em que conquistará o positivo! Isso mesmo! Não se tem ideia de nada pois na verdade a gravidez propriamente dita ainda não ocorreu. O motivo disso é que, na verdade, determinar o dia em que a mulher ovulou e o momento em que houve a fecundação é muito, muito difícil. Dessa forma, se fossemos contar a gravidez a partir desse momento seria difícil determinar com exatidão para quando seria o parto. Assim, convencionou-se a contar o tempo de gestação a partir do primeiro dia da menstruação. Portanto, é impossível ter sintomas de gravidez quando ainda não se está grávida. Provavelmente a mulher ainda sofre com os sintomas da menstruação, mas nunca sintomas de gravidez.

Conheça mais sobre como se conta o Tempo de Gestação.

A 2ª Semana de Gravidez



A segunda semana é aquela em que passou a menstruação mas a mulher ainda não ovulou, assim, também não há nenhum sintoma além daqueles que indicam que a ovulação está preste a acontecer. A menos que se tenha um ciclo menstrual mais curto (26 dias ou menos), não haverá ovulação antes do fim dessa semana. Ainda assim, não haverá sintomas, já que apenas a fecundação irá apresentar os primeiros sintomas perceptíveis.


Os sintomas mais comuns são da ovulação e variam de mulher para mulher como cólicas, sensibilidade mamária, alterações do olfato e paladar, pequenos sangramentos de ovulação e do muco vaginal. (Saiba mais em Como sei se estou ovulando?)

A 3ª Semana de Gravidez



Embora na terceira semana a mulher já possa estar grávida, ainda não haverá grandes indícios disso. Isso ocorre pois do momento da fecundação até sua chegada no útero leva de 6 a 12 dias. Durante esse processo, pode ser que a mulher sinta alguma cólica, resultante do movimento do óvulo até o útero. O mais comum é que a fecundação ocorra na 3ª semana e a implantação propriamente será completada por volta da 4ª semana, na maioria das vezes. Entenda detalhes de Como ocorre a fecundação.

O momento da implantação é o que pode apresenta algum sintoma. Além de uma leve cólica, algumas mulheres costumam apresentar um sangramento de Nidação. 

Saiba que embora o processo gestacional já tenha iniciado com a fecundação, a medicina só considera que há gravidez quando a implantação ocorreu sem problemas. Se por qualquer motivo não houver a fixação na parede uterina, o organismo cuida de parar o processo e eliminar o embrião. 

Muitas mulheres podem passar por esse momento sem se quer suspeitar que houve um início de implantação, já que isso costuma ocorrer no mesmo período em que a menstruação deveria vir. Esse problema é conhecido por algumas mulheres e é chamado de Gravidez Química. 

A 4ª Semana de Gravidez



Enfim é chegada a semana em que a mulher está realmente grávida. O processo de nidação do embrião foi concretizado com sucesso e os primeiros sintomas podem aparecer. 

Na 4ª semana de gestação calculada pela DUM corresponde mais ou menos a 2ª semana após a relação sexual que deu origem à fecundação do óvulo e a 1ª semana de gravidez de fato. Nesse momento, o embrião tem cerca de 0,2 mm de diâmetro, é composto por cerca de 200 células e acabou de se implantar na parede do útero. Nesta fase, o embrião é tão pequeno que ainda não é possível ser visto pelo ultrassom.
Com a implantação do embrião, iniciou-se a produção de hCG, que é o hormônio responsável pela manutenção da gestação nos primeiros meses. Junto com a progesterona, hormônio que aumenta bastante durante a gestação, surgem os primeiros sintomas. Eventualmente, sintomas como náuseas e vômitos, sensação de barriga distendida, vontade frequente de urinar, cansaço e alterações do humor podem surgir no final da 4ª semana de gestação, mas eles são mais comuns a partir da 5ª e 6ª semanas.

A 5ª Semana de Gravidez



Apesar de ser a 5ª semana de gravidez, isso utilizando a data convencionada pela DUM, a gravidez de fato está em sua 2ª semana, mais ou menos.

Neste momento, a produção de hCG acelera e a concentração sanguínea desse hormônio dobra a cada 48h. Os níveis de estrogênio e progesterona também estão elevados, o que favorece o surgimento de sintomas e alterações no corpo da futura mãe. Descubra como funciona o Beta hCG.

Além da sensibilidade, as mamas crescem e o mamilo começa a escurecer. Os lábios vaginais também tonam-se mais escuros. Um cansaço leve, aumento da vontade de urinar, alterações de humor, aumento da salivação e aumento dos gases intestinais são sintomas que costumam surgir ao longo desta semana.

A 6ª Semana de Gravidez



Seguindo o cálculo base da DUM, a gravidez na 6ª semana seria a 3ª de gravidez efetiva.

Algumas mulheres poderão chegar a está semana sem sintomas relevantes, são as chamadas sortudas. Contudo, dificilmente poderão seguir a diante adentrando a 7ª semana sem sintoma algum. Durante a 6ª semana há um acentuamento dos sintomas iniciais. Para aquelas que começaram a sentir algum desconforto já na 4ª semana, pode sentir um aumento no cansaço, nas idas ao banheiro, piorando a noite, além é claro do conhecido enjoo matinal (Como aliviar com os enjoos na gravidez). 

Costuma ser a semana em que o parceiro começa a perceber as alterações no paladar e olfato da companheira. É quando os desejos ou aversões por alimentos específicos podem aparecer. Alterações no humor, medos e aumento das mamas passam a ser marcantes nesta fase.

O embrião ainda é muito pequeno (não tem nem 1 cm de comprimento) e o útero praticamente não mudou de tamanho. Porém, a gestante sente-se com a barriga inchada e pode notar que as suas calças já não lhe cabem mais tão bem.

A 7ª Semana de Gravidez



Até o final da 7ª semana, cerca de 90% das mulheres podem notar sintomas claros da gravidez. É bastante comum apresentar enjoos, excesso de salivação, muito muito xixi, aumento do cansaço e do sono, seios maiores e mais sensíveis, sobe e desce emocional, barriga inchada e um pouco mais dura e algumas vezes pode sentir refluxo gastrointestinal. E para algumas há ainda o inconveniente sintoma de prisão de ventre.

Para aquelas mulheres que são muito ativas, pode-se perceber que não há animação nas atividades antes cobiçadas. Tudo que pode passar pela cabeça da nova mamãe é a vontade de aproveitar muito bem a sua cama ou outro lugar qualquer que se possa dar um cochilo. Tonturas também podem ser sintomas comuns. 

Embora os enjoos e a aversão a alguns alimentos, a mulher pode notar um ganho maior de peso. 

Da 8ª a 12ª Semana de Gravidez



O início do terceiro mês, marcado pela 8ª semana traz muita novidades. E até o final do 1º trimestre ao final da 12ª semana, muito estará mudando dentro e fora da gestante.

Muitas mulheres poderão sentir-se plenamente grávidas, enquanto outras, possam levar um pouco mais de tempo para se adaptar a tantas mudanças. Os sintomas que tinham que surgir já surgiram, e a tendência é que eles se tornem mais intensos até a 11ª-12ª semana, quando a pior fase começa a passar. O enjoo e o cansaço intenso tendem a desaparecer após a 12ª semana. Porém, boa parte dos sintomas permanecem, principalmente a vontade frequente de urinar  e o refluxo.

Aquele comercial de margarina com a mulher linda nos primeiros meses da gravidez pode parecer uma tremenda enganação. Não são todas as mulheres que percebem a pele mais brilhante e macia, muitas na verdade percebem um aumento na acne, oleosidade, pigmentação, podendo mesmo aparecer pequenos vasos, engrossar os pelos e alterar as unhas. Pode ser que a mulher note que os cabelos e unhas crescem mais rapidamente. Tudo isso por causa da intensa exposição aos hormônios progesterona e estrogênio. Algumas mulheres poderão também sentir que as gengivas estão mais frágeis, e a ocorrência de gengivite também é comum. 

Embora muitos médicos digam ser improvável, ao final de 12 semanas, algumas mulheres podem sentir o bebê mexer, sensação descrita como borboletas no estomago. Tudo depende de quão bem a mulher conhece seu corpo ou mesmo se não se trata da primeira gestação. A verdade é que esse sintoma pode ser confundido com os movimentos de gases dentro dos intestinos, pois o feto tem cerca de 5 a 6 cm a essa altura. 



Apesar de tantas mudanças, o melhor é não tentar comparar o que uma pessoa sentiu com o que você sente. Isso serve apenas para deixar a gestante mais ansiosa. Cada gravidez é única e portanto, não se deve comparar. O importante é tentar aproveitar o momento da melhor forma possível, superando os incômodos comuns, e guardando boas lembranças dessa linda fase. Até a próxima!

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Tempo de Gestação


Quando a mulher resolve comunicar sua gravidez para a família e amigos, a primeira informação que todos esperam que esteja na ponta da língua é quantos meses de gravidez você está. Contraditoriamente, esse é o assunto que mais gera dúvidas nas mamães. Uma busca pela internet não facilitará as coisas, isso por causa da grande quantidade de tabelas e formas de contar. Não há nada que facilite a vida da gestante, mesmo se usar uma calculadora online, dependendo do tipo de conta, não haverá consenso. Entenda a causa de tantas variedades de conversões de semanas para meses.

A conta em semanas


Toda mãe de primeira viagem, que não tenha hábito de ler a respeito, pode chegar na consulta pré-natal e se depará com a surpresa do médico não revelar o tempo de gestação em meses. Sim, não conta-se o meses mas as semanas de gravidez! 

O motivo para que seja adotado esse tipo de contagem tem relação com as mudanças do feto, principalmente na primeira metade da gravidez. Em um único mês, acontecem dezenas de alterações importantes, e a contagem em semanas nos permite definir com mais exatidão o tempo de cada uma.

Por exemplo, o zigoto (óvulo fecundado) implanta-se na parede do útero na 3ª semana, o coração forma-se na 4ª, o embrião passa a ser visível à ultrassonografia na 5ª, os olhos surgem na 6ª e o futuro bebê já começa a se movimentar na 7ª semana (a mãe não nota porque ele ainda é muito pequeno). Ao adotar a contagem de semanas é mais fácil determinar os marcos que aquela gestação deveria passar. Sabe-se por exemplo que ao final de 8 semanas e ainda não ouve-se o coração do bebê, pode significar um aborto retido. 



Por que contava-se em meses?


Antigamente essa conta era feita observando o calendário lunar. Nesse caso, a data prevista para o parto é o dia que entra a mesma lua da data da concepção, pela nona vez. Por exemplo, quando a mulher engravida na lua cheia, começando a contar da lua cheia do mês seguinte, até completar as nove luas. Assim, ainda que a contagem eram nove luas, pode-se notar que a conta não incluia o primeiro mês. É o mesmo que ocorre quando atrasa a menstruação hoje. No mês em que se percebe o atraso, já conta-se a gestação como 4 semanas, ou seja, um mês. Como pode isso? Para entender a contagem em semanas, deve-se entender como se conta o início da gravidez.



Começo da gravidez


É claro que sabemos que o início da gravidez é o momento em que o óvulo fecundado se implantou no útero. Mas dizer quando isso ocorreu é que causaria problemas para determinar o tempo de gestação. 

Mesmo para quem tem controle do seu ciclo menstrual e também de sua ovulação, não se pode determinar quanto tempo levou entre a ovulação, fecundação e implantação do embrião, já que não há um tempo certo e cada mulher levará mais ou menos tempo nesse processo.

Assim, era preciso de uma data que toda mulher poderia identificar e, a partir dela, contar o tempo de gravidez. Essa é a Data da Última Menstruação, conhecida como DUM, que corresponde ao primeiro dia de sangramento do último episódio de menstruação antes da gravidez.

Contagem da DUM


A gestação é datada do início do ciclo menstrual em que será liberado o óvulo a ser fecundado por um espermatozoide dando origem ao embrião, que formará o futuro bebê. Pode parecer estranho, mas é assim mesmo – a gravidez é contada mesmo antes do embrião ter sido formado; é por isso que você nunca conheceu alguém no primeiro mês de gravidez – só é possível saber que se está grávida a partir do atraso menstrual, normalmente 4 semanas após a DUM. 

É importante lembrar que mesmo que a mulher só tenha tido uma única relação sexual no mês que engravidou, isso não significa que a concepção tenha ocorrido neste dia. Os espermatozoides podem permanecer viáveis dentro do aparelho reprodutor feminino por 5 a 7 dias, dependendo da vitabilidade dos mesmos. Portanto, se a mulher teve relações no dia 16, mas só ovulou no dia 19, a concepção ocorreu somente 3 dias depois da cópula.


Se a mulher tiver tido mais de uma relação sexual no mesmo mês, aí mesmo é que fica quase impossível descobrir qual foi o exato dia da fecundação. Como o óvulo fica viável por 24 horas e os espermatozoides por até 7 dias (em geral 3 a 5), se a mulher engravidou em um mês que teve relações nos dias 12, 14, 17 e 19, isso significa que a fecundação do óvulo pode ter ocorrido entre os dias 12 e 26 do mesmo mês. Ou seja, um imenso intervalo de 2 semanas.

Portanto, como é quase impossível descobrir o dia exato que ocorreu a fecundação, de forma a tornar o cálculo mais simples, convencionou-se designar o primeiro dia da gravidez como o primeiro dia da última menstruação. É muito comum os médicos se referirem a este dia como DUM (sigla para Data da Última Menstruação).

A confusão da conversão


Por usar a contar o primeiro mês com 4 semanas como referência do tempo de gestação, é comum que a mãe adote essa contagem para os próximos meses. Como comentado anteriormente, antigamente a gravidez era contagem com base no calendário lunar. Contudo, o calendário gregoriano que usamos não define todos os meses com o mesmo número de dias. Há meses de 28, 29, 30 ou 31 dias. Portanto, não há sincronicidade com as semanas, da mesma forma quando adotamos o mês lunar, que dura 28 dias ou 4 semanas. 

Esse é o motivo de tanta diferença entre as tabelas de conversão encontradas na internet. 

Contagem Lunar


O calendário lunar conta 1 semana lunar = 7 dias. O mês lunar então é formado por 4 semanas de 7 dias = 28 dias. 

Como o período compreendido entre o início da gestação e o dia do parto tem cerca de 280 dias, podemos perceber que esse valor corresponde a 40 semanas.

A gravidez estará completa ao término do 9º mês lunar, porém o bebê nascerá ao longo do 10º mês lunar. Foi daí que surgiu o conhecimento popular de que a gravidez dura 9 meses. Na verdade o bebê está pronto pra nascer após 9 meses, mas nascerá ao longo do 10º mês lunar de gestação.

Uma vez que um mês lunar tem 4 semanas, 40 semanas de gravidez correspondem a 10 meses lunares. 

Variedade de tabelas


Pesquisando na internet encontramos tabelas que convertem semanas e outro mês com 5 semanas. Outras que alternam um trimestre com todos os meses com 4 semanas e o trimestre seguinte com meses com 5 semanas. Outras que é até difícil compreender como seria a contagem. 









Mes lunar e Mes Gregoriano


Essa tabela é a melhor (para mim) para entender a diferença entre os tipos de contagem, ficando mais fácil entender a transição de um mês para outro:



Calcular a data do parto


Quando calculado pela DUM, uma gestação normal (ou a termo) é aquela que dura entre 37 a 41 semanas. Se o bebê nascer antes da 37ª semana, ele é considerado prematuro. Se nascer após a 42ª semana, ele é chamado de bebê pós-termo.

Na maioria dos casos, os bebês nascem ao redor da 40ª semana de gravidez. Portanto, quando o obstetra lhe diz a data prevista para o parto (DPP), ele simplesmente contou 40 semanas após a sua DUM. Uma forma rápida de estimar a DPP sem ficar contando os dias no calendário é através  da fórmula de Naegele:

1º – Pegue o primeiro dia da sua última menstruação (DUM) e adicione sete dias.
2º – Diminua três meses.
3º – Some um ano.

Exemplo:

DUM = 05 de Maio de 2014
Some 7 dias = 12 de Maio de 2014
Subtraia 3 meses = 12 de Fevereiro de 2014
Some um ano e obtenha a DPP = 12 de Fevereiro de 2015

Obviamente, isso é apenas uma estimativa. O objetivo não é tentar adivinhar o dia do parto, mas, sim, informar a mãe da época provável do nascimento, caso a gravidez vá até as 40 semanas. Na verdade, somente cerca de 5% dos bebês realmente nascem na data estimada no início do pré-natal. Uma gravidez pode ir até 42 semanas de gestação sem problemas.

Caso não saiba a DUM


Várias situações podem levar a mulher a não lembrar o dia exato da sua menstruação. Por exemplo, mulheres com ciclo menstrual muito irregular, mulheres que só descobrem a gravidez já com várias semanas de gestação, mulheres que tiveram sangramento de escape no início da gravidez e o confundiu com a menstruação, etc.

Nestes casos, a ultrassonografia transvaginal é a forma usada para estimar o tempo de gravidez. A partir da 5ª semana de gravidez, o embrião já pode ser identificado pelo ultrassom. Este exame tem uma acurácia muito elevada se for feito ainda no primeiro trimestre.

Nas primeiras semanas (até a 12ª), todos os bebês têm tamanhos muito parecidos entre si. Com o ultrassom, o médico dará a você uma data prevista para o parto.

A partir daí, a cada novo ultrassom que você fizer, pode aparecer uma data prevista para o parto diferente. Lembre-se que a mais confiável sempre será a que você obteve primeiro. 

E se o tempo de gravidez no ultrassom não bater com o tempo calculado pela DUM?


Mesmo em mulheres que tenham ciclos regulares, mas principalmente em mulheres com ciclos irregulares, um exame de ultrassom deve ser feito para confirmar a datação da gravidez no início da gestação, de preferência em torno de 9 semanas. Geralmente a data do ultrassom não bate exatamente com a DUM:

  • Quando essa diferença é menor que uma semana, você deverá datar a gravidez pela DUM;
  • Se a diferença for maior que uma semana, então o ultrassom é mais fiel para a datação.


Converse sempre com seu médico a respeito.

Quando insistem em saber o tempo da gestação em meses?


É complicado quando a gestante é questionada quanto tempo de gestação e mesmo respondendo as semanas, é insistido por saber o tempo em meses. Nesse caso, um truque que ensinado é usar a data prevista do parto para marcar a virada de cada mês. Dessa forma, no mês anterior a data do parto, a gestante entra no nono mês. Ou seja, se a data do parto é 26/07/2017, a cada dia 26 a gestante contará como mais um mês de gestação.

Divisão da gravidez em trimestre


A gestação é dividida em três trimestres, onde cada um tem suas características e marcam as 3 grandes transformações da gravidez.

Primeiro trimestre é a fase do começo da gestação, do sono, dos enjoos.

1 a 4 semanas de gestação: 1 mês
5 a 8 semanas de gestação: 2 meses
9 a 12 semanas de gestação: 3 meses

Segundo trimestre uma fase que costuma ser ótima, boa para fazer compras, investir na vida sexual e até viajar.

13 a 16 semanas de gestação: 4 meses
17 a 20 semanas de gestação: 5 meses
21 a 24 semanas de gestação: 6 meses

Terceiro trimestre é quando a mulher fica mais inchada e pesada.

25 a 28 semanas de gestação: 7 meses
29 a 32 semanas de gestação: 8 meses
33 a 36 semanas de gestação: 9 meses
37 a 40 semanas de gestação: 10 meses.

Mesmo a divisão em trimestres apresenta algumas variações de quando começa ou termina. Dessa forma, não fique surpresa se encontrar sites com datações diferentes.

Calculadora do DPP



Como se pode ver, é normal que quando se pretende converter as semanas de gestação para meses, haja algumas diferenças entre o tempo de gestação que você chegou ao tempo que sua amiga calculou. Tudo dependerá da tabela adotada. O melhor mesmo é continuar contando em semanas. Até a próxima!!!

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