segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Posições para engravidar


Quando se planeja engravidar, tudo conta para conseguir alcançar o tão sonhado positivo. Não faltam dicas de alimentação, exercícios, remédios e até simpatias. Muitas coisas não tem comprovação científica mas não custa tentar, né? É o que acontece com as posições sexuais. Embora muitos especialista digam que não tem nada haver e que qualquer posição seria eficaz para facilitar a gravidez, outros esclarecem que existem posições que favorecem a passagem dos espermatozoides pois a ejaculação ocorre mais perto do colo do útero. Então aproveite o período fértil para por em prática algumas posições!

Papai e mamãe





Posição número 1 escolhida pelos casais. Além de ser a melhor posição para aproveitar o romantismo do casal, essa posição permite que os futuros papai e mamãe troquem carinhos, dando uma mãozinha para que os espermatozoides cheguem até o colo do útero.

Pode-se também utilizar um travesseiro sob os quadris para elevar o útero, colaborando com a gravidade.

O Triângulo



Variação da posição Papai e Mamãe mas que necessita de um pouco mais de determinação, já que vai contar com um certo esforço do casal.

O parceiro posiciona-se apoiado de quatro enquanto a parceira leva o quadril em direção ao dele, o que garante uma penetração mais profunda.

O nome Triângulo vem da forma como a parceira mantem o posicionamento das pernas para que consiga elevar o quadril. Diferente da clássica Papai e Mamãe, nessa posição, quem determina o ritmo é a parceira, já que o parceiro permanece parado enquanto a parceira mexe os quadris para trás e para frente.

Embora essa posição exija mais esforço, ela também traz mais benefícios da penetração mais profunda!

Meia Cambalhota



Essa posição ajudará aos espermatozoides a chegar logo logo a entrada do útero, já que a parceira fica com as pernas para cima, como se estivesse prestes a fazer uma cambalhota para trás. O parceiro é responsável por dar o suporte ao quadril, ficando de joelhos com o quadril da parceira elevado durante a penetração.

De quatro



Embora não pareça uma posição muito romântica, essa posição permite uma penetração muito profunda, fazendo com que a ejaculação ocorra mais próximo do colo do útero possível e a inclinação da vagina dá uma ajudinha extra. Essa posição também é ótima para a mulheres com útero retrovertido ou inverso. Saiba mais a respeito de útero retrovertido!

Ainda que um dos parceiros possa não se sentir confortável, o melhor é conversar antes e entender quais são as posições que possam ser feitas, além é claro de acordar que nenhuma delas deve excluir um pouco de carinho!

A Montanha 



Trata-se de uma variação da posição de quatro, mas usa-se uma montanha de travesseiros para dar apoio. 

A parceira apoia o tronco todo sobre uma pilha de travesseiro enquanto o parceiro se ajoelha por trás, com as pernas apoiadas por fora das pernas da parceira.

O bom dessa posição é que facilita a interação do casal, possibilitando carícias enquanto ocorre a penetração. É uma forma mais romântica de seguir com a posição de quatro.

Deve-se cuidar com a quantidade de travesseiros para que o efeito contrário não ocorra e o útero fique mais elevado. 

O Arado



Não são todas as pessoas que vão se identificar com essa posição. Requer um pouco de malhação mas garante penetração profunda e uma boa inclinação da vagina.

Para fazer essa posição a mulher deve deixar de barriga para baixo na ponta da cama, com as pernas para fora, sustentando com os braços, enquanto o parceiro posiciona-se por trás e sustenta os quadris da parceira com as mãos.


De conchinha



A posição de de conchinha ou de ladinho é bem relaxante, embora não seja tão profunda, ela permite uma penetração eficaz, na qual o homem e a mulher se deitam de lado e ele se encaixa atrás dela e penetra. Nada melhor para engravidar do que um momento relaxante com muitos carinhos do parceiro.

Conchinha entrelaçada



Uma variação da posição de conchinha, onde a mulher envolve as pernas ao redor das pernas do seu parceiro. 

Essa variação deixa mais fácil para que o parceiro alcance o clitóris, deixando todo o processo mais prazeroso para ambos.


Lado e frontal



Essa posição é ótima pois alem de permitir uma penetração eficaz, deixa espaço para troca de carinhos do casal. 

O casal deita de lado mas com a face voltada para o parceiro. As pernas devem se entrelaçarem e o peito deve ser pressionado contra o outro.

Contornando o parceiro



Posição em que a parceira deita de costas com as pernas envolta da cintura do parceiro. O parceiro deve sentar a frente da parceira com as pernas envolta do seu corpo e em seguida sustentar a parceira erguendo os quadris com as mãos.

Ponte penetrante



Um teste de resistência e alongamento, essa posição requer grande preparo físico mas a penetração e a inclinação aqui são o máximo que você pode fazer para conseguir engravidar!

A mulher deve fazer uma ponte se apoiando sobre os ombros. Em seguida o parceiro se ajoelha entre as pernas da parceira e segura seu quadril com as mãos. Para facilitar (se é que é possível!), a parceira também pode segurar as pernas do parceiro para ter mais apoio. Lembre o parceiro de que a penetração é mais sensível para a mulher, onde a força pode deixa-la machucada.

Ponte apoiada



Uma variante da Ponte Penetrante, essa posição também possibilita máxima penetração. A mulher deita de costas sobre uma superfície plana (o casal pode variar os locais!) mas que deve ser mais alta para não machucar as costas da parceira.

O parceiro fica na frente da parceira de pé, posicionando as pernas da parceira sobre seus ombros. A parceira, então, coloca os braços e as mãos para baixo para que você consiga levantar seus quadris e ele segura apoiando o bumbum.

Embora as dicas de posições para engravidar sejam uma ótima forma de apimentar a relação, não deixe que a relação sexual vire apenas rotina ou obrigação. Deve-se ter bom senso, usando as dicas que não cause nenhum estresse ao casal, afinal o sexo é mais que um mero ato físico, ele é uma forma de consolidar o amor que uniu o casal. Use a dicas com criatividade mas não deixe que o desejo de engravidar fique acima do amor que fez com que o desejo de aumentar a família tenha surgido. Lembre-se que o estresse também atrapalha as tentativas de engravidar. Até a próxima!

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Como acalmar o bebê


Nada mais angustiante para os pais do que um bebê que não para de chorar, principalmente para os pais de 1ª viagem. Leva um tempo até que os pais consigam descobrir a melhor forma de lidar com o choro do bebê. 

Quando o bebê é muito novinho ainda não consegue expressar o que sente, sendo o choro a única maneira de chamar a atenção dos pais para comunicar que algo está acontecendo. Com o tempo os pais conseguem descobrir o motivo de cada chorinho, seja fome, sono, sede, fralda suja ou mesmo insegurança do bebê. Até que esse momento chegue existem algumas técnicas que podem ajudar a lidar com os episódios de choro contínuo que parecem durar uma eternidade.


Elimine as origens comuns



O primeiro passo é tentar compreender o motivo do choro do bebê pelos instintos básicos como fome, sede, fralda suja ou algum incômodo ou dor. Observar o bebê é o primeiro mandamento! Choro de sono será acompanhado com bocejos e as mãozinhas aos olhos, por exemplo. Ou em casos de desconfortos como gases, o bebê pode encolher as perninhas. (Saiba como aliviar as cólicas do bebê.) No caso de fome, pode-se tentar dar o dedinho (sempre bem limpo!) para ver se o bebê suga. Lembre-se também de verificar se o motivo do chororô não é o calor ou o frio. Aprenda como agasalhar o bebê neste post!



Fique de olho na pele do bebê



Verifique se não há nada de errado com sua roupinha ou fraldas: um botão, uma etiqueta, uma dobra na roupa ou a fralda apertada demais. Olhe seus dedinhos e verifique se não há fio de cabelo seu enrolado neles. Se ele tiver a unha encravada, cuide para que nada fique rapando nela. Se nada disso for identificado, coce delicadamente o corpinho dele. Uma coceirinha pode incomodá-lo tanto quanto nos incomoda.


Balançar o bebê



Quando estava no útero, o bebê vivia em um ambiente movimentado, já que a maior parte das mães são bem ativas. Dessa forma, o bebê sente-se mais seguro através do movimento, que o lembra do ambiente uterino. Os movimentos devem ser suaves e contínuos. Pode-se usar o carrinho ou a cadeirinha do automóvel para não cansar os braços.


Enrole o bebê na manta



Quando o bebê encontra-se enrolado na manta ele passa a lembrar do ambienta uterino, onde ele ficava mais aquecido e mais apertadinho. Além disso, nos primeiros meses não há controle motor de braços e pernas, e a movimentação involuntária dos membros poderia irritar o bebê. Não se desespere se nos primeiros momentos o bebê parecer desconfortável ou irritado é que leva um tempo até que ele se acalme.



Tire o bebê para dançar



Da mesma forma que o balanço acalma o bebê, a dança tem o mesmo efeito. Posicione o bebê ao nível do ombro e coloque os bracinhos em volta do seu pescoço. Agora basta dançar suavemente, balançando-o suavemente de um lado para outro, podendo alternar com uma ou outra rodadinha. Pode-se também cantar uma música, não importando o que canta, desde que seja repetitivo e que esteja de acordo com o ritmo da dança. Baixe a voz gradualmente quando o bebê ficar mais calmo.



Deixe o bebê junto ao corpo



O bebê gosta do calor do contato com os pais. Segurar o bebê junto ao corpo - que pode ser sem blusa - irá transmitir segurança ao pequeno e irá tranquiliza-lo. Entre o calor do seu corpo, o batimento ritmado do seu coração, os movimentos da sua respiração e o suave balanço do caminhar fará com que pelo menos um dos dois durma em poucos minutos.


Mude a posição do bebê



Alguns bebês podem ficar desconfortáveis em determinadas posições, alguns não gostam de ficar de barriga para cima quando acordados, pois isso ativa o reflexo de reação à queda, deixando-os inseguros. Experimente posicionar o bebê de lado ou de barriga para baixo, mas essa posição deve ser mantida apenas se o bebê estiver no colo. No berço o bebê deve ficar de barriga para cima, segundo os especialistas.


Use o chiado a seu favor



Fazer o conhecido barulhinho aos ouvidos do bebê é uma técnica que muitos pais usam por intuição. Novamente, essa técnica tem resultados por fazer o bebê lembrar do período em que vivia no útero da mãe, onde ouvia muitos ruídos do organismo da mãe como os batimentos cardíacos, intestino, estômago e circulação sanguínea. Deve-se fazer o barulho na mesma altura que o choro da criança. Pode-se também recorrer aos aplicativos que reproduzem diversos sons que também acalmam como secador de cabelo, ventilador, aspirador de pó, água ou máquina de lavar. No caso de não poder recorrer ao aplicativo, pode-se também embalar o bebê próximo desses aparelhos ligados.


Mantenha a calma


É importante que os pais utilizem as técnicas mas sem perder a tranquilidade. Ao sentir que os pais estão nervosos, o bebê não se sentirá seguro parar de chorar. Nesse momento, o melhor é que um dos pais cuide do bebê dando um momento para que o companheiro se acalme e assuma os cuidados até que o bebê sossegue. 

Embora essas técnicas possam ser utilizadas por todos os pais, não significa que irá funcionar com 100% dos bebês. Nesse caso, o melhor é que o instinto dos pais sejam levados em conta, já que são eles os que melhor entendem seus filhos. Também é a hora de improvisar e encontrar novas formas de interagir com a criança, levando sempre em conta que o amor é sempre a melhor técnica para acalmar seu bebê. Até a próxima!





sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Os mitos sobre como engravidar


Quando se trata de engravidar muitas são as histórias de sucesso e também muitas são as histórias de como a gravidez foi concebida. Isso se deve ao fato de que muitas mulheres utilizam vários métodos para engravidar, podendo atribuir a gravidez a um determinado método, quando na verdade sua contribuição à gravidez foi mera coincidência. E assim, criam-se os mitos acerca de qual a melhor forma de engravidar. Conheça alguns deles a seguir:


Temperatura do corpo mostra quando está ovulando


A temperatura do corpo altera com o passar do ciclo menstrual, mas no caso da ovulação essa alteração só é percebida cerca de 48 horas depois que ocorreu a ovulação. Quando a pessoa constatar que ovulou, o óvulo já não existirá mais. Dessa forma, o melhor é utilizar o teste de ovulação através da urina para descobrir qual seria o momento da ovulação. Leia mais a respeito da Temperatura Basal caso queira utilizar esse método para conhecer o ciclo menstrual e confirmar se houve ovulação.

É possível engravidar durante a menstruação


Não é possível engravidar durante a menstruação. A menstruação significa que a parte de dentro do útero, chamada endométrio, cresceu, proliferou e se tornou receptivo para um embrião. Se ele não se implantou, ela se descama. Esse processo é chamado de menstruação. A partir do momento que descamou, não tem como engravidar. No entanto, muitas mulheres podem confundir sangramentos irregulares com menstruação, já que pode haver um pouco de sangramento no meio do ciclo por causa do rompimento do óvulo. No caso de haver um sangramento de ovulação, por exemplo, as chances de gravidez são grandes.


Não se engravida na primeira relação sexual


Não importa se é a primeira vez ou não, pois havendo relação sexual durante o período fértil da mulher, há possibilidade de engravidar. Desde o momento em que a mulher começa a ovular, ela pode engravidar.

Tomar anticoncepcional por muito tempo atrapalha futuras tentativas de engravidar


Embora haja um tempo para que o anticoncepcional seja totalmente eliminado do organismo, não há uma regra de quanto tempo levará até que a mulher consiga engravidar. Como cada organismo tem seu modo de lidar com o anticoncepcional, algumas mulheres poderão engravidar no mês seguinte ao interromper o remédio, outras levarão alguns meses. 

Algumas mulheres evitam a gravidez por anos através do anticoncepcional, mas na verdade não tem ideia se existe alguma problema que afete a sua fertilidade, de forma que ao parar com a pílula, o que atrapalha a gravidez é o problema em si e não o tempo em que utilizou o anticoncepcional.


Ocorre que a pílula bloqueia o eixo que ordena a ovulação, e ao parar de tomar, esse eixo volta ao normal, então a mulher volta a ovular normalmente. O que pode interferir na capacidade reprodutiva feminina é, além da idade, a presença de algumas doenças e condições, como a endometriose e a obesidade. O uso da pílula também não "economiza" os óvulos da mulher, como alguns acreditam. O "gasto" folicular mensal permanece, só não haverá as condições necessárias para a fecundação.


Pode-se fazer o teste de gravidez no dia após a relação sexual


Algumas pessoas desconhecem o tempo que leva da relação sexual no período fértil até que ocorra a gravidez. Assim sendo, o teste de gravidez deve ser feito a partir de alguns dias depois do primeiro atraso menstrual. Da mesma forma leva um tempo até que o hCG na corrente sanguínea, caso ocorra a gravidez, esteja detectável pelo teste de gravidez.


Quem sofre com endometriose não consegue engravidar


Felizmente a infertilidade causada pela endometriose pode ser tratada com medicação ou através de cirurgia, de forma que a mulher poderá engravidar naturalmente ou com a ajuda de reprodução assistida. Leia o post a respeito da Endometriose e as chances de engravidar.


Quem tem miomas não consegue engravidar


Existem três tipos de miomas: os submucosos, que ficam na região endometrial (dentro do útero), os intramurais (nas camadas musculares) e os subserosos (fora do útero). Os intramurais e subserosos não causam infertilidade, pois não estão dentro do útero. Aqueles que estão dentro do útero são removidos cirurgicamente, porque podem causar infertilidade. Depois da remoção, a mulher pode engravidar no mês seguinte.


Quem faz fertilização irá engravidar de gêmeos


Embora as chances de gravidez múltipla durante um tratamento de fertilização sejam maiores, nem todo tratamento irá resultar nesse tipo de gestação. Ocorre que devido aos estímulos para a produção de mais óvulos e, no caso da fertilização in vitro, mais de um embrião é colocado para aumentar as chances de sucesso, mais de um embrião poderá se implantar, e no caso de indução de ovulação, mais de um óvulo poderá ser fecundado.

Várias relações sexuais ao dia aumentam as chances de engravidar


Nem sempre manter relações diariamente ou mais de uma vez ao dia irá garantir que a gravidez ocorra. Isso ocorre por causa de que a qualidade do esperma pode ser comprometida.


Transar todos os dias no mesmo horário


Se o casal sente prazer de ter essa rotina, tudo bem, mas o período fértil de uma mulher é somente nos dias próximos e no dia da ovulação, ou seja ela pode até transar diariamente, mas somente vai engravidar se ovular. Um dos sinais de que a ovulação está para ocorrer é a presença de um muco vaginal mais abundante, tipo "clara de ovo". Outra prática antiga é medir a temperatura diariamente antes de se levantar da cama. Quando ocorrer uma elevação de aproximadamente um grau centigrado ocorreu a ovulação. Esses conhecimentos ainda podem ser usados.


Fazer a posição 'papai-e-mamãe' com uma almofada para levantar o bumbum


Isso é um mito que se baseia na anatomia da mulher e tem certo fundamento. Quando ela está deitada de barriga para cima, a vagina fica numa posição inclinada em que o fundo vaginal e o colo uterino ficam mais em baixo, formando um "lago seminal". A almofada sob o bumbum, acentuaria essa inclinação. Depois da transa, os espermatozoides ficam depositados nesse local no fundo da vagina, e sua permanência mais tempo daria mais chance e mais facilidade para entrarem pelo colo uterino e alcançarem as trompas, encontrando o óvulo. Nas trompas é onde ocorre a maior parte das fecundações.


Orgasmo aumenta chance de engravidar


Ter um orgasmo pode facilitar a fertilização do óvulo com o sêmen ao ajudá-lo a subir pelas trompas de Falópio mais rápido, mas se você não tiver um orgasmo você pode engravidar na mesma. A sintonia do casal favorece o prazer nas relações e o desejo, inclusive no período fértil, tornando todo o processo mais agradável. Do ponto de vista biológico, no entanto, o orgasmo não é imprescindível para a fecundação.

 Engolir esperma faz engravidar mais depressa


Não se sabe quem inventou esse mito mas há grandes chances de que tenha sido um homem! O sêmen contém grandes quantidades de proteína mas isso não faz engravidar mais depressa.


Alimentos afrodisíacos aumentam a fertilidade


Consumir alimentos como pimenta, ovo de codorna, ostra e amendoim não irá interferir nas taxas de fertilidade masculinas e femininas. O que esses alimentos podem fazer é ajudar na potência sexual. Potência e fertilidade são coisas muito diferentes. Há homens com alterações espermáticas que não apresentam qualquer sinal de alteração de libido ou disfunção erétil, por exemplo. A humanidade sempre buscou maneiras de aprimorar a capacidade física e o desejo sexual e, por mais que não haja consenso sobre os efeitos dos alimentos ditos afrodisíacos, uma coisa é certa: eles não interferem nas alterações cromossômicas dos óvulos e espermatozoides, nem aumentam sua quantidade no organismo.


Mulheres com SOP são inférteis


A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma disfunção hormonal que atinge cerca de 10% das mulheres em idade fértil e é caracterizada pela produção de cistos e pela ovulação irregular. Então a mulher pode passar por períodos de infertilidade que podem ser tratados e ajudar a engravidar. Isso se deve ao fato de que se a mulher não ovula todos os meses, ela terá menos chances de acertar o momento correto para engravidar. A gestação pode demorar mais para acontecer. 


Útero invertido reduz chances de engravidar


O posicionamento do útero – que pode ser vertical, intermediário ou voltado para trás – é apenas anatômico. Do ponto de vista funcional, não há alterações no órgão e nem na gravidez. Assim como qualquer outra mulher, aquela que tem o útero invertido ou retrovertido deve fazer acompanhamento regular, para verificar se há algum fator determinando a dificuldade de engravidar.


Aborto espontâneo diminui as chances de engravidar


A ocorrência de aborto espontâneo não irá interferir nas chances da mulher engravidar, mas o que necessita de cuidados é quando ocorre episódios repetidos de aborto (Aborto de Repetição). Neste caso, será necessário identificar o fator que está causando a perda. As causas mais frequentes são as alterações uterinas, caso do útero bicorno ou septado; endócrinas (problemas na tireoide ou no pâncreas, principalmente); imunológicas (mulheres portadoras de lúpus, por exemplo) e cromossômicas (a exemplo do mosaicismo identificado no casal – variação no número de cromossomos nas células do organismo, que aumentam a taxa de alterações nos embriões).


Higienizar a região íntima logo após a relação sexual atrapalha engravidar


Muitas mulheres imaginam que não podem fazer a higiene íntima logo após os namoros com o parceiro pois irão atrapalhar que os espermatozoides cheguem ao útero. Na verdade, lavar a vagina (externamente, não com ducha) não evitará engravidar. Assim que o parceiro  ejacula, os espermatozoides são lançados diretamente para o colo do útero e circulam a uma velocidade de 45 km/h, não há como interromper o processo através de um banho.


A infertilidade afeta mais as mulheres


A infertilidade é conjugal, não do indivíduo, contudo, o que costuma ocorrer é que a mulher tem maior cuidado com sua saúde, indo mais vezes ao médico, portanto identifica mais rapidamente qualquer problema que possa estar afetando sua fertilidade. As dificuldades para engravidar afetam quase 20% dos casais. Os fatores de origem masculina correspondem a 40% das causas; outros 40% ficam com os fatores femininos; 10% são causas mistas e em 10% dos casos não se encontra um fator determinante.

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Como aliviar os enjoos na gravidez


Viver a gravidez muitas vezes não é fácil. Embora a felicidade de estar gerando uma vida seja grande, lidar com as intercorrências que isso significa pode dar um certo desânimo. É o caso dos conhecidos enjoos. Cerca de 50% a 70% das mulheres grávidas sofrem disso no primeiro trimestre. A náusea não só é normal como é geralmente um sinal de que sua gravidez é saudável.

Muitas pessoas chamam de "enjoo matinal", porque é geralmente o horário quando os sintomas estão piores, mas infelizmente ele pode ocorrer a qualquer horário do dia ou da noite.


O que causa os enjoos na gravidez?


Sabemos que a gravidez significa uma grande mudança hormonal. Acredita-se que um desses hormônios, o hCG - Gonadotrofina Coriônica Humana que é produzido pelo desenvolvimento da placenta e que ajuda a manter a gravidez - seja responsável pelos sintomas incômodos. Mas outros fatores, como baixo nível de açúcar no sangue, maior quantidade de ácido estomacal, tensão e fadiga também podem contribuir.


Como prevenir os enjoos?


Algumas dicas de como melhorar os enjoos durante a gravidez são bastantes conhecidas, como:


Comer de três em três horas


O organismo da gestante trabalha dobrado para manter tudo funcionando e ainda garantir um bom desenvolvimento da gestação. Comer regularmente e em períodos curtos ajudará nesse processo e também garantirá que as taxas de açúcar não caiam exageradamente, além de evitar que a gestante tenha refluxo, gastrite ou náusea.


Manter bolachas de água e sal, bolinhos de arroz ou mesmo chocolate no criado mudo e comer algo assim que acordar, para elevar a taxa de açúcar no sangue antes de se levantar é uma ótima estratégia para lidar com os enjoos. Experimente um copo de leite ou dois comprimidos de cálcio para neutralizar o ácido em seu estômago.

É importante também manter uma dieta equilibrada durante as refeições, incluindo uma quantidade suficiente de proteína como carne, peixe, ovos, queijo e também carboidratos complexos como frutas, vegetais, grãos para atender as exigências de desenvolvimento do seu bebê.

O consumo diário de certos alimentos ricos em magnésio, como feijão preto, grão de bico, azeitona, abobrinha, sementes de abóbora, tofu ou iogurte desnatado também ajudam a diminuir os episódios de enjoo na gravidez, pois o magnésio diminui a contração muscular.


Evitar ingerir líquidos durante as refeições


A digestão durante a gravidez é mais lenta e levando isso em conta, ao ingerir líquido durante as refeições, cria-se um bolo alimentar ainda maior, dificultando ainda mais o processo digestivo. Também deve-se ter mais atenção com a ingestão de molhos, caldos e condimentos, como também alimentos picantes ou gordurosos nesta fase. 



Evitar os odores fortes


Durante a gravidez a mulher pode desenvolver um olfato mais apurado, com isso é comum que os enjoos sejam desencadeados por odores fortes e variados. Dessa forma, o melhor é evitar o contato com o cheiro que tenha desencadeado a náusea, bem como evitar consumir alimentos que causem o mesmo efeito, enquanto o mesmo for incômodo para a gestante.


Comer gengibre


O gengibre atua na região do cérebro onde estão os neurotransmissores que são responsáveis pela parte do enjoo, agindo como estabilizador desses neurotransmissores. A Febrasgo (Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia) divulgou uma normativa, baseada em evidências científicas, sobre o tratamento mais indicado para as gestantes. A recomendação oficial prevê a adoção da prescrição de piridoxina com extrato de gengibre, única combinação disponível no Brasil considerada classe A, ou seja, que não apresenta risco algum para a gestante nem para o bebê. Mesmo assim, o tratamento só poderá ser indicado pelo obstetra.


Relaxar o máximo que puder


Se não tiver de acordar a uma hora específica, então aproveite e descanse o máximo que puder e tenha um dia mais relaxado. Fique relaxada. Respire lentamente — com o ar entrando pelo nariz e soltando pela boca — ou tente a imaginação virtual, concentrando-se em algo agradável.

Alguns fatores psicológicos como estresse e ansiedade podem desencadear enjoos, de forma que quanto mais relaxada for a rotina, melhor para a gestante. Além disso, quando estamos em repouso, nosso corpo consegue direcionar o fluxo sanguíneo para funções específicas do corpo, como a digestão, acelerando o processo.


Tomar suplementos de vitamina B6


Alguns especialistas em nutrição recomendam ingerir de 50 a 100 miligramas de suplemento de vitamina B6, para evitar a náusea. Tome suas vitaminas pré-natal regularmente, também.


Experimente atividades alternativas


A gestante pode optar por fazer tratamentos alternativos como a acupuntura, ou atividades como caminhada, Yoga ou Pilates que ajudam no alívio do estresse, além de que ao se fazer uma atividade física prazerosa, nosso corpo libera endorfinas, substâncias que melhoram nossa disposição física e mental, inclusive aliviando dores e mal-estar. Contudo, é importante consultar o obstetra antes de iniciar qualquer atividade física. 


Trocar os produtos de higiene


Algumas vezes os cheiros, antes agradáveis, dos produtos de higiene como xampus, condicionadores, antisséptico bucal ou creme dental podem causar náuseas fortes, e como algumas pessoas preferem fazer a higiene antes do café da manhã, os enjoos podem ser potencializados. 

O creme dental infantil costuma ser uma ótima opção para as gestantes que não conseguem escovar os dentes como antigamente. Também pode ser usado com mais frequência para manter a boca fresca.


Pulseira anti-enjoos


Uma nova opção para combater o enjoo na gravidez é usar uma pulseira anti-enjoos que se compra em algumas farmácias, drogarias, lojas de produtos para grávidas e bebês ou pela internet.

A pulseira anti-enjoo possui um botão que deve ser posicionado um ponto específico no pulso, que é um ponto de reflexologia chamado Nei-Kuan, que quando é estimulado consegue combater a sensação de enjoo. Para que se tenha o efeito esperado, deve-se utilizar uma pulseira em cada pulso.


Comer alimentos frios


Algumas vezes não é apenas o sabor do alimento que pode ocasionar enjoos mas também sua temperatura. Dessa forma, a grávida também pode experimentar comer alimentos frios, como iogurte, gelatina, picolé de fruta, saladas, água com gás.

Deixar disponível cubos de gelo para que a gestante possa chupar ou mastigar também ajudará a diminuir os efeitos do enjoo. Pode-se optar por fazer cubinhos de gelo com o suco de sua preferência como limão ou abacaxi.


Tomar suco de abacaxi ou limão


Tanto o limão como o abacaxi, além de diminuírem o enjoo e a ânsia de vomitar, são uma rica fonte de vitamina C, que ajuda a fortalecer o sistema imune e a placenta, garantindo uma gestação mais saudável para a mãe e para o bebê.

No entanto, é importante beber este suco em goles pequenos durante o dia porque os líquidos no estômago podem favorecer o refluxo, uma vez que o estômago sofre uma maior pressão que favorece o retorno ácido do seu conteúdo.

Pode-se optar também por ter fatias de limão ou abacaxi para chupar ao invés de tomar o suco se os enjoos forem mais persistentes.


Quanto tempo os enjoos duram?


Para a maioria das mulheres, os enjoos costumam acabar pelo quarto mês de gravidez, quando os níveis de hormônio começam a reduzir um pouco. Embora para algumas esses enjoos possam durar mais tempo.

Lembre-se que embora seja chato, ter enjoos é normal mas logo passam. Sentir enjoo também é um sinal de que está tudo bem com a gravidez. Alguns especialistas dizem que existe uma relação muito forte entre esse desconforto e um hormônio produzido pela placenta. Assim, o enjoo acaba funcionando como um indicativo de que a produção está equilibrada e que não há motivos para se preocupar. 



Mulheres com gestação gemelar têm níveis hormonais mais altos, por isso tendem a ter enjoos durante os nove meses. Até a próxima!








sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Doação de Óvulos


O avanço da medicina hoje traz muitas possibilidades de tratamentos para quem deseja engravidar. Os tratamentos de fertilização costumam ser caros e nem todos tem condições de arcar com tudo, mas existem algumas opções mais baratas, em relação aos tratamentos convencionais, que podem ajudar a realizar o grande sonho de ser mãe. Uma dessas opções é a Doação de Óvulos. Além da questão financeira, vários são os motivos que podem levar a mulher a recorrer à doação de óvulos como fatores genéticos que impedem engravidar, falência ovariana ou mesmo a idade da mulher.


Do que trata a doação de óvulos?


A ovodoação ou doação de óvulos ocorre quando uma mulher cede seu óvulo para que ele seja fecundado e transplantado para o útero de outra mulher. 


Como funciona a doação de óvulos?


No Brasil, a lei estipula que essa doação seja anônima, dessa forma a doadora não saberá a identidade da receptora e vice-versa. A doação é ética e legal desde que não haja fins comerciais e a mãe dessa criança será considerada a mulher que o carregou no seu ventre, e não a que forneceu o óvulo. 

Caso a mulher que deu a luz à criança seja uma barriga solidária, o filho é considerado do beneficiado pelo procedimento, ou seja, do casal para quem a mulher cedeu o útero.

A doadora será estimulada para um ciclo de FIV (Fertilização in Vitro), do qual resultará a coleta de vários óvulos, dos quais metade (doação compartilhada) será doado para uma outra mulher que não tem mais capacidade de produzi-los – esta é a receptora.

A receptora terá que ter seu útero preparado com hormônios (estradiol e progesterona) antes de receber o(s) embrião(ões), e os mesmos terão que ser mantidos até o terceiro mês de gestação, quando a placenta passa a ser a responsável pela manutenção da mesma. Após o terceiro mês, a gestação evolui normalmente, sem a necessidade de suporte hormonal. O pré-natal é igual ao de uma gravidez concebida naturalmente e a mãe poderá amamentar sem nenhuma diferença de uma gravidez espontânea.


Como é feita a doação de óvulos?


Como no Brasil não existe um banco de óvulos para doação, é necessário que haja uma seleção da doadora. A doação é feita voluntariamente por mulheres que queiram ajudar outras mulheres a realizar o sonho de engravidar. Costumam ser candidatas jovens que fazem a coleta dos óvulos ao mesmo tempo em que a receptora prepara o útero para receber o embrião.


Doadoras e Receptoras


O ciclo de doação de óvulos é realizado pela técnica de Fertilização in vitro na qual os gametas femininos (óvulos) de uma mulher (doadora) são doados a outra (receptora) para que sejam fertilizados. 


No mesmo dia em que os óvulos da doadora são aspirados, o homem (seja doador ou parceiro da paciente em tratamento) faz a coleta dos espermatozoides, para que no mesmo dia eles sejam fecundados em laboratório. O procedimento pode reproduzir a situação no útero, colocando na mesma cultura um óvulo e alguns espermatozoides, ou eles podem ser injetados diretamente no óvulo, pelo método de injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI), dependendo da qualidade dos gametas masculinos. (Como avaliar a fertilidade com o Espermograma?)

A doadora será estimulada com hormônios, que podem ser via oral ou injetáveis, que vão aumentar a produção de óvulos naquele mês. Após a coleta, pelo processo da doação compartilhada, metade dos óvulos serão fertilizados com os espermatozoides do marido da doadora e a outra metade com os espermatozoides do marido da receptora.

Vinte e quatro horas após a fertilização sabe-se quantos embriões se formaram, estes permanecem no laboratório por 2 a 5 dias e após serem selecionados serão colocados no útero através de um cateter por via vaginal. Não há necessidade de sedação.


Desta forma, o(s) embrião(ões) transferido(s) para o útero da receptora, será(ao) formado(os) pelo espermatozoide do próprio marido e o óvulo de uma doadora. A receptora recebe dois únicos hormônios (estrogênio e progesterona) para o preparo do endométrio a fim de receber os embriões, pois não existe indução de ovulação. A taxa de sucesso de gravidez é a mesma da paciente doadora que tem idade ao redor de 30 anos (50%).


Quem pode ou não doar


O ideal é que a doação seja feita por mulheres com menos de 35 anos, pois seus óvulos são mais novos e apresentam menores chances de terem problemas na estrutura genética causados por uma divisão celular ruim. É importante também que a doadora não tenha nenhuma doença genética hereditária. Além disso, ela também não deve ter nenhum problema de saúde que possa ser agravados pela estimulação ovariana, como cânceres dependentes de hormônio. Não deve apresentar doenças infectocontagiosas e deve possuir tipo sanguíneo e físico compatível com a receptora. Além disso, o potencial ovariano também é considerado.

Muitas vezes essa opção é oferecida para mulheres que já estão em tratamento de reprodução assistida com seus próprios óvulos, mas de repente não têm mais como pagar o tratamento. Em troca, o casal ou a mulher que vai receber a doação paga metade do tratamento da doadora. Essa é a chamada doação compartilhada.

IMPORTANTE:

Os critérios aceitos para definir quem pode ser doadora de óvulos são variáveis de acordo com a resolução vigente do CFM (Conselho Federal de Medicina) na época do procedimento.


Quais os riscos da doação de óvulos


As doadoras devem ser informadas sobre os riscos de hiperestimulação ovariana bem como sobre outras possíveis complicações da fertilização in vitro como a gestação múltipla, sangramento, infecção e anestesia.

Para a receptora, os riscos são os mesmos de uma fertilização in vitro. Como o embrião é fecundado fora do útero e depois transferido de volta, existe uma pequena chance de que ele se desenvolva fora do útero, a chamada gravidez ectópica, que pode colocar a vida da mulher em risco. Para reduzir as chances desse tipo de gestação, o embrião normalmente é colocado a 1 centímetro do fundo do útero. 

No Brasil, não há necessidade de se contratar um advogado para acompanhar o tratamento, a não ser, em alguns casos específicos, como por exemplo, barriga de aluguel (corretamente chamado de útero de substituição).

As receptoras devem saber que, apesar das doadoras serem mulheres com idade de chances mínimas para malformações cromossômicas, esta possibilidade não pode ser excluída.


Como se preparar para a doação de óvulos?


Se preparar para a doação de óvulos nem sempre é muito fácil, principalmente para a mãe que pode sentir-se confusa em gerar um filho vindo do gameta de outra mulher. Nesses casos, um acompanhamento psicológico do casal pode ajudar a resolver questões como a espera para engravidar (que pode justificar não poder usar seus próprios óvulos) ou mesmo o adiamento da gravidez devido a outros fatores.

O tempo para tomar a decisão de optar pela doação de óvulos pode levar semanas ou mesmo meses e o fato da mulher poder vivenciar toda a gestação contribui para a aceitação do tratamento. Também é possível escolher as características da doadora como cor dos olhos, cabelo e pele, fazendo que seja mais parecido com as suas próprias.

Uma forma de ajudar na decisão da doação de óvulos é levantar junto ao médico algumas questões como:
  • Quantos tratamentos com doação de óvulos é feito pela clínica por mês e qual a taxa de sucesso?
  • Como são selecionas as doadoras e quantas ficam disponíveis para tratamento imediato? Existe um tempo de espera para encontrar uma doadora?
  • Como funciona o pagamento do tratamento?
  • Uma doadora pode doar para mais de uma receptora para reduzir os custos do tratamento?
  • O que ocorre caso a doadora não tenha óvulos suficientes? Haverá diferença nos custos do tratamento?
  • A receptora deve ter uma idade máxima para tratamento ou um estado civil específico?


Onde buscar tratamento?


Normalmente esse tipo de tratamento é oferecido por clínicas e hospitais especialistas em reprodução humana. O SUS (Sistema Único de Saúde) também oferece o tratamento em alguns hospitais universitários.


Deve-se ter bem esclarecido que a doação de óvulos além de ser uma opção de tratamento com melhor custo financeiro é um ato de amor e que não se pode ter ilusões de como seria conhecer um filho gerado pelo óvulo doado. Legalmente e eticamente, a mulher deve saber que é uma ação totalmente altruísta que a destitui de qualquer vínculo com a criança. É importante tirar todas as dúvidas mas que ao optar pelo tratamento estará contribuindo não apenas para sua felicidade mas também para a felicidade de uma outra família. Até a próxima!

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